
Este blog foi feito especialmente para você que tem dificuldades em seus relacionamentos amorosos e quer melhorar, ou até mesmo está em uma crise conjugal e não sabe o que fazer...
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domingo, 5 de maio de 2013
Traição: medo de toda mulher

sábado, 4 de maio de 2013
Veja o que pode acontecer com seu relacionamento quando você revida uma traição
Heloísa Noronha
Do UOL, em São Paulo
Do UOL, em São Paulo
- Mario Anzuoni/ReutersO casal Rupert Sanders e Liberty Ross, antes das fotos do cineasta beijando Kristen Stweart virem a público
Veja cinco passos para lidar com uma traição pública, como a sofrida por Pattinson
É possível perdoar uma traição? Especialista discute o assunto no UOL D.R.
Conheça as etapas que você deve passar para superar uma traição
Para a alegria dos fãs da saga "Crepúsculo", tudo indica que Robert Pattinsonperdoou a traição de Kirsten Stewart. Segundo sites e tabloides especializados em celebridades, os intérpretes de Edward e Bella estariam até pensando em se casar, mas, por enquanto, teriam feito um pacto de não transarem. Na casa de Rupert Sanders, porém, a paz está longe de reinar. Conforme as últimas notícias de Hollywood, o diretor com quem a atriz foi flagrada aos beijos não recebeu a mesma compreensão da mulher, a modelo Liberty Ross.
Mesmo continuando casada com Rupert, a moça tem sido vista acompanhada. Seria uma vingança pública? A probabilidade é grande. E pode funcionar? Talvez. Para alguns especialistas, pagar uma traição com a mesma moeda tanto pode reaquecer um romance quanto enterrá-lo definitivamente.
Mesmo continuando casada com Rupert, a moça tem sido vista acompanhada. Seria uma vingança pública? A probabilidade é grande. E pode funcionar? Talvez. Para alguns especialistas, pagar uma traição com a mesma moeda tanto pode reaquecer um romance quanto enterrá-lo definitivamente.
De acordo com a psicóloga Raquel Fernandes, a infidelidade pode funcionar como uma espécie de teste em relacionamentos que começaram há pouco tempo. "Como o casal ainda não se conhece com profundidade, e às vezes nem existe um compromisso sério, há a possibilidade de um dos dois trair com o objetivo de testar os próprios sentimentos", diz. "Então, o outro acaba fazendo o mesmo para dar o troco, porque também fica em dúvida". A decisão de ficar juntos ou não, nesse caso, tem mais a ver com a disposição para continuar a relação do que com a troca de chifres em si.
É possível que Liberty Ross sequer tenha trocado beijos com outro homem. Mas investir na linguagem corporal para insinuar intimidade com outra pessoa é o suficiente para provocar uma crise de ciúmes daquelas e considerar a vingança consumada. Imaginar, para alguns, provoca mais sofrimento e dor de cotovelo do que ter certeza do que está acontecendo.
Para a psicoterapeuta Gisela Castanho, a traição pode despertar emoções adormecidas. "Não recomendo, claro, mas o ciúme pode ter efeito afrodisíaco. Um homem, por exemplo, pode voltar a perceber o quanto a mulher é bonita e desejável depois de vê-la nos braços de outro", explica. E, para algumas pessoas, provar o gostinho do próprio veneno ajuda a avaliar as consequências das atitudes em relação aos outros.
Para a psicoterapeuta Gisela Castanho, a traição pode despertar emoções adormecidas. "Não recomendo, claro, mas o ciúme pode ter efeito afrodisíaco. Um homem, por exemplo, pode voltar a perceber o quanto a mulher é bonita e desejável depois de vê-la nos braços de outro", explica. E, para algumas pessoas, provar o gostinho do próprio veneno ajuda a avaliar as consequências das atitudes em relação aos outros.
Segundo o psicólogo e professor universitário Thiago de Almeida, mestre pelo Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo), cometer uma infidelidade em retaliação à outra é uma tática mais feminina do que masculina.
"Quando são traídos, os homens, em geral, rompem e nem querem ouvir as justificativas femininas. Já as mulheres que decidem dar o troco, como forma de autoafirmação, querem chamar a atenção", conta. "Para algumas, porém, é uma tentativa de elevar a autoestima que pode colocá-la ainda mais para baixo, principalmente se houver arrependimento", diz Raquel.
"Quando são traídos, os homens, em geral, rompem e nem querem ouvir as justificativas femininas. Já as mulheres que decidem dar o troco, como forma de autoafirmação, querem chamar a atenção", conta. "Para algumas, porém, é uma tentativa de elevar a autoestima que pode colocá-la ainda mais para baixo, principalmente se houver arrependimento", diz Raquel.
Entre os prejuízos da estratégia, tanto para homens quanto para mulheres, o rompimento ocupa o primeiro lugar da lista. Apesar de ter traído primeiro, e de possivelmente ter se arrependido do que fez, a pessoa que é alvo do revide nem sempre está disposta a encarar o episódio com desprendimento. E ações intempestivas têm o risco de machucar quem estiver em volta: filhos, amigos, familiares.
Outro perigo, para os casais que conseguem superar a infidelidade mútua, é transformar as puladas de cerca em algo recorrente, como forma de irritar ou se vingar. "O ideal é que a traição sirva para que homens e mulheres repensem a relação. Transformá-la em algo banal só vai aumentar o abismo entre eles", declara a psicoterapeuta Gisela Castanho.
Outro perigo, para os casais que conseguem superar a infidelidade mútua, é transformar as puladas de cerca em algo recorrente, como forma de irritar ou se vingar. "O ideal é que a traição sirva para que homens e mulheres repensem a relação. Transformá-la em algo banal só vai aumentar o abismo entre eles", declara a psicoterapeuta Gisela Castanho.
Perdoei uma traição mas me tornei uma pessoa neurótica; e agora?
Heloísa Noronha
Do UOL, em São Paulo
Do UOL, em São Paulo
- Orlando/UOLApós uma traição, esconder sentimentos como mágoa e desconfiança não resolve o problema; abra o jogo
Encarar a infidelidade nunca é fácil, pois entram em jogo fatores como autoestima, confiança, cumplicidade e vida sexual e muito mais. É claro que é possível superar o sofrimento inicial, perdoar e dar continuidade à relação.
O problema é que, frequentemente, o perdão não faz com que a pessoa traída se esqueça por completo do ocorrido, e passa a esconder sentimentos de dúvida, ciúme e um medo terrível de que uma nova traição aconteça.
O problema é que, frequentemente, o perdão não faz com que a pessoa traída se esqueça por completo do ocorrido, e passa a esconder sentimentos de dúvida, ciúme e um medo terrível de que uma nova traição aconteça.
Essa paranoia oferece o risco de colocar a perder um relacionamento que pode e vale a pena ser reconstruído. Para acabar com a insegurança –ou, pelo menos, mantê-la em um nível saudável e menos dolorosos– , confira três orientações básicas:
Perdoe de fato, não da boca pra fora
Segundo Thiago de Almeida, mestre pelo Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo), não são poucas as pessoas que tentam evitar os conflitos para preservar a relação em momentos difíceis como uma traição.
"Há quem tente simplesmente colocar uma pedra sobre o assunto, em vez de esmiuçá-lo, o que transforma o perdão em algo superficial. Por fora, a pessoa quer mostrar que tudo está bem, mas internamente fica analisando o tempo todo o comportamento do parceiro, em busca de pistas sobre uma nova infidelidade", diz.
O psicólogo diz que quem foi traído e não consegue desculpar de verdade, em vez de gastar energia e se concentrar nos novos rumos do romance, começa a perseguir o outro, vasculhar suas coisas, seguir seus passos nas redes sociais. Por isso, discutir a relação é necessário para superar o problema. E isso não significa apontar os erros de cada um, mas assumir responsabilidades e novos comprometimentos.
Ampliar
Fases de insatisfação pessoal, intromissão da família no casamento e conflitos com o nascimento do primeiro filho são questões que merecem atenção especial, pois podem abrir espaço para que uma terceira pessoa surja no caminho e sirva como válvula de escape de um relacionamento desgastado. Quem já vem pesando os prós e contras de trair pode dar pistas, sem perceber, sobre o que está pensando em fazer. UOL Comportamento ouviu especialistas sobre as atitudes mais comuns que indicam essas possibilidades. Por Heloísa Noronha, do UOL, em São Paulo Orlando/UOL
"Há quem tente simplesmente colocar uma pedra sobre o assunto, em vez de esmiuçá-lo, o que transforma o perdão em algo superficial. Por fora, a pessoa quer mostrar que tudo está bem, mas internamente fica analisando o tempo todo o comportamento do parceiro, em busca de pistas sobre uma nova infidelidade", diz.
O psicólogo diz que quem foi traído e não consegue desculpar de verdade, em vez de gastar energia e se concentrar nos novos rumos do romance, começa a perseguir o outro, vasculhar suas coisas, seguir seus passos nas redes sociais. Por isso, discutir a relação é necessário para superar o problema. E isso não significa apontar os erros de cada um, mas assumir responsabilidades e novos comprometimentos.
Não se apegue detalhes
Questionar alguns pontos sensíveis do relacionamento para tentar elaborar ou até mesmo explicar a traição é uma coisa. Tentar descobrir os detalhes, inclusive os mais sórdidos, sobre em que circunstâncias ela aconteceu é outra bem diferente (e muito nociva). O que importa se o sujeito que a fez perder a cabeça é careca e tatuado? Faz diferença saber como é o carro da mulher com quem ele foi para a cama? Evite alimentar ainda mais a paranoia.
"Pior ainda é forçar o traidor a contar os pormenores sobre as relações sexuais que tiveram. Isso só serve para se machucar ainda mais, e em um momento em que é preciso ser uma pessoa inteira para reconstruir a autoestima e ter um olhar diferente sobre a relação", conta a psicóloga Raquel Fernandes Marques. Ela afirma, ainda, que em muitos casos o sexo só funcionou como uma válvula de escape, não como a motivação principal para a infidelidade. "É claro que é preciso conversar sobre o que houve, senão o tema vira tabu. Mas certas particularidades não têm a ver com a história do casal, e é ela que merece ser analisada", declara Raquel.
Dê um voto de confiança
Você perdoou a infidelidade, a convivência vai bem, seu parceiro parece realmente arrependido, mas a insegurança volta e meia marca presença na sua cabeça. Abra o jogo sobre seus sentimentos; afinal, o diálogo sempre é o melhor caminho para solucionar qualquer crise na vida de um casal. No entanto, não transforme as confissões em um mecanismo de cobrança e de vingança.
"Agir dessa forma é condenar ao fracasso um relacionamento com chances de dar certo, de se restabelecer", afirma a terapeuta sexual e de casal Carmen Janssen. Por mais que doa, ela explica que é preciso ter consciência de que, se a traição aconteceu, é porque houve espaço para a entrada de uma terceira pessoa.
Assumir a parcela de responsabilidade sobre o que houve é sinal de maturidade e ajuda a enxergar o parceiro como ele de fato é, e não sob a visão distorcida da mágoa e da raiva. "E é necessário dar um voto de confiança, acreditar na palavra alheia. Afinal, vocês construíram uma história juntos. Em vez de se concentrar nos erros, que tal pensar nas coisas positivas do relacionamento e, assim, seguir mesmo em frente?", diz Carmen.
"Agir dessa forma é condenar ao fracasso um relacionamento com chances de dar certo, de se restabelecer", afirma a terapeuta sexual e de casal Carmen Janssen. Por mais que doa, ela explica que é preciso ter consciência de que, se a traição aconteceu, é porque houve espaço para a entrada de uma terceira pessoa.
Assumir a parcela de responsabilidade sobre o que houve é sinal de maturidade e ajuda a enxergar o parceiro como ele de fato é, e não sob a visão distorcida da mágoa e da raiva. "E é necessário dar um voto de confiança, acreditar na palavra alheia. Afinal, vocês construíram uma história juntos. Em vez de se concentrar nos erros, que tal pensar nas coisas positivas do relacionamento e, assim, seguir mesmo em frente?", diz Carmen.
domingo, 3 de março de 2013
Perdoei uma traição mas me tornei uma pessoa neurótica; e agora?
Heloísa Noronha
Do UOL, em São Paulo
Do UOL, em São Paulo
- Orlando/UOLApós uma traição, esconder sentimentos como mágoa e desconfiança não resolve o problema; abra o jogo
Encarar a infidelidade nunca é fácil, pois entram em jogo fatores como autoestima, confiança, cumplicidade e vida sexual e muito mais. É claro que é possível superar o sofrimento inicial, perdoar e dar continuidade à relação.
O problema é que, frequentemente, o perdão não faz com que a pessoa traída se esqueça por completo do ocorrido, e passa a esconder sentimentos de dúvida, ciúme e um medo terrível de que uma nova traição aconteça.
Essa paranoia oferece o risco de colocar a perder um relacionamento que pode e vale a pena ser reconstruído. Para acabar com a insegurança –ou, pelo menos, mantê-la em um nível saudável e menos dolorosos– , confira três orientações básicas:
Perdoe de fato, não da boca pra fora
Segundo Thiago de Almeida, mestre pelo Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo), não são poucas as pessoas que tentam evitar os conflitos para preservar a relação em momentos difíceis como uma traição.
Ampliar
Fases de insatisfação pessoal, intromissão da família no casamento e conflitos com o nascimento do primeiro filho são questões que merecem atenção especial, pois podem abrir espaço para que uma terceira pessoa surja no caminho e sirva como válvula de escape de um relacionamento desgastado. Quem já vem pesando os prós e contras de trair pode dar pistas, sem perceber, sobre o que está pensando em fazer. UOL Comportamento ouviu especialistas sobre as atitudes mais comuns que indicam essas possibilidades. Por Heloísa Noronha, do UOL, em São Paulo Orlando/UOL
"Há quem tente simplesmente colocar uma pedra sobre o assunto, em vez de esmiuçá-lo, o que transforma o perdão em algo superficial. Por fora, a pessoa quer mostrar que tudo está bem, mas internamente fica analisando o tempo todo o comportamento do parceiro, em busca de pistas sobre uma nova infidelidade", diz.
O psicólogo diz que quem foi traído e não consegue desculpar de verdade, em vez de gastar energia e se concentrar nos novos rumos do romance, começa a perseguir o outro, vasculhar suas coisas, seguir seus passos nas redes sociais. Por isso, discutir a relação é necessário para superar o problema. E isso não significa apontar os erros de cada um, mas assumir responsabilidades e novos comprometimentos.
Não se apegue detalhes
Questionar alguns pontos sensíveis do relacionamento para tentar elaborar ou até mesmo explicar a traição é uma coisa. Tentar descobrir os detalhes, inclusive os mais sórdidos, sobre em que circunstâncias ela aconteceu é outra bem diferente (e muito nociva). O que importa se o sujeito que a fez perder a cabeça é careca e tatuado? Faz diferença saber como é o carro da mulher com quem ele foi para a cama? Evite alimentar ainda mais a paranoia.
"Pior ainda é forçar o traidor a contar os pormenores sobre as relações sexuais que tiveram. Isso só serve para se machucar ainda mais, e em um momento em que é preciso ser uma pessoa inteira para reconstruir a autoestima e ter um olhar diferente sobre a relação", conta a psicóloga Raquel Fernandes Marques. Ela afirma, ainda, que em muitos casos o sexo só funcionou como uma válvula de escape, não como a motivação principal para a infidelidade. "É claro que é preciso conversar sobre o que houve, senão o tema vira tabu. Mas certas particularidades não têm a ver com a história do casal, e é ela que merece ser analisada", declara Raquel.
Dê um voto de confiança
Você perdoou a infidelidade, a convivência vai bem, seu parceiro parece realmente arrependido, mas a insegurança volta e meia marca presença na sua cabeça. Abra o jogo sobre seus sentimentos; afinal, o diálogo sempre é o melhor caminho para solucionar qualquer crise na vida de um casal. No entanto, não transforme as confissões em um mecanismo de cobrança e de vingança.
"Agir dessa forma é condenar ao fracasso um relacionamento com chances de dar certo, de se restabelecer", afirma a terapeuta sexual e de casal Carmen Janssen. Por mais que doa, ela explica que é preciso ter consciência de que, se a traição aconteceu, é porque houve espaço para a entrada de uma terceira pessoa.
Assumir a parcela de responsabilidade sobre o que houve é sinal de maturidade e ajuda a enxergar o parceiro como ele de fato é, e não sob a visão distorcida da mágoa e da raiva. "E é necessário dar um voto de confiança, acreditar na palavra alheia. Afinal, vocês construíram uma história juntos. Em vez de se concentrar nos erros, que tal pensar nas coisas positivas do relacionamento e, assim, seguir mesmo em frente?", diz Carmen.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Seu ciúme está passando do limite?
Faça o teste e confira a resposta: http://boaforma.abril.com.br/testes/seu-ciume-esta-passando-do-limite.shtml
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Veja o que pode acontecer com seu relacionamento quando você revida uma traição
Mario Anzuoni/Reuters

O casal Rupert Sanders e Liberty Ross, antes das fotos do cineasta beijando Kristen Stweart virem a público
Heloísa Noronha
Do UOL, em São Paulo
Para a alegria dos fãs da saga "Crepúsculo", tudo indica que Robert Pattinson perdoou a traição de Kirsten Stewart. Segundo sites e tabloides especializados em celebridades, os intérpretes de Edward e Bella estariam até pensando em se casar, mas, por enquanto, teriam feito um pacto de não transarem. Na casa de Rupert Sanders, porém, a paz está longe de reinar. Conforme as últimas notícias de Hollywood, o diretor com quem a atriz foi flagrada aos beijos não recebeu a mesma compreensão da mulher, a modelo Liberty Ross.Do UOL, em São Paulo
Mesmo continuando casada com Rupert, a moça tem sido vista acompanhada. Seria uma vingança pública? A probabilidade é grande. E pode funcionar? Talvez. Para alguns especialistas, pagar uma traição com a mesma moeda tanto pode reaquecer um romance quanto enterrá-lo definitivamente.
É possível que Liberty Ross sequer tenha trocado beijos com outro homem. Mas investir na linguagem corporal para insinuar intimidade com outra pessoa é o suficiente para provocar uma crise de ciúmes daquelas e considerar a vingança consumada. Imaginar, para alguns, provoca mais sofrimento e dor de cotovelo do que ter certeza do que está acontecendo.
Para a psicoterapeuta Gisela Castanho, a traição pode despertar emoções adormecidas. "Não recomendo, claro, mas o ciúme pode ter efeito afrodisíaco. Um homem, por exemplo, pode voltar a perceber o quanto a mulher é bonita e desejável depois de vê-la nos braços de outro", explica. E, para algumas pessoas, provar o gostinho do próprio veneno ajuda a avaliar as consequências das atitudes em relação aos outros.
Segundo o psicólogo e professor universitário Thiago de Almeida, mestre pelo Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo), cometer uma infidelidade em retaliação à outra é uma tática mais feminina do que masculina.
"Quando são traídos, os homens, em geral, rompem e nem querem ouvir as justificativas femininas. Já as mulheres que decidem dar o troco, como forma de autoafirmação, querem chamar a atenção", conta. "Para algumas, porém, é uma tentativa de elevar a autoestima que pode colocá-la ainda mais para baixo, principalmente se houver arrependimento", diz Raquel.
Entre os prejuízos da estratégia, tanto para homens quanto para mulheres, o rompimento ocupa o primeiro lugar da lista. Apesar de ter traído primeiro, e de possivelmente ter se arrependido do que fez, a pessoa que é alvo do revide nem sempre está disposta a encarar o episódio com desprendimento. E ações intempestivas têm o risco de machucar quem estiver em volta: filhos, amigos, familiares.
Outro perigo, para os casais que conseguem superar a infidelidade mútua, é transformar as puladas de cerca em algo recorrente, como forma de irritar ou se vingar. "O ideal é que a traição sirva para que homens e mulheres repensem a relação. Transformá-la em algo banal só vai aumentar o abismo entre eles", declara a psicoterapeuta Gisela Castanho
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