Qual livro escrito pelo psicólogo, Dr. Thiago de Almeida, você já teve a oportunidade de fazer o do

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sexta-feira, 13 de abril de 2018

O que se deve evitar de dizer para os parceiros segundo especialistas em relacionamentos amorosos


Entenda o(s) porque(s) de seu parceiro não gostar de se sentir questionado


Por que é tão difícil encontrar um amor de verdade?


Dicas para melhorar o seu relacionamento


domingo, 25 de março de 2018

Curso online (com certificado) sobre relacionamentos amorosos

Curso: Relacionamentos amorosos (online com emissão de certificado) 
Descrição: 
A temática dos relacionamentos amorosos é uma das áreas mais importantes da vida das pessoas. Infelizmente, tal importância é mais bem percebida quando as coisas não vão bem. Quando isso acontece tanto o nosso humor, quanto a nossa capacidade de concentração, a nossa energia, o nosso trabalho e a nossa saúde, dentre outras dimensões das nossas vidas, podem ser profundamente afetados. Carências, encontros, desencontros e reencontros afetivos são temas comuns, quando se trata de amor e mobiliza os seres humanos entre si, na tentativa de serem felizes e se realizarem. 
Erich Fromm, um psicólogo humanista, apontava o amor como única resposta e saída satisfatória para o problema da existência humana. Estaria tendo ele uma visão parcial, ou mesmo ingênua, do ser humano e dos seus conflitos inerentes a sua natureza?
Assim, se por um lado, a melhor maneira de se estabelecer um bom relacionamento amoroso é começar bem esse tipo de empreendimento, não se sabe como otimizar os próprios recursos em busca de um(a) parceiro(a). Por outro lado, devemos aprender a valorizarmos o que temos a fim de que conservemos nossos relacionamentos em andamento. Alguns erros que são cometidos no início de um relacionamento amoroso, como a escolha de um parceiro errado, podem nos custar um alto preço durante todo o tempo que o relacionamento durar. Tais prejuízos podem se estender para as famílias dos envolvidos, bem como para os filhos que esse casal possa vir a ter. Embora a capacidade de sentir atração amorosa possa variar muito de uma pessoa para outra, geralmente, para que se possa investir amorosamente em alguma pessoa a atração física e/ou amorosa são estágios iniciais na busca de se iniciar um relacionamento amoroso. Afinal, o amor não ocorre de forma caótica, ou seja, NÃO nos apaixonamos ou nos enamoramos por toda e qualquer pessoa. Assim, a atração física e amorosa são bons critérios para que se possa escolher parceiros, para que as pessoas possam se envolvem em relacionamentos amorosos interpessoais e mobiliza recursos para atrair parceiros amorosos.
Contudo, a atração física e/ou amorosa não são os únicos responsáveis na hora de se ter sucesso na área amorosa. Muitos fatores estão envolvidos, além da atração interpessoal, e para que aumentemos a nossa probabilidade de se ter um bom resultado nesse campo. Dessa forma é necessário termos conhecimento sobre o que fazer, como agir, em quem investir para não continuarmos a ficar frustrado acreditando que o amor é para alguns privilegiados. Será mesmo? E mais, em um mundo como o nosso, tão conturbado por conflitos diversos, violência, guerras e competições, como escolher? Transcorrido tanto tempo desde que os primeiros homens resolveram estabelecer vínculos amorosos, há algo de novo neste processo de seleção? É possível ainda escolher certo? O que é escolher certo no mundo de hoje? Em que momento fazer a escolha certa e como sabê-la? A pressa é o maior inimigo do amor no mundo atual? Quais são as semelhanças e as diferenças entre os gêneros masculino e feminino em relação à temática amorosa? Há um bom prognóstico para os casamentos na atualidade? 
Dessa forma, compreender os processos e os comportamentos envolvidos na psicodinâmica dos relacionamentos amorosos é muito importante uma vez que esses fenômenos ocupam na maioria das vezes papéis centrais na vida da maioria das pessoas. Desta forma, abordá-los se faz necessário na medida em que, se mantiverem tais lacunas, acontecerá, muito provavelmente, o mesmo círculo vicioso que a autora Maria Helena Matarazzo à página 14 do seu livro ?Amar é preciso: os caminhos para uma vida a dois? descreve ao tematizar o amor e os encontros interpessoais: ?só restarão o alô e o tchau; no meio, as falas de sempre? . 
Portanto, esse workshop, busca dar suporte a esses e outras lacunas existentes, no qual pretende-se discutir muitas de suas dúvidas em 5 tópicos, agrupando muitos dos interesses que chegam aos consultórios, escolas, famílias, etc. 
Para fazer o curso, à distância, a partir de agora e dentro de suas possibilidades de dia e horário Acesse: https://www.buzzero.com/curso/24242?a=thiago-almeida&keep=true 

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

COMPULSÃO SEXUAL e SEXO COMPULSIVO - Faça esse teste para saber se você sobre desses problemas



A compulsão sexual é caracterizada por um grande número de fantasias sexuais que ocupam a mente da pessoa, deixando-a inquieta, e que a impede de fazer outras coisas de maneira dedicada, concentrada e coerente. A pessoa espontaneamente apresenta um nível elevado de desejo e de fantasias sexuais, aumento de frequência sexual com compulsividade ao ato, controle inadequado dos impulsos e grande sofrimento. Preocupa-se a tal ponto com seus pensamentos e sentimentos sexuais que acaba por prejudicar suas atividades diárias e relacionamentos afetivos. Daí, a pessoa somente “pensa naquilo” e tem fantasias sexuais durante todo o tempo e não consegue concentrar-se em outra coisa que não sejam estas fantasias. Normalmente, essas pessoas não ficam somente na fantasia, e a doença os leva aos comportamentos sexuais exagerados e, às vezes, perigosos. Considera-se que para determinar um diagnóstico de compulsão sexual, esse comportamento acima descrito deve durar pelo menos seis meses.
A diferença entre compulsão e obsessão está na necessidade repetitiva de realizar atos sexuais. A atividade sexual passa a dominar as atividades da vida diária da pessoa e acarreta prejuízos, ou seja, a pessoa perde o controle do impulso sexual, sente uma constante necessidade de buscar sexo (em muitos casos, não necessariamente com o coito) e, portanto, torna-se dependente dos seus comportamentos relacionados ao intercurso sexual. A obsessão tem menor intensidade de ansiedade e traz menos conseqüências sociais. Em sexo, não há regras definidas para o que seja certo ou errado, muito menos de muito ou pouco. Há pessoas que necessitam de sexo mais do que outras e não podem ser rotuladas de viciadas.
Não é pensar em sexo, mas sim, pensar de uma forma compulsiva, repetitiva, e que não consegue evitar. As mulheres são em menor número na compulsão sexual, mas não na compulsão por comida, álcool, drogas onde a porcentagem é maior.
O processo até a compulsão sexual geralmente não ocorre rápido. Podem-se observar níveis diferentes de adição ao sexo, desde masturbação compulsiva e prostituição, a alguns comportamentos parafílicos (perversos) como exibicionismo, voyeurismo ou mesmo pedofilia (abuso sexual de crianças) e estupro.
Hoje em dia, com o maior acesso aos meios de comunicação como internet, encontramos uma nova modalidade de hiperssexualidade: compulsão sexual virtual (sexo virtual), atingindo mais de 2.000.000 de pessoas que gastam de 15 a 25 horas, por semana, em frente ao computador navegando em sites de sexo.
A compulsão sexual ou Desejo Sexual Hiperativo é uma síndrome que pode se originar de diferentes causas. Por vezes, é visto como um problema de adição e dependência ao sexo, similar às drogadições de cocaína, álcool ou heroína. Pode ser encarado como um problema de comportamento mal adaptado, onde o ato repetitivo de busca de prazer sexual foi aprendido ao longo da vida como tranqüilizante, diminuindo sentimentos de ansiedade, medo e solidão. Também podemos compreender esse distúrbio como uma doença, com alterações anormais no balanço de substâncias neurais (neurotransmissores).
Os prejuízos para o compulsivo sexual são muitos, tanto na esfera pessoal e social. Quando é descoberto o preconceito é grande, pois gera medo e ansiedade nas pessoas que convivem com o compulsivo. Desta forma ele é colocado de lado e repudiado pela sociedade. Na esfera pessoal o seu sofrimento por fazer o que não aceita leva desde a dificuldade de relacionamento até o suicídio.
O conjunto de sintomas apresentados pelo Desejo Sexual Hiperativo pode, na verdade, representar transtornos diferentes, cada qual devendo ser tratado de forma distinta, conforme sua possível causa. Existem alguns tratamentos que dependem inicialmente da própria pessoa perceber a necessidade de ajuda e procurar o acompanhamento de um terapeuta que vai tratar a sua grande ansiedade. A psicoterapia é fundamental e busca as raízes do problema. Medicamentos também podem ser usados de uma forma sintomática, diminuindo a ansiedade, dando tempo para se ter os resultados da psicoterapia. Sempre a participação do(a) companheiro(a) é essencial para qualquer terapia, pois é com ela que ele mais convive, mais confia e que nos momentos de maior ansiedade pode, por meios aprendidos pelo tempo de convívio, aliviar e relaxar o parceiro. Ela deve estimular o tratamento pela psicoterapia e deixar claro que pode contar com a sua ajuda e que espera com os bons resultados do tratamento poder curtir muitos bons e intensos momentos sexuais com muito carinho e afetividade.

Faça gratuitamente o teste e veja se você é compulsivo por sexo: http://www.thiagodealmeida.com.br/site/testes/compulsivo/inicio

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