Qual livro escrito pelo psicólogo, Dr. Thiago de Almeida, você já teve a oportunidade de fazer o do

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sábado, 24 de junho de 2017

Você consegue manter um relacionamento à distância? Faça este teste e descubra

https://estilo.uol.com.br/comportamento/quiz/2014/10/25/voce-consegue-manter-um-relacionamento-a-distancia.htm

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Faça o teste e descubra se você nasceu para ser solteiro (a)?



https://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/entretenimento/2017/06/20/maisa-voce-nao-esta-so-o-mundo-nao-da-sossego-aos-solteiros.htm

O ciúme que adultos sentem de crianças pode levar a reações agressivas?



O ciúme é um sentimento que cega e leva pessoas a terem reações agressivas. Entenda como lidar com essa situação quando uma criança está envolvida nisso

Por Juliana Borges - 22/06/2017

O caso da menina Isabella Nardoni, morta aos 9 anos, em São Paulo, continua mexendo com a opinião pública. Isso porque as investigações trouxeram à tona há alguns anos o possível motivo do crime: ciúme. Mas que sentimento é esse capaz de levar as pessoas a terem reações agressivas?
Sentimento que cega
Falta de auto-estima e de amor próprio estão entre as principais raízes do ciúme. A esses fatores, somam-se com frequência paixão doentia e dependência emocional do outro. A pessoa ciumenta enxerga rivais reais e imaginários em qualquer situação e os utiliza como desculpa para brigas. “O ciúme acontece não só pelo medo da traição, mas também quando a atenção do par é redirecionada a outra pessoa ou ao trabalho, por exemplo. Nesse caso, até um filho pode ser visto como rival, pois quem é ciumento vai personificar a sua insegurança na figura da criança”, explica Thiago de Almeida, psicólogo e pesquisador da Universidade de São Paulo (USP).
Lembranças do passado
– No caso de padrastos e madrastas, o ciúme da criança pode ser intensificado porque ela lembra que o par já teve um compromisso anterior e é, muitas vezes, motivo para que haja conversas e reencontros com o ex-cônjuge.
– Embora nada justifique a violência, em especial contra os filhos ou enteados, o especialista acredita que o ciúme é capaz de levar os adultos a reações agressivas e bastante irracionais. Essas atitudes vão da negligência no cuidado com o pequeno até maus-tratos físicos, verbais e emocionais, quando o ciumento tenta diminuir a auto-estima da criança.
– Por outro lado, o menino ou a menina pode medir forças com os adultos e contribuir para os conflitos entre os casais. Isso ocorre, principalmente, por falta de senso crítico dos pequenos ou devido à insegurança diante da formação de uma nova família.
– “Às vezes, as crianças testam os pais e chegam ao limite, ainda mais quando eles já estão estressados. Entretanto, é preciso lembrar quem é o adulto da família e conversar de forma civilizada sobre os problemas”, opina a psicopedagoga Betina Serson, especialista na relação entre pais e filhos.
Para ter relações saudáveis e evitar reações agressivas
– Observe se há interações positivas entre a família. Quando há disputa de atenção e o ciúme perde o controle, é necessário procurar ajuda profissional.
– “Padrastos e madrastas ciumentos precisam entender que a criança faz parte do passado, mas também do presente e do futuro do par. A partir do momento em que decidem fazer parte dessa história, devem respeitá-la e saber que a sua história não substitui ou se sobrepõe à outra, mas que elas se somam”, destaca o psicólogo.
– Para Betina, é importante que padrastos e madrastas falem como se sentem diante do enteado e da relação que o gerou. “O casal deve discutir o assunto para que não haja interferências do relacionamento anterior no atual, o contato com os ex-parceiros seja amigável e os filhos sofram o mínimo possível”.
– Não permita que as crianças sejam usadas como pivô das brigas ou desculpa para evitar separações. “Isso é muito ruim para todos. O casal precisa ser pai e mãe, mas também ter vida própria, assumir suas responsabilidades e discutir o que realmente = está por trás dos problemas”, afirma a psicopedagoga Betina Serson.
Consultorias: Thiago de Almeida, psicólogo e pesquisador da Universidade de São Paulo; Betina Serson, psicopedagoga, de São Paulo






Por que eu deveria fazer psicoterapia?


Por que eu deveria fazer psicoterpia?

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Após uma traição, esconder sentimentos como mágoa e desconfiança não resolve o problema; abra o jogo

Encarar a infidelidade nunca é fácil, pois entram em jogo fatores como autoestima, confiança, cumplicidade e vida sexual e muito mais. É claro que é possível superar o sofrimento inicial, perdoar e dar continuidade à relação.
O problema é que, frequentemente, o perdão não faz com que a pessoa traída se esqueça por completo do ocorrido, e passa a esconder sentimentos de dúvida, ciúme e um medo terrível de que uma nova traição aconteça.
Essa paranoia oferece o risco de colocar a perder um relacionamento que pode e vale a pena ser reconstruído. Para acabar com a insegurança –ou, pelo menos, mantê-la em um nível saudável e menos dolorosos– , confira três orientações básicas:
Perdoe de fato, não da boca pra fora
Segundo Thiago de Almeida, mestre pelo Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo), não são poucas as pessoas que tentam evitar os conflitos para preservar a relação em momentos difíceis como uma traição.
“Há quem tente simplesmente colocar uma pedra sobre o assunto, em vez de esmiuçá-lo, o que transforma o perdão em algo superficial. Por fora, a pessoa quer mostrar que tudo está bem, mas internamente fica analisando o tempo todo o comportamento do parceiro, em busca de pistas sobre uma nova infidelidade”, diz.
O psicólogo diz que quem foi traído e não consegue desculpar de verdade, em vez de gastar energia e se concentrar nos novos rumos do romance, começa a perseguir o outro, vasculhar suas coisas, seguir seus passos nas redes sociais. Por isso, discutir a relação é necessário para superar o problema. E isso não significa apontar os erros de cada um, mas assumir responsabilidades e novos comprometimentos.
Não se apegue detalhes
Questionar alguns pontos sensíveis do relacionamento para tentar elaborar ou até mesmo explicar a traição é uma coisa. Tentar descobrir os detalhes, inclusive os mais sórdidos, sobre em que circunstâncias ela aconteceu é outra bem diferente (e muito nociva). O que importa se o sujeito que a fez perder a cabeça é careca e tatuado? Faz diferença saber como é o carro da mulher com quem ele foi para a cama? Evite alimentar ainda mais a paranoia.
“Pior ainda é forçar o traidor a contar os pormenores sobre as relações sexuais que tiveram. Isso só serve para se machucar ainda mais, e em um momento em que é preciso ser uma pessoa inteira para reconstruir a autoestima e ter um olhar diferente sobre a relação”, conta a psicóloga Raquel Fernandes Marques. Ela afirma, ainda, que em muitos casos o sexo só funcionou como uma válvula de escape, não como a motivação principal para a infidelidade. “É claro que é preciso conversar sobre o que houve, senão o tema vira tabu. Mas certas particularidades não têm a ver com a história do casal, e é ela que merece ser analisada”, declara Raquel.
Dê um voto de confiança
Você perdoou a infidelidade, a convivência vai bem, seu parceiro parece realmente arrependido, mas a insegurança volta e meia marca presença na sua cabeça. Abra o jogo sobre seus sentimentos; afinal, o diálogo sempre é o melhor caminho para solucionar qualquer crise na vida de um casal. No entanto, não transforme as confissões em um mecanismo de cobrança e de vingança.
“Agir dessa forma é condenar ao fracasso um relacionamento com chances de dar certo, de se restabelecer”, afirma a terapeuta sexual e de casal Carmen Janssen. Por mais que doa, ela explica que é preciso ter consciência de que, se a traição aconteceu, é porque houve espaço para a entrada de uma terceira pessoa.
Assumir a parcela de responsabilidade sobre o que houve é sinal de maturidade e ajuda a enxergar o parceiro como ele de fato é, e não sob a visão distorcida da mágoa e da raiva. “E é necessário dar um voto de confiança, acreditar na palavra alheia. Afinal, vocês construíram uma história juntos. Em vez de se concentrar nos erros, que tal pensar nas coisas positivas do relacionamento e, assim, seguir mesmo em frente?”, diz Carmen.

SÍNDROME DE AFRODITE



Antes de negociar a compra de seu carro, a advogada paulista Maitê (nome fictício), 30 anos, gastou um bom tempo em frente ao espelho. Escolheu um vestido provocante, um salto bem alto e caprichou na maquiagem.

Toda essa produção lhe ajudaria no flerte com o vendedor para conseguir um desconto generoso. “Deu super certo! Ele abriu mão de parte de sua comissão e me deu um aba...timento de quase R$ 10 mil”, conta Maitê.

“Foi simples: joguei um charminho, falei meio sussurrado, fiz a linha ‘donzela desamparada’… Infalível!”, diverte-se a advogada, sacudindo a cabeleira ruiva que conseguiu encantar o rapaz da concessionária.

No dia a dia, ela costuma recorrer ao mesmo tipo de estratégia: seja para que o fiscal do aeroporto faça vista grossa ao seu excesso de bagagem, seja apenas para rea­firmar a autoestima. Ganhando um drinque do barman gato no balcão, por exemplo. Maitê não esconde: é viciada em seduzir.

“Gosto de conquistar os homens. Quero que pensem que passar um tempo comigo seria a coisa mais incrível que poderia lhes acontecer”, diz. “Às vezes nem percebo que faço isso. Outro dia, estava apenas conversando com um cara na balada e pensaram que eu estava paquerando. É porque jogo o cabelo demais, olho nos olhos, fico tocando no braço…”

Você certamente conhece uma mulher como Maitê, que entra em estado de alerta quando uma presença masculina se aproxima. Ou talvez até seja uma delas. Segundo o psicanalista Christian Dunker, professor do Instituto de Psicologia da USP, para essas mulheres com a "síndrome de Afrodite” (a deusa grega do amor, da beleza e da sexualidade), o jogo da conquista, sempre vai se impor a qualquer resultado.

“Para as sedutoras costumazes, sentir‑se desejada é o ganho e elas se contentam com isso”, explica. Muitas vezes, se vão até o fim para concretizar a atração que despertam, o seu prazer desaparece. O que querem é retornar ao momento inaugural e único em que o desejo começa. Por isso é comum elas iniciarem flertes, com um colega do escritório ou com o caixa de um supermercado, e não levarem nada adiante.

Dunker diz que a conduta das “afrodites” lhes traz problemas. Em especial, com amigas, primas, colegas de trabalho e outras figuras femininas com quem convivem. “Para as sedutoras, as outras mulheres estão sempre competindo com elas. Então, precisam garantir ‘seu lugar’ antes que a ‘rival’ o tome.” No caso, o “lugar” é a atenção dos homens.

O psicólogo Thiago de Almeida, autor do livro Enigmas do Amor, vai além: diz que a sedução, em muitos casos, é o único recurso que essas garotas têm para se relacionar. “Essa atitude pode vir de uma necessidade inconsciente de estabelecer laços, de ser notada ou cuidada.”

Almeida afirma ainda que esse comportamento também se dá entre os homens. “Mas eles têm apoio social para agirem assim, sendo galinhas ou machistas.”

A empresária paulista Thaís, 35 anos, conta que sempre chamou muito a atenção masculina. Não necessariamente pela beleza, mas por causa de seu “jeitinho”. “É espontâneo: mexo no cabelo o tempo todo, tenho um bocão e estou sempre sorrindo ou fazendo bico enquanto falo”, diz ela, que no antigo emprego era conhecida como “a Julia Roberts da seguradora”.

Thaís cita um episódio recente para mostrar como o ritual da conquista a diverte. “Estava em um café com uma amiga e um rapaz pediu que eu passasse o açúcar ao meu lado no balcão. Engatei o maior papo com ele, foi uma paquerinha mesmo”, conta. “Não estava nem um pouco a fim, mas me diverti com o fato de ele pensar que eu estava dando mole.”

Mesmo sendo casada há dez anos e mãe de duas meninas, Thaís “brinca de seduzir”. “Quando era solteira, ficava com medo de cair na boca do povo e ser chamada de galinha. Hoje, como sou comprometida, posso flertar à vontade que os outros sabem que é brincadeira”, afirma. “Meu marido não sente ciúmes. Já me viu jogando charme para o manobrista e deu risada.”

A publicitária paulista Vanessa, 26 anos, uma mestiça de corpo escultural, estilo Sabrina Sato, é outra que sabe de seu grande magnetismo com os homens. Conta que sempre viveu cercada de amigos e que, muitas vezes, seduz sem se dar conta. Ela dar um exemplo com um episódio que envolveu um amigo de um ex-namorado.

“Logo depois do rompimento, encontrei esse rapaz. Conversamos e o convidei para treinar comigo na academia. Ele foi e começou a dar em cima de mim, de um jeito insistente.” Ao dispensar o rapaz, Vanessa se surpreendeu. “Ele me disse: ‘Você sempre me azarou, mesmo enquanto namorava. Por que está fazendo isso agora?.”

Ao pensar a respeito, a publicitária percebeu que, em algumas ocasiões, não fez lá muita questão de deixar claro se estava ou não paquerando. “Não vejo mal nenhum em olhar, sorrir e bater papo de um jeito sedutor. E não acho que deva mudar”, conta.
No entanto, Vanessa, que está namorando há quatro meses, a partir de então, decidiu reavaliar a conduta.

“Meu namorado é um doce, nada ciumento. Mesmo assim, se estou num bar e por acaso meu olhar cruza com o de um cara, desvio na hora. Antes, meu primeiro impulso seria sorrir de volta.” A publicitária lamenta o preconceito que as “afrodites” sofrem. “Quando um homem vê várias garotas bonitas em uma festa, é esperado que ele dê em cima de todas. Por que nós somos condenadas e sofremos críticas até das outras?” Puro machismo.

Texto: Dolores Orosco
Fonte: Marie Claire

Sobre a questão da Friendzone em relacionamentos amorosos


Diferença de idade nos relacionamentos, pode funcionar muito bem!


Erros fatais das mulheres na hora da paquera


Erro 1: Já reparou como às vezes parecemos ligeiramente histéricas quando estamos interessadas num homem?

Quando não estamos interessadas em alguém, costumamos levantar, dar de costas, recuar, ficar meio de lado, evitar o olhar do outro, certo? E quando o interesse é excessivo? Você se inclina demais, vira totalmente o corpo na direção do “alvo”, muitas vezes até excluindo quem está do lado, explica o psicólogo Thiago de Almeida, psicólogo do Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) e autor de A arte da Paquera – Inspirações à realização afetiva (Letras do Brasil). Pior, fala mais alto, ri demais, seu tom de voz fica mais agudo e você gesticula afetadamente, principalmente quando não sabe o que dizer, mas está totalmente entregue à tarefa de prender a atenção do outro. Reconhece a cena? Pois então, na próxima vez, calma com o gestual. Esse interesse todo assim gratuito (afinal, você mal conhece o rapaz) e declarado de forma tão explícita, acaba sendo assustador. Segundo Thiago, é preciso aprender a se comportar até na hora da conquista. Ele sugere que você tente tirar a atenção de si mesma e comece a prestar atenção no outro.
Erro 2: A verdade por trás do famoso telefonema do dia seguinte

Ligar ou não para ele no dia seguinte costumava ser o maior dos dilemas. Hoje, definitivamente, não é mais. Ligue ou não ligue, tanto faz, mas lembre de fazer direitinho o SEU dever de casa: tentar adivinhar como ele se sente após o encontro é pura perda de tempo, ao contrário, procure descobrir como VOCÊ se sente em relação a ele. E prepare-se para não dar nenhuma resposta definitiva para si mesma. Se ele telefonar será para convidar você para um próximo encontro. E a intimidade entre as pessoas, amantes ou não, se faz assim mesmo, devagar, encontro após encontro. Por isso, ligue se tiver vontade de dizer como se sente. Mas desconfie de si mesma se, além de vários SMS, já mandou um email na madrugada, contou para todas as suas amigas logo de manhã ‘como ele é O cara’ e já estiver com o clique pronto para adicioná-lo no Facebook, no Twitter e descobrir ‘tudo’ sobre ele.
Erro 3: Definitivamente, o Príncipe Encantado não existe. Vivam os sapos!
Se em vez de um homem bom, você anda buscando um homem belíssimo, alto, rico e que entenda tudo de design, então você está se comportando como uma adolescente e, com certeza, os homens vão passar bem longe de você. Esse é um dos excelentes conselhos de Tracy McMillan, no seu best-seller, Por que você não se casou...ainda? (L&PM) De fato, ficar só flertando com os bonitões e descartando os caras comuns é uma ilusão da mulherada, que se deixa fascinar por novelas de TV e acha que precisa de alguém tão melhor, mais interessante, mais bonito, mais rico, mais qualquer coisa do que ela mesma. Os rapazes apreciam nas garotas com quem escolhem se relacionar as características e os valores que são comuns a eles.
Erro 4: O amor não tem hora para chegar
Relembre a cena: você decide que de hoje não passa e sai vestida para matar, decidida a encontrar o amor da sua vida, só para voltar, muitas horas e muitos drinques depois, frustrada consigo mesma por não ter conseguido. Os psicólogos chamam isso de autoboicote, ou seja, você estipula uma meta irreal, fantástica e impossível, apenas para se justificar depois, dizendo: “Ah, não consigo mesmo, sou uma megera horrorosa e sem graça e ninguém NUNCA vai gostar de mim!” Burrice? Pois saiba que esse comportamento é mais comum do que você pensa! Pessoas realmente bem sucedidas no amor não se encontram aos montes. E isso porque não é nada simples se dar bem no amor: requer um número considerável de fatores, do sincronismo do encontro ao investimento diário na relação. Não é rápido, não é cedo, nem basta pôr na cabeça para acontecer.
Erro 5: Se você não gosta da sua própria companhia, por que alguém, sobretudo um homem, vai gostar?
“Estar bem, mesmo estando sozinha é um aprendizado e requer treinamento, já que nossa cultura não estimula isso”, explica o psicólogo Thiago de Almeida. Está sozinha? Então aproveite seu tempo livre para investir mais nos seus interesses e começar a gostar mais de estar junto com você mesma. Faça mais ginástica e curta o seu corpo, volte para o curso de línguas e divirta-se com sua pronúncia, procure uma paixão, leia, escreva, desenhe, dance, ouça música, saia com amigos, seja uma Você melhor e mais divertida a cada dia! No mínimo, depois desse exercício de ficar bem consigo mesma você vai acabar descobrindo que consegue ser feliz sem precisar ser um par. E, aí, quem sabe, o cara que vai gostar de você do ‘jeito que você é’ aparece.
Erro 6: Sentir atração pelo cara errado é pura vaidade
Ainda existem mulheres que costumam valorizar o tipo cafajeste e vivem se apaixonando pelo ‘cara errado’. Os mais mentirosos, egoístas, manipuladores, são exatamente os que têm uma abordagem mais agressiva ou com mais “pegada” e, para algumas, isso ainda tem um quê de irresistível. De acordo com o psicoterapeuta Flávio Gikovate, esses homens obtêm sucesso com algumas mulheres porque elas se sentem envaidecidas pela forma explícita, sem rodeios como eles demonstram seu desejo. Ou seja, não é sina se apaixonar pelo cara errado, é vaidade mesmo. Simples assim.
Erro 7: Alguém para casar? Fala sério!
Mesmo que essa seja a mais absoluta verdade e você se sinta totalmente pronta para se envolver eternamente numa relação, isso não é assunto para conversa num primeiro encontro (nem no segundo, no quarto ou no décimo, aliás). É tema de terapia, conversa com irmã ou de jantar entre amigas. Os homens têm uma visão muito prática sobre esse assunto: para eles, amor e sexo são uma coisa e casamento é outra. Casamento, inclusive, na opinião masculina, é uma obsessão feminina. Claro, casar pode muito bem fazer parte da trajetória de um casal, se e quando ambos acharem que viver a dois pode ser melhor do que viver só; mas querer “alguém pra casar” não pode ser a principal razão de um encontro, e, certamente, é um fator determinante para afugentar qualquer homem sensato.
Erro 8: Não use suas conquistas para competir com ele
Você é economicamente independente, tem vastos interesses, um belo cargo, é bonita, elegante e... está sozinha? Muitos homens podem não se aproximar porque acham que com tantos atributos, você vai querer certamente competir com eles. Ou então, vão preferir manter distância porque acham que não têm nada a oferecer para uma mulher tão ‘poderosa’ como você ou por receio de não merecer a SUA admiração. Para muitas mulheres é difícil imaginar que os homens também têm suas inseguranças. Eles têm, sim, e preferem as mulheres amáveis aos...’tratores’! Se você usa os seus atributos como uma arma apontada contra os outros, então prepare-se para ficar sozinha no seu pedestal. Quebre o “gelo”, mostrando que garota legal você é, dê o primeiro passo, mas, claro, lembrando-se de descer do salto primeiro!
Erro 9: A arte da conquista
A conquista é uma arte, alguém já disse isso, com certeza. Todos os animais sobre a Terra têm seus mecanismos para atrair o sexo oposto – então, porque o homem e a mulher não teriam também seus truques de atração? Segundo os especialistas, a feminilidade é um desses atrativos: menos a parte do decotão e mais o jeito delicado de sentar; menos o argumento ‘imbatível’ e mais o jeito de ouvir. Nessa dança da sedução, a primeira abordagem é importante. “Chegar se impondo, dando tapinhas e pretendendo ser a ‘dona’ do pedaço é um erro de cálculo feminino”, explica Thiago de Almeida. Homem nenhum gosta de se sentir desafiado ou intimidado, ainda mais na frente dos amigos. E, cá para nós, esse jeito todo agressivo não é também uma forma de insegurança?
Erro 10: Se você acha que não é boa o bastante, provavelmente não é mesmo
Entre as inevitáveis rejeições masculinas e as capas das revistas exibindo o mulherão que você não é (pouquíssimas, são, na verdade), acreditar que você não é boa o bastante é fácil. E isso acaba sendo verdade. Se você não se valoriza não está sendo boa o bastante para si mesma. Boa o bastante é a mulher tão consciente dos seus pontos fracos, quanto de suas qualidades e de seus pontos fortes. Que é tão amorosa consigo mesmo quanto é com os outros. Porque, independente de ter ou não um namorado, com a autoestima no lugar a vida vai ser boa e divertida de qualquer maneira.

Veja as características de sentimentos que vão te ajudar a decifrar se você tem química com o seu parceiro. CONFIRA!

Para o relacionamento dar certo, ter química é fundamental. De forma prática, poderíamos descrever esse sentimento como "um conjunto de qualidades e características variadas que existe no outro e que passamos a admirar", segundo especialistas em relacionamento....
"Ter química com alguém é quando acontece uma atração imediata. Notamos isso ao sentirmos em nosso corpo algumas reações, como o coração batendo mais rápido, o gosto do beijo agradável, além de considerarmos a companhia do outro a melhor coisa do mundo", diz Letícia Guedes, psicóloga
O amor, diz a ciência, nada mais é do que uma cadeia de reações químicas que acontecem no cérebro. A ocitocina é um dos hormônios responsáveis para que os casais criem vínculos e estabeleçam uniões duradouras. Trocando em miúdos, é a oxitocina que faz com que nos fixemos unicamente no parceiro. Sem falar de outros hormônios como a dopamina, que produz motivação, e a norepinefrina, que produz alegria.
Para Thiago de Almeida, psicólogo, pesquisador e professor universitário que se especializou em dificuldades dos relacionamentos amorosos, nem sempre acontece uma atração imediata. Isso porque, segundo ele, algumas pessoas percebem que têm essa "química" apenas com o passar do tempo, a convivência e os momentos de maior intimidade, quando podem se conhecer melhor.
"A química ocorre quando um se sente bem ao lado do outro, há compreensão entre elas, a conversa flui de forma agradável, o humor é presente na relação e um sente falta de estar ao lado do outro", explica Thiago, autor dos livros "Relacionamentos amorosos: o antes, o durante e o depois" e "Ciúme e suas consequências para os relacionamentos amorosos".
Uma boa química, analisa a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello, autora do livro "Sexualmente ? Nós queremos discutir a relação", muda a dinâmica da relação. Além disso, torna as coisas mais intensas e perigosas, o que nem todo mundo considera exatamente uma maravilha. Mas ela faz uma ressalva: uma boa química não é garantia de amor eterno, mas, sim, de um ótimo começo e de uma ferramenta a mais para a manutenção de um relacionamento estável.

Text
"in clinic"

Um(a) “parceiro(a)-chiclete” que não dá espaço para o outro pode tornar a relação chata, enfadonha e sem futuro.



Ele(a) vive grudado nela(e). Já ela não gosta de sair sem ele ao lado. Um não faz nada se o outro não estiver junto. Quem olha de longe acha que aquele casal é perfeito. Mas, explicam especialistas consultados, ficar grudado no outro não significa que a relação terá futuro. Muito pelo contrário: um “namoro-chiclete”, onde um não dá espaço para o outro, pode tornar a relação chata, enfadonha e sem futuro.
E o problema do “grude” é essa falta de espaço no relacionamento para o outro se desenvolver como indivíduo como explica o psicoterapeuta especializado em relacionamentos e em mudanças de hábitos, Sergio Savian. “O processo de individuação é fundamental para quem deseja crescer. Enquanto você vive grudado em outra pessoa, sempre estará em uma posição infantil de dependência emocional”, avalia Sergio.
Essa grau de grude na relação, analisa Thiago de Almeida, psicólogo especialista em dificuldades do relacionamento amoroso, depende muito dos parceiros envolvidos. “Há pessoas que gostam desse tipo de namoro, gostam do grude, sentem-se bem com isso. Mas, quando um parceiro gosta e outro não, o namoro pode não dar certo”, explica Thiago, considerado o maior especialista em relacionamento segundo American Biographical Institute (ABI).
Numa relação, assegura a psicóloga e também terapeuta familiar e de casal pela UNIFESP, Marina Vasconcellos, nada que é exagerado é bom e essa individualidade deve ser preservada para que cada um se desenvolva, sinta-se bem consigo próprio e se realize como pessoa.
“É necessário que, numa relação, cada um tenha seu espaço garantido com suas atividades individuais intercaladas com as atividades em comum. Só assim é possível estar inteiro para ser feliz ao lado de uma pessoa que respeite seu espaço e necessidades individuais. Com o tempo, essa presença imposta ao parceiro constantemente faz com que a relação se sature”, diz Marina.
E o “parceiro-chiclete” não é exclusividade feminina. Se você pensava que as mulheres eram mais grudentas do que os homens, se enganou. “Acredito que não devemos dizer que as mulheres sejam mais grudentas. Isso independe de gênero. A pessoa é assim grudenta. As mulheres têm uma personalidade mais amável, maternal e talvez isso faça com que pareça mais grudenta, mas muitos homens agem dessa forma”, opina o psicólogo Thiago de Almeida.
A terapeuta Marina Vasconcellos segue a mesma linha de raciocínio. “Em geral, as mulheres, são mais afetivas e têm mais facilidade em demonstrar e falar sobre seus sentimentos. Daí a tendência de parecerem mais grudentas do que os homens”, diz. Então, qual a fórmula para colocar de uma vez um limite no parceiro grudento?
“Se você tem um parceiro deste tipo, e deseja continuar com ele, precisa colocar limites e encaminhá-lo para uma boa terapia”, opina Sergio Savian. “Dialogar sempre. Colocar os problemas para o parceiro, questionar a razão desse grude, mostrar para o parceiro que esse tipo de relação pode ser prejudicial o relacionamento".

Sete atitudes que melhoram um relacionamento desgastado

A relação sofreu desgaste, mas ainda vale a pena lutar por ela? Então abrace, pegue na mão, converse e beije (muito) o seu parceiro. Veja outras dicas para reavivar o amor do casal

Uma relação feliz, saudável e harmoniosa são requisitos indispensáveis para uma vida a dois recompensadora. Porém, por inúmeros motivos, os relacionamentos passa...m por períodos de desgaste. “Uma das maiores dificuldades está na questão do diálogo. A escassez de conversa e a falta de paciência em ouvir o outro influenciam negativamente o relacionamento”, explica a terapeuta de casais Ana Cavalcante. Para a sexóloga Carmen Janssen, outros fatores também podem colaborar para essa situação. “São diversos motivos. Podemos citar alguns deles, como excesso de trabalho, preocupações do cotidiano, o cuidado com os filhos, falta de dinheiro, cansaço.”

Um dos vilões mais difíceis de combater em um relacionamento, no entanto, é a monotonia da rotina que se instala com o passar do tempo. A convivência no dia a dia cria uma espécie de costume com a presença do outro. Nessas situações, o desejo e a sedução são deixados de lado. “Paradoxalmente, o amor precisa da aproximação, do aconchego e da intimidade, mas o desejo necessita da distância e de um pouco de incerteza, ingredientes importantes para despertar a vontade de matar a saudade”, explica a sexóloga.

Para reacender a paixão e dar novo ânimo ao relacionamento, separamos algumas dicas fáceis de serem colocadas em prática no dia a dia.

Converse
Embora seja uma dica simples e muito conhecida, é a mais eficaz em uma situação de desgaste. Exponha o que sente e o que acha que pode ser melhorado na relação. “É fundamental que o casal converse com o coração aberto e proponha estratégias para que a relação volte a ser empolgante”, opina Carmen.

Abrace e pegue na mão
O contato físico é muito importante para recriar laços que foram perdidos. Um abraço surpresa, andar de mãos dadas ou um beijo no rosto fazem com que o outro se sinta aconchegado e amado. “Não precisa ter sempre sexo, mas carícias”, diz a sexóloga.

Divida as tarefas domésticas
Com o passar dos anos, algumas tarefas domésticas do cotidiano são deixadas a cargo de um ou de outro de maneira tão estabelecida, que a impressão é que só um dos dois é responsável por essas atividades. Que tal dividi-las? Com a ajuda mútua, o esforço conjunto valoriza a presença de cada um no relacionamento. “Arrumar a cama e lavar a louça faz com que o casal aprenda a olhar mais para o outro, respeitando seu parceiro e suas habilidades”, comenta a terapeuta Ana Cavalcante.

Namore
No começo do relacionamento, o casal tem a tendência de esquecer as pessoas ao redor – o mundo é exclusivo dos enamorados. “Nas fases iniciais do relacionamento, não existem muitos ruídos, pois o casal ainda está se conhecendo e presta mais atenção no que o agrada ou desagrada o outro”, explica Thiago de Almeida, psicólogo especialista em relacionamentos amorosos e autor do livro “Amor, Ciúme e Infidelidade: Como Essas Questões Afetam Sua Vida” (Editora Letras do Brasil).

Que tal reservar alguns dias durante o mês para reviver o início do relacionamento? “É preciso criar um ambiente para que o desejo e o carinho voltem a se instalar e priorizar momentos só para namorar”, explica Carmen.

Beije na boca (muito!)
Com o passar do tempo e a diminuição do desejo, os beijos apaixonados vão se tornando selinhos monótonos. Uma bola de neve começa a se formar: quanto menos o casal se beija, menos tem desejo pelo parceiro. Quanto menos desejo, menos vontade tem de beijar. Portanto, dê beijos apaixonados todos os dias, seja um ou dez. O que importa é aproveitar esse momento com seu companheiro.

Elogie seu parceiro
Deixe a monotonia de lado e invista em elogiar o seu parceiro, admirar seus feitos e lembrá-lo de como você é grato de tê-lo ao seu lado. “A monotonia é mortal para relacionamentos amorosos. Ela faz com que as pessoas acreditem que já conquistaram tudo e não precisam investir mais energia noa relação. Quando o casal torna-se íntimo, perde algumas motivações, como renovar, conquistar e cortejar”, explica Thiago de Almeida.

Invista no erotismo
O maior órgão sexual, tanto do homem quanto da mulher, é o cérebro. Portanto, dinamize sua vida sexual com muito erotismo. Conforme o tempo vai passando, o sexo acaba se tornando algo mecânico. Reverta essa situação. É importante descobrir o que seu parceiro gosta, e tentar realizar as fantasias em conjunto.


INTERNET PODE DESTRUIR UMA RELAÇÃO?


A facilidade que um indivíduo tem de encontrar alguém e engatar um relacionamento pode ser bastante prejudicial para um namoro ou um casamento. Das inúmeras possibilidades que a Internet oferece, entre salas de bate-papo, skype, email e zapzap uma delas é a chance de você ser quem quiser, falar o que desejar, incorporar um personagem e ter uma vida paralela. Prova disso é o fenômeno Second Life ("segunda vida", em tradução livre para o Português), no qual é possível criar um boneco e circular por diversos cenários (alguns imitando lugares reais) conhecendo pessoas, conversando com elas e até mesmo gastando dinheiro com casa, mobília, ações e eventos patrocinados. "O anonimato e a interatividade é a grande parceria do mundo digital", explica Thiago de Almeida, psicólogo especialista em relacionamentos amorosos e pesquisador da Universidade de São Paulo.

No entanto, não é possível chamar a Internet de "destruidora de lares" ou acusá-la de ser o motivo de um relacionamento fracassado. "Muitos pesquisadores concordam que a Internet não pode ser responsabilizada pela separação dos casais. Estas uniões certamente já não caminhavam bem e ela foi apenas um meio que facilitou a rápida comunicação entre as pessoas", "Estes indivíduos normalmente já estavam procurando experiências em outros locais, com ou sem sucesso."

Conversas inocentes
Às vezes, a pessoa não procura um novo parceiro, apenas alguém para conversar, um amigo. "Para muitas pessoas, o mundo virtual é a porta de entrada para um mundo de oportunidades e possibilidades, onde há tanto a possibilidade para se fazer amigos, de localizar pessoas, de arranjar um encontro para ir ao cinema, ou até mesmo para encontrar parceiros para sexo casual", enumera o psicólogo. O perigo está na intimidade que se adquire com a pessoa do outro lado do computador, mesmo sem a presença física dela.

São muitos os cônjuges preocupados com o adultério virtual. Essa preocupação pode levar a um estado de vigília que pode ser prejudicial mesmo se a traição não for consumada.Os casais precisam conversar para que a relação continue bem.O mais importante é não trocar o real pelo virtual,e não faça o que mais tarde podem fazer com você.

E é preciso muito cuidado no tipo de relação que se estabelece na Internet,os impactos podem ser bons ou ruins recaem na vida das pessoas de carne e osso - e quem sofre as conseqüências são o traído e o traidor.Você já parou pra pensar algumas pessoas tem atitudes que desonram seu caráter,se fez com quem estava ao seu lado,fará com você também.
Perigos e estímulos
Situações como essas não são difíceis de acontecer. O especialista em relacionamentos amorosos explica que as pessoas têm inclinação a evitar contatos que possam causar futuras frustrações e tendem, então, a idealizar o "outro". Dessa forma, depositam essas expectativas no interlocutor do bate-papo virtual que pode, afinal de contas, ser qualquer um que se desejar. "Partilhar experiências e fantasias sexuais no espaço virtual pode ser mais excitante e provocar uma sensação de intimidade maior do que ter uma relação sexual em casa com os nossos parceiros do cotidiano".Se seu(ua) parceiro(a) ficar a desejar,o melhor é se separar do que agir dessa forma leviana.A melhor forma de você lidar com essa situação e tendo um dialogo com seu namorado(a),esposo(a),companheiro(o)..e boa sorte!!!!

Como ser feliz no namoro e prevenir o divórcio antes do casamento


NÃO DEIXE QUE OS PROBLEMAS ESTRAGUE SEU RELACIONAMENTO
Não deixe que detalhes bobos do dia a dia estraguem o seu relacionamento
A lista é extensa: deixar a tampa da privada levantada, apertar demais a pasta de dentes, pendurar roupa íntima no box, não tirar o lixo, espalhar roupas pela casa, esquecer a toalha molhada sobre a cama, demorar para se arrumar, dormir ou não com a TV ligada, levar horas para decidir o sabor da pizza e escolher o mesmo de sempre...
Não tem jeito. Na vida a dois, em algum momento, as manias de um vão irritar o outro, e vice-versa. Na fase inicial do namoro, os comportamentos conflitantes são menos perceptíveis, mas quando um casal decide viver sob o mesmo teto as diferenças parecem saltar aos olhos.
Segundo Cleide Guimarães, psicóloga HC FMUSP (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) e especialista em terapia familiar, isso acontece porque as pessoas ainda têm uma visão muito romântica do casamento.
"Apesar da evolução dos costumes, muita gente aposta em uma ideia idealizada da convivência. Depois de dois anos, em média, homens e mulheres percebem que o casamento que fantasiavam é bem diferente daquele que vivem", diz.
Você sabe quando vale a pena ter uma D.R.?
Discutir a relação frequentemente desgasta o casal. Não conversar nunca sobre os problemas também é ruim. Faça o teste, elaborado com orientação da psicóloga Pamela Magalhães, para saber se você sabe quando e como ter uma D.R.
10 perguntas Fazer o teste
Faz sentido. Ao traçar planos para o futuro, o mais comum é que os namorados se imaginem sentados no sofá vendo um DVD abraçadinhos tomando vinho. Difícil pensar que um dia estarão brigando porque ela revirou o banheiro para pintar o cabelo ou ele foi ao supermercado e comprou tudo, menos o café.
Esses detalhes bobos, a princípio, provocam atrito e nervosismo, mas são contornáveis. Afinal, não têm nada a ver com amor, afeto, desejo, tesão, cumplicidade. Alguns casais conseguem separar bem as coisas e, mesmo discutindo de vez em quando, não deixam que as desavenças da rotina envenenem o relacionamento. Outros, porém, não são imunes às intempéries.
Para Thiago de Almeida, psicólogo especializado em relacionamentos, o perigo de ir contornando os incômodos do dia a dia, em vez conversar a respeito, é que eles acabam reescrevendo a vida do casal.
"O desgaste frequente com esses problemas faz com que os dois, aos poucos, se esqueçam de como eram antes de terem uma convivência mais estreita", explica. Com o tempo, qualquer discordância faz com que se inicie uma guerra. Daí surgem acusações, nem sempre verdadeiras, que jogam terra sobre os momentos felizes construídos até então.
O que fazer, então?
Hábitos como não fechar o vaso sanitário ou chutar os sapatos para qualquer canto ao chegar em casa podem parecer bobos para alguns casais, mas para outros interferem bastante no cotidiano, principalmente se esbarra nos valores e crenças do outro.
"Pequenas coisas adquirem grandes significados quando se tornam incômodas, desconfortáveis de se lidar. A irritabilidade aumenta e tudo toma grandes proporções. Como o casamento é uma relação muito íntima, se esses desconfortos não forem gerenciados a tempo podem se tornar grandes entraves para a relação", diz a educadora e moderadora de conflitos Suely Buriasco.
Abrir o jogo é fundamental, mas a maneira como isso deve ser feito é mais importante ainda. Em vez de acusações, reclamações ou troca de farpas, seja gentil, sem abrir mão da clareza e da objetividade. Se no momento da irritação não for possível falar com calma, deixe para conversar depois.
"Seja assertivo sem ofender. Falar sem afrontar o outro é uma forma de respeitá-lo sem abrir mão das próprias convicções. Ao reconhecer o direito do parceiro de pensar e agir diferente, legitimamos o seu lugar e harmonizamos as relações", afirma Suely.
O psiquiatra e terapeuta sexual Carlos Eduardo Carrion diz que ninguém tem o poder de mudar o outro, mas, sim, de fazer com que o outro resolva mudar.
"Quando começar a perceber a irritação, em vez de se concentrar naquilo que o chateia, tente pensar nas coisas boas que o parceiro desperta em você. Mudar o pensamento ajuda a driblar o estresse da situação e a enxergar a pessoa de um outro jeito. E ela também vai passar a encarar o conflito de um modo diferente", declara.
A pessoa que se sente irritada deve tentar entender as razões por trás dese sentimento: será que é a mania do parceiro que incomoda mesmo ou existem questões pendentes –pessoais ou do casal– que vêm à tona? Ouça o parceiro e reflita sobre os costumes dele.
"Casamento é um exercício constante de flexibilidade. É preciso saber quando cobrar se algo irrita, mas aprender a ser tolerante e a respeitar o parceiro como ele é", diz Cleide Guimarães, cuja opinião é a de que nem tudo precisa virar uma D.R. (discussão de relação).
"Existem manias que não vão mudar e pronto. É preciso aceitá-las, já que fazem parte de quem você gosta. O vínculo e a intimidade entre o casal devem ser mais importante do que ficar o tempo todo dialogando e refletindo sobre o que fazem ou deixam de fazer", conta.

A monotonia dos relacionamentos amorosos - Dicas para combaté-la

Um dos vilões mais difíceis de combater em um relacionamento, no entanto, é a monotonia da rotina que se instala com o passar do tempo. A convivência no dia a dia cria uma espécie de costume com a presença do outro. Nessas situações, o desejo e a sedução são deixados de lado. “Paradoxalmente, o amor precisa da aproximação, do aconchego e da intimidade, mas o desejo necessita da distância e de um pouco de incerteza, ingredientes importantes para despertar a vontade de matar a saudade”, explica a sexóloga.
Para reacender a paixão e dar novo ânimo ao relacionamento, separamos algumas dicas fáceis de serem colocadas em prática no dia a dia.
Converse
Embora seja uma dica simples e muito conhecida, é a mais eficaz em uma situação de desgaste. Exponha o que sente e o que acha que pode ser melhorado na relação. “É fundamental que o casal converse com o coração aberto e proponha estratégias para que a relação volte a ser empolgante”, opina Carmen.
Abrace e pegue na mão
O contato físico é muito importante para recriar laços que foram perdidos. Um abraço surpresa, andar de mãos dadas ou um beijo no rosto fazem com que o outro se sinta aconchegado e amado. “Não precisa ter sempre sexo, mas carícias”, diz a sexóloga.
Divida as tarefas domésticas
Com o passar dos anos, algumas tarefas domésticas do cotidiano são deixadas a cargo de um ou de outro de maneira tão estabelecida, que a impressão é que só um dos dois é responsável por essas atividades. Que tal dividi-las? Com a ajuda mútua, o esforço conjunto valoriza a presença de cada um no relacionamento. “Arrumar a cama e lavar a louça faz com que o casal aprenda a olhar mais para o outro, respeitando seu parceiro e suas habilidades”, comenta a terapeuta Ana Cavalcante.
Namore
No começo do relacionamento, o casal tem a tendência de esquecer as pessoas ao redor – o mundo é exclusivo dos enamorados. “Nas fases iniciais do relacionamento, não existem muitos ruídos, pois o casal ainda está se conhecendo e presta mais atenção no que o agrada ou desagrada o outro”, explica Thiago de Almeida, psicólogo especialista em relacionamentos amorosos e autor do livro “Amor, Ciúme e Infidelidade: Como Essas Questões Afetam Sua Vida” (Editora Letras do Brasil).
Que tal reservar alguns dias durante o mês para reviver o início do relacionamento? “É preciso criar um ambiente para que o desejo e o carinho voltem a se instalar e priorizar momentos só para namorar”, explica Carmen.
Beije na boca (muito!)
Com o passar do tempo e a diminuição do desejo, os beijos apaixonados vão se tornando selinhos monótonos. Uma bola de neve começa a se formar: quanto menos o casal se beija, menos tem desejo pelo parceiro. Quanto menos desejo, menos vontade tem de beijar. Portanto, dê beijos apaixonados todos os dias, seja um ou dez. O que importa é aproveitar esse momento com seu companheiro.
Elogie seu parceiro
Deixe a monotonia de lado e invista em elogiar o seu parceiro, admirar seus feitos e lembrá-lo de como você é grato de tê-lo ao seu lado. “A monotonia é mortal para relacionamentos amorosos. Ela faz com que as pessoas acreditem que já conquistaram tudo e não precisam investir mais energia noa relação. Quando o casal torna-se íntimo, perde algumas motivações, como renovar, conquistar e cortejar”, explica Thiago de Almeida.
Invista no erotismo
O maior órgão sexual, tanto do homem quanto da mulher, é o cérebro. Portanto, dinamize sua vida sexual com muito erotismo. Conforme o tempo vai passando, o sexo acaba se tornando algo mecânico. Reverta essa situação. É importante descobrir o que seu parceiro gosta, e tentar realizar as fantasias em conjunto.

Por que algumas mulheres preferem os cafajestes?

Quem nunca se encantou por aquele bonitão, que esbanja autoconfiança, tem uma conversa envolvente e é capaz de fazer com que você aja mais por emoção do que pela razão? O tipo cafajeste, quando é bom, sabe esconder seu real interesse durante os primeiros encontros e seu sucesso com as mulheres vária conforme aspectos comportamentais e até biológicos. Mas por que algumas mulheres gostam desse tipo de homem?O segredo deles é a se...dução e domínio
“O cafajeste age de acordo com um comportamento adquirido. Ao longo de nossas vidas, adotamos ações que experimentamos e deram certo”, explica Mariuza Pregnolato, psicóloga clínica com especialização em Análise Comportamental e Cognitiva pela USP. “Ele é perspicaz, nada sincero, seduz e trai a confiança, não arca com o ônus de uma relação”, continua a psicóloga.
Para o dr. Thiago de Almeida, psicólogo especializado no atendimento das dificuldades do relacionamento amoroso e organizador do livro “Relacionamentos Amorosos: o antes, o durante... e o depois”, o cafajeste, além de egoísta, é sobretudo um manipulador. “Pessoas com esse perfil sabem dominar o comportamento do outro. Ao final da relação, o manipulado ainda é responsabilizado, o cafajeste inverte a culpa pelos desentendimentos e até por agressões”, diz.

Essa tal de química no amor


Amor não deve rimar com dor


COMO O DESEMPREGO PODE AFETAR O RELACIONAMENTO AMOROSO?


Ciumentos traem mais...


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