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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Relacionamentos amorosos: o antes, o durante... e o depois (Volume 3) GRATUITO PARA DOWNLOAD

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Como deixar os homens enfeitiçados por você

Pesquisa revela o que os homens buscam numa mulher. De quebra, mostramos como cultivar tais qualidades



Casal
Veja como deixar todos os homens a seus pés
Foto: Getty Images

Ingredientes para se tornar uma mulher irresistível


1. Caráter/Confiabilidade

Para passar mais confiança é preciso se manter coerente. "Falar uma coisa e agir de forma contrária pode deixá-lo desconfiado", explica a psicóloga Marina Vasconcellos. Para que o gato se sinta confortável ao se abrir com você também é importante não ser fofoqueira. "Se costuma espalhar notícias por aí e expor seus amigos, será difícil acreditar que com ele será diferente", assinala. Outra preocupação demonstrada pelos homens consultados na pesquisa foi a infidelidade. Para Allan e Barbara Pease, autores de Desvendando os Segredos da Atração Sexual (Sextante, R$ 24,90), dar detalhes sobre seus relacionamentos anteriores, paquerar outros homens e fazer sexo logo no início do relacionamento são algumas atitudes que os homens percebem como sinais de infidelidade.

2. Bom humor

O mau humor geralmente está ligado à insatisfação com algo em sua vida. Pode ser que você não esteja se sentindo realizada no trabalho, tenha problemas na família ou simplesmente não esteja bem consigo mesma. "O primeiro passo é localizar o que está tirando o seu humor", indica Marina Vasconcellos. Quer ficar mais descontraída? Procure levá-lo para programas que geralmente a animam e lhe dão prazer. Confortável, você se sentirá bem e ficará mais atraente.

3. Beleza

Segundo Thiago de Almeida, psicólogo especialista em dificuldades amorosas e autor de A Arte de Paquerar (Letras do Brasil, R$ 32), as pessoas são como mariposas, atraídas pela luz. Por isso, mulheres "iluminadas", ou seja, para cima, positivas, são mais atraentes. "Quem tem uma boa autoestima investe mais em si, por isso acaba ficando mais bonita", explica.

4. Simpatia/Sociabilidade

Não confunda timidez com antipatia! Se você é retraída, não vai conseguir (e nem deve) se tornar extrovertida só para agradá-lo. Porém, se realmente está interessada no rapaz, vale a pena dar uma atenção especial ao moço. Isso inclui esforçar-se para se integrar melhor com amigos e família do gato.

5. Inteligência

A fluidez na comunicação é essencial. Para isso, é preciso saber ouvir com atenção além de falar. "Quando alguém fala sem parar deixa o outro retraído, se sentindo  dispensável", ressalta Thiago de Almeida. Puxar assunto não é sua obrigação; não tema o silêncio, que pode apenas significar reflexão.
Atração casal
O mau humor geralmente está ligado à insatisfação com algo em sua vida
Foto: Getty Images

Comprovado!


Uma pesquisa da Universidade de Iowa, nos EUA, mostrou que quando se trata de uma companheira, os homens são mais complexos do que supõe o senso comum. Realizado a cada década desde 1939, o estudo pede que eles classifiquem, por ordem de importância, os atributos considerados na hora escolher uma parceira. Inspirada nesse estudo, VIVA! pediu que 68 homens, de diferentes idades e profissões, enumerassem, de 1 a 17, itens que mais valorizam em uma mulher - sendo 1 o mais importante. O resultado você já sabe: caráter e confiabilidade!
Universidade de Iowa (1939)

1. Caráter/Confiabilidade
2. Estabilidade emocional/Maturidade
3. Ser compreensiva
4. Atração
5. Desejo de constituir família

Universidade de Iowa (2008)

1. Atração
2. Caráter/Confiabilidade
3. Estabilidade emocional/Maturidade
4. Inteligência
5. Ser compreensiva

VIVA! (2011)

1. Caráter/Confiabilidade
2. Bom humor
3. Beleza
4. Simpatia/Sociabilidade
5. Inteligência

Retirado do site: http://mdemulher.abril.com.br

O amor, a infidelidade e a dor

O que, afinal de contas, é considerada uma traição? Mulheres contam como encaram essa situação no relacionamento

O amor, a infidelidade e a dor
“Fui muito fiel
Comprei anel
Botei no papel o grande amor
Mentira”

(Chico Buarque – Samba do grande amor)
Alguns estudos já constatam que a cultura monogâmica não é naturalmente humana. Nossos ancestrais, por viverem poucos anos, precisavam conceber o máximo de filhos para perpetuar a linhagem. Por isso, não aceitavam que as parceiras tivessem bebês de outros.
As mulheres, por sua vez, viam no homem um protetor e aceitavam a condição de meras reprodutoras, mesmo que os provedores fizessem o mesmo com outras “fêmeas”.
Milhares de anos se passaram e a cultura mudou da água para o vinho. Mas não necessariamente nosso cérebro. Daí vêm os, digamos, contratempos de percurso, que surgem na vida amorosa e enlouquecem a rotina de muitas pessoas.
A ciência
É bem verdade que os homens, fisiologicamente, estão mais amparados pela natureza na hora de justificar uma traição. Como possuem cerca de 30% a mais de testosterona, hormônio que aumenta a libido e o desejo sexual, muitas vezes acreditam que as causas de sua infidelidade são naturais.
As mulheres, por sua vez, apresentam 10% a mais de ocitocina, substância responsável pela sensação de vínculo e apego. “De cada dez mulheres traídas, sete perdoam o parceiro. Já o homem prefere exterminar o objeto do ciúme”, nos conta Thiago de Almeida, especialista em relacionamentos amorosos.
No entanto, o psicólogo é enfático ao afirmar que não dá para simplesmente resumir o assunto em: fidelidade não é natural enquanto infidelidade o é. “Isso não é verdade! Ambas derivam da cultura, religião e moral apresentadas desde cedo no contexto em que se vive”, conclui.
Os limites
“Me apaixonei por um homem casado, com uma vida dupla. Descobri apenas dois anos depois, quando a desconfiança já era grande. Cheguei até a tentar suicídio!”, o depoimento de Marcia Zamboni, protetora animal de 54 anos, apresenta apenas uma das vias nas histórias de infidelidade.
Mais do que o traído e o traidor, há sempre um terceiro fator envolvido, representado por um grande sentimento ou uma desaconselhável aventura.
Embora seja quase consenso que relação física extraconjugal já configure conduta infiel, não existem parâmetros concretos para se medir onde começa cada traição.
“Se você ama alguém, não quer machucar esta pessoa. Eu e meu marido consideramos inaceitável! Vivemos e superamos todas as crises juntos”, diz Daniela Daher, 30, casada há oito anos com Ryan.
Já Nery Rosangela, empresária de 59 anos, vai além. Para ela, a infidelidade não precisa ser carnal. Pensamento, imaginação e, até, sonho, já o são. “Por isso, acredito que todos já traíram”, conclui ela. 
Fernanda Cristóvão, relações públicas de 25 anos, é mais moderada: “Quando a traição ocorre antes do casamento e se deve a alguma insegurança, pode ser perdoada”, diz.
O coração
O fato é que a fidelidade está diretamente ligada às convenções sociais. Mesmo assim, só é traído quem espera algo de alguém, assim como só trai quem condiciona a felicidade a uma vida de paixão eterna.
Cada cabeça é uma sentença, diria o velho ditado. Mas nas coisas do amor e do perdão, nos parecemos muito mais com os outros do que imaginamos. Na maior parte das vezes, não aceitamos a mentira que nasce em uma infidelidade. Sofremos mais ou menos as mesmas dores.
Por isso, seja instigada pela emoção ou aventura, pela insatisfação ou desconfiança, o melhor caminho ainda é aceitar que as relações infiéis são muito mais um reflexo de nossa própria incapacidade em lidar com o outro do que motivada por eventos externos. E mudar.
"Ficar estagnado no sentimento de raiva, não permite que você evolua. Ao contrário disso, se você se responsabilizar pelos seus atos, poderá olhar de forma construtiva para o acontecido, e não repetir essa postura em outros momentos de sua vida", diz a psicóloga Helena Cardoso, blogueira de Babble em seu post sobre o tema (Para ler o texto completo, acesse: A outra - E quando você descobre que está sendo traída?).

Usar app de paquera namorando é traição?

Por Jacqueline Fernandes
Um estudo feito por meio do aplicativo  de pesquisa mobile PiniOn revelou que 76% das mulheres consideram que instalar um app de paquera sendo comprometido é traição, enquanto 61% dos homens acham o mesmo. Em geral, 68% das pessoas consideram o ato como infidelidade.
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(Crédito: Jacqueline Fernandes)
Para o psicólogo especialista em dificuldades em relacionamentos amorosos, Thiago de Almeida, esses aplicativos são “paqueródromos”. “Buscar novas pessoas, em uma situação de relacionamento em andamento, é uma das possibilidades de se engajar em relacionamentos infiéis que podem ferir a exclusividade da relação, tendo em vista que o(a) parceiro(a) não sabe e não concordaria com essas práticas”, afirmou o psicólogo.
Já para a estudante de veterinária Jéssica Marson, o aplicativo não passa de distração. “Namoro há dois anos, eu e meu namorado temos um relacionamento tranquilo. Eu uso o Tinder para conversar com outras pessoas. Falo com homens e mulheres e deixo claro que meu interesse é apenas jogar conversa fora. Meu namorado faz o mesmo. Nós nos respeitamos em primeiro lugar”, conta Jéssica.
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Maioria dos casais não aceita que o companheiro baixe apps de paquera. (Crédito: Jacqueline Fernandes)
Elas
Grande parte das mulheres não pensam desse jeito. Aceitar que o namorado esteja conversando com outra pessoa mesmo que seja apenas virtual não agrada nem um pouco. “Se ele está feliz comigo pra que vai ficar paquerando outra?”, é o que diz a secretária Caroline dos Santos que namora há 6 meses. Caroline afirma que nunca usou nenhum tipo de aplicativo e não aceitaria que o namorado usasse.  “Com certeza eu terminaria com ele”.
Eles
O estudante de administração R.M.A. namora há mais de dois anos e tem o aplicativo Tinder instalado no celular. “Eu uso o app constantemente, não acredito que isso seja traição, a única coisa que faço é conversar com outras pessoas. Não dou em cima de ninguém. Mas já me encontrei com duas garotas que conheci pelo aplicativo. Não rolou nada”, admite o estudante.
O que dizem os especialistas
O ser humano ao passar dos tempos foi adaptado para a monogamia. Por opção e pelo respeito ao parceiro. A dica dos especialistas para as pessoas que possuem os aplicativos escondidos dos companheiros é desinstalá-los. Isso pode evitar futuras dores de cabeça. Uma traição não precisa ser o fim, nem representar o fracasso da relação. Como tudo na vida, dependerá apenas do uso que o casal fizer da experiência e da maturidade que tenha para abordar os próprios problemas.

Erros que cometemos com os homens, quando estamos interessadas em namorar

Encontrar um namorado está cada vez mais difícil, as facilidades existentes fazem com que boa parte dos homens prefira relacionamentos passageiros, aventuras. Poucos querem compromisso e namorar parece muitas vezes parece ser algo tão complicado, que irá tolher a vida do outro, que irá tirar a liberdade.
Mas dizem que quem procura acha, e quando achamos, talvez pela empolgação, insegurança e até baixo estima, por encontrar alguém interessante e disponível, cometemos alguns erros, nada sérios, mas que podem complicar o início de um relacionamento e até abortar o mesmo.



Erro 1: Já reparou como às vezes parecemos ligeiramente histéricas quando estamos interessadas num homem?
Quando não estamos interessadas em alguém, costumamos levantar, dar de costas, recuar, ficar meio de lado, evitar o olhar do outro, certo? E quando o interesse é excessivo? Você se inclina demais, vira totalmente o corpo na direção do “alvo”, muitas vezes até excluindo quem está do lado, explica o psicólogo Thiago de Almeida, psicólogo do Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) e autor de A arte da Paquera – Inspirações à realização afetiva (Letras do Brasil). Pior, fala mais alto, ri demais, seu tom de voz fica mais agudo e você gesticula afetadamente, principalmente quando não sabe o que dizer, mas está totalmente entregue à tarefa de prender a atenção do outro.
Reconhece a cena? Pois então, na próxima vez, calma com o gestual. Esse interesse todo assim gratuito (afinal, você mal conhece o rapaz) e declarado de forma tão explícita, acaba sendo assustador.  Segundo Thiago, é preciso aprender a se comportar até na hora da conquista. Ele sugere que você tente tirar a atenção de si mesma e comece a prestar atenção no outro.
Erro 2: A verdade por trás do famoso telefonema do dia seguinte
Ligar ou não para ele no dia seguinte costumava ser o maior dos dilemas. Hoje, definitivamente, não é mais. Ligue ou não ligue, tanto faz, mas lembre de fazer direitinho o SEU dever de casa: tentar adivinhar como ele se sente após o encontro é pura perda de tempo, ao contrário, procure descobrir como VOCÊ se sente em relação a ele. E prepare-se para não dar nenhuma resposta definitiva para si mesma. Se ele telefonar será para convidar você para um próximo encontro. E a intimidade entre as pessoas, amantes ou não, se faz assim mesmo, devagar, encontro após encontro. Por isso, ligue se tiver vontade de dizer como se sente. Mas desconfie de si mesma se, além de vários SMS, já mandou um email na madrugada, contou para todas as suas amigas logo de manhã ‘como ele é O cara’ e já estiver com o clique pronto para adicioná-lo no Facebook, no Twitter e descobrir ‘tudo’ sobre ele.
Angie Royer
Erro 3: Definitivamente, o Príncipe Encantado não existe. Vivam os sapos!
Se em vez de um homem bom, você anda buscando um homem belíssimo, alto, rico e que entenda tudo de design, então você está se comportando como uma adolescente e, com certeza, os homens vão passar bem longe de você.
Esse é um dos excelentes conselhos de Tracy McMillan, no seu best-seller, Por que você não se casou...ainda? (L&PM) De fato, ficar só flertando com os bonitões e descartando os caras comuns é uma ilusão da mulherada, que se deixa fascinar por novelas de TV e acha que precisa de alguém tão melhor, mais interessante, mais bonito, mais rico, mais qualquer coisa do que ela mesma. Os rapazes apreciam nas garotas com quem escolhem se relacionar as características e os valores que são comuns a eles. 
Erro 4: O amor não tem hora para chegar
Relembre a cena: você decide que de hoje não passa e sai vestida para matar, decidida a encontrar o amor da sua vida, só para voltar, muitas horas e muitos drinques depois, frustrada consigo mesma por não ter conseguido. Os psicólogos chamam isso de autoboicote, ou seja, você estipula uma meta irreal, fantástica e impossível, apenas para se justificar depois, dizendo: “Ah, não consigo mesmo, sou uma megera horrorosa e sem graça e ninguém NUNCA vai gostar de mim!” Burrice? Pois saiba que esse comportamento é mais comum do que você pensa! Pessoas realmente bem sucedidas no amor não se encontram aos montes. E isso porque não é nada simples se dar bem no amor: requer um número considerável de fatores, do sincronismo do encontro ao investimento diário na relação. Não é rápido, não é cedo, nem basta pôr na cabeça para acontecer.
Erro 5: Se você não gosta da sua própria companhia, por que alguém, sobretudo um homem, vai gostar?
“Estar bem, mesmo estando sozinha é um aprendizado e requer treinamento, já que nossa cultura não estimula isso”, explica o psicólogo Thiago de Almeida. Está sozinha? Então aproveite seu tempo livre para investir mais nos seus interesses e começar a gostar mais de estar junto com você mesma. Faça mais ginástica e curta o seu corpo, volte para o curso de línguas e divirta-se com sua pronúncia, procure uma paixão, leia, escreva, desenhe, dance, ouça música, saia com amigos, seja uma Você melhor e mais divertida a cada dia! No mínimo, depois desse exercício de ficar bem consigo mesma você vai acabar descobrindo que consegue ser feliz sem precisar ser um par. E, aí, quem sabe, o cara que vai gostar de você do ‘jeito que você é’ aparece.
Erro 6: Sentir atração pelo cara errado é pura vaidade
Ainda existem mulheres que costumam valorizar o tipo cafajeste e vivem se apaixonando pelo ‘cara errado’. Os mais mentirosos, egoístas, manipuladores, são exatamente os que têm uma abordagem mais agressiva ou com mais “pegada” e, para algumas, isso ainda tem um quê de irresistível. De acordo com o psicoterapeuta Flávio Gikovate, esses homens obtêm sucesso com algumas mulheres porque elas se sentem envaidecidas pela forma explícita, sem rodeios  como eles demonstram seu desejo. Ou seja, não é sina se apaixonar pelo cara errado, é vaidade mesmo. Simples assim.
Erro 7: Alguém para casar? Fala sério!
Mesmo que essa seja a mais absoluta verdade e você se sinta totalmente pronta para se envolver eternamente numa relação, isso não é assunto para conversa num primeiro encontro (nem no segundo, no quarto ou no décimo, aliás). É tema de terapia, conversa com irmã ou de jantar entre amigas. Os homens têm uma visão muito prática sobre esse assunto: para eles, amor e sexo são uma coisa e casamento é outra. Casamento, inclusive, na opinião masculina, é uma obsessão feminina. Claro, casar pode muito bem fazer parte da trajetória de um casal, se e quando ambos acharem que viver a dois pode ser melhor do que viver só; mas querer “alguém pra casar” não pode ser a principal razão de um encontro, e, certamente, é um fator determinante para afugentar qualquer homem sensato.
Erro 8: Não use suas conquistas para competir com ele
Você é economicamente independente, tem vastos interesses, um belo cargo, é bonita, elegante e... está sozinha? Muitos homens podem não se aproximar porque acham que com tantos atributos, você vai querer certamente competir com eles. Ou então, vão preferir manter distância porque acham que não têm nada a oferecer para uma mulher tão ‘poderosa’ como você ou por receio de não merecer a SUA admiração. Para muitas mulheres é difícil imaginar que os homens também têm suas inseguranças. Eles têm, sim, e preferem as mulheres amáveis aos...’tratores’! Se você usa os seus atributos como uma arma apontada contra os outros, então prepare-se para ficar sozinha no seu pedestal. Quebre o “gelo”, mostrando que garota legal você é, dê o primeiro passo, mas, claro, lembrando-se de descer do salto primeiro!
Erro 9: A arte da conquista
A conquista é uma arte, alguém já disse isso, com certeza. Todos os animais sobre a Terra têm seus mecanismos para atrair o sexo oposto – então, porque o homem e a mulher não teriam também seus truques de atração? Segundo os especialistas, a feminilidade é um desses atrativos: menos a parte do decotão e mais o jeito delicado de sentar; menos o argumento ‘imbatível’ e mais o jeito de ouvir. Nessa dança da sedução, a primeira abordagem é importante. “Chegar se impondo, dando tapinhas e pretendendo ser a ‘dona’ do pedaço é um erro de cálculo feminino”, explica Thiago de Almeida. Homem nenhum gosta de se sentir desafiado ou intimidado, ainda mais na frente dos amigos. E, cá para nós, esse jeito todo agressivo não é também uma forma de insegurança?
Erro 10: Se você acha que não é boa o bastante, provavelmente não é mesmo
Entre as inevitáveis rejeições masculinas e as capas das revistas exibindo o mulherão que você não é (pouquíssimas, são, na verdade), acreditar que você não é boa o bastante é fácil. E isso acaba sendo verdade. Se você não se valoriza não está sendo boa o bastante para si mesma. Boa o bastante é a mulher tão consciente dos seus pontos fracos, quanto de suas qualidades e de seus pontos fortes. Que é tão amorosa consigo mesmo quanto é com os outros. Porque, independente de ter ou não um namorado, com a autoestima no lugar a vida vai ser boa e divertida de qualquer maneira. 
Fonte: Namorados.co - Adília Belotti e Drica Arantes 

terça-feira, 12 de maio de 2015

Saia já de casa! Veja dicas para desencalhar rapidinho

A um mês do Dia dos Namorados, dicas de quem entende do assunto podem fazer você fugir dos erros mais comuns e acertar na hora da paquera

» Terra















Se você está cansado da solteirice e de ver a maior parte dos seus amigos namorando e até se casando, calma! Você pode dar um fim nisso para não passar o dia 12 de junho a sós. A um mês do Dia dos Namorados, algumas dicas especiais de quem entende tudo sobre o assunto podem fazer você fugir dos erros mais comuns e tomar as atitudes certas na hora da paquera. Ah, o “guia prático” vale tanto para as meninas quanto para os meninos.

Saia de casa 
Quando procuramos alguém de fato, devemos estar abertos para isso. Portanto, homens e mulheres precisam sair de casa. “Aproveitem o dia de sol ou de chuva. Não deixem de ir a parques, cinemas, supermercados, shoppings, academias, bares, casas noturnas e encontrar os amigos. Vocês podem conhecer pessoas em muitos lugares”, alerta Thiago de Almeida, psicólogo, especialista no tratamento das dificuldades do relacionamento amoroso e autor dos livros "Relacionamentos amorosos: o antes, o durante... e o depois".

Tenha calma 
Muitas pessoas têm medo de encarar o outro numa paquera, enquanto outras se jogam demais. Por isso, vá com calma, veja se a aproximação vale a pena e se é isso mesmo que você deseja. O mundo não acaba amanhã, ano que vem tem outro Dia dos Namorados e não existe uma lei que diga que você tem que estar com alguém neste dia.

Nunca seja muito direto 
Ser óbvio pode causar um impacto de início, mas logo perde a força. “Melhor se aproximar sempre de forma oblíqua, indireta. Pode até armar uma situação que faça o encontro parecer uma obra do destino”, sugere Sergio Savian, psicanalista especializado em relacionamentos, autor de 14 livros, dentre eles "Paquera - brincadeira de gente grande”. Também é importante ter autocontrole. “Mesmo que você esteja muito atraído (a), não demonstre. Coloque um conta-gotas em seu desejo. Vá, pouco a pouco, ganhando a confiança do outro, e, quando for o momento certo, mude o canal e ataque”, ensina.

Seja você mesmo 
Ao se produzir muito ou assumir uma postura estudada, você parecerá falso (a). E isso não conquista. Portanto, seja único (a) e original. Seja você mesmo, não perca a naturalidade e nem leve tudo muito a sério. “O bom-humor é tudo na hora da conquista. Já chega a vida que é dura e cheia de problemas. Na sedução, alegria é fundamental”, analisa Sergio.

Conte com a ajuda dos amigos
Você é tímido? Não se sente confortável para abordar alguém sozinho? Um amigo (a) extrovertido (a) pode ser a solução, mas escolha bem! Além de facilitar a aproximação, o apoio dessa terceira pessoa poderá demonstrar que você é bem relacionado (a) e que existem pessoas legais que lhe querem bem. “Se você é alvo de tanto interesse, deve ser bom", pensará seu (sua) pretendente.

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