Qual livro escrito pelo psicólogo, Dr. Thiago de Almeida, você já teve a oportunidade de fazer o do

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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

COMPULSÃO SEXUAL e SEXO COMPULSIVO - Faça esse teste para saber se você sobre desses problemas



A compulsão sexual é caracterizada por um grande número de fantasias sexuais que ocupam a mente da pessoa, deixando-a inquieta, e que a impede de fazer outras coisas de maneira dedicada, concentrada e coerente. A pessoa espontaneamente apresenta um nível elevado de desejo e de fantasias sexuais, aumento de frequência sexual com compulsividade ao ato, controle inadequado dos impulsos e grande sofrimento. Preocupa-se a tal ponto com seus pensamentos e sentimentos sexuais que acaba por prejudicar suas atividades diárias e relacionamentos afetivos. Daí, a pessoa somente “pensa naquilo” e tem fantasias sexuais durante todo o tempo e não consegue concentrar-se em outra coisa que não sejam estas fantasias. Normalmente, essas pessoas não ficam somente na fantasia, e a doença os leva aos comportamentos sexuais exagerados e, às vezes, perigosos. Considera-se que para determinar um diagnóstico de compulsão sexual, esse comportamento acima descrito deve durar pelo menos seis meses.
A diferença entre compulsão e obsessão está na necessidade repetitiva de realizar atos sexuais. A atividade sexual passa a dominar as atividades da vida diária da pessoa e acarreta prejuízos, ou seja, a pessoa perde o controle do impulso sexual, sente uma constante necessidade de buscar sexo (em muitos casos, não necessariamente com o coito) e, portanto, torna-se dependente dos seus comportamentos relacionados ao intercurso sexual. A obsessão tem menor intensidade de ansiedade e traz menos conseqüências sociais. Em sexo, não há regras definidas para o que seja certo ou errado, muito menos de muito ou pouco. Há pessoas que necessitam de sexo mais do que outras e não podem ser rotuladas de viciadas.
Não é pensar em sexo, mas sim, pensar de uma forma compulsiva, repetitiva, e que não consegue evitar. As mulheres são em menor número na compulsão sexual, mas não na compulsão por comida, álcool, drogas onde a porcentagem é maior.
O processo até a compulsão sexual geralmente não ocorre rápido. Podem-se observar níveis diferentes de adição ao sexo, desde masturbação compulsiva e prostituição, a alguns comportamentos parafílicos (perversos) como exibicionismo, voyeurismo ou mesmo pedofilia (abuso sexual de crianças) e estupro.
Hoje em dia, com o maior acesso aos meios de comunicação como internet, encontramos uma nova modalidade de hiperssexualidade: compulsão sexual virtual (sexo virtual), atingindo mais de 2.000.000 de pessoas que gastam de 15 a 25 horas, por semana, em frente ao computador navegando em sites de sexo.
A compulsão sexual ou Desejo Sexual Hiperativo é uma síndrome que pode se originar de diferentes causas. Por vezes, é visto como um problema de adição e dependência ao sexo, similar às drogadições de cocaína, álcool ou heroína. Pode ser encarado como um problema de comportamento mal adaptado, onde o ato repetitivo de busca de prazer sexual foi aprendido ao longo da vida como tranqüilizante, diminuindo sentimentos de ansiedade, medo e solidão. Também podemos compreender esse distúrbio como uma doença, com alterações anormais no balanço de substâncias neurais (neurotransmissores).
Os prejuízos para o compulsivo sexual são muitos, tanto na esfera pessoal e social. Quando é descoberto o preconceito é grande, pois gera medo e ansiedade nas pessoas que convivem com o compulsivo. Desta forma ele é colocado de lado e repudiado pela sociedade. Na esfera pessoal o seu sofrimento por fazer o que não aceita leva desde a dificuldade de relacionamento até o suicídio.
O conjunto de sintomas apresentados pelo Desejo Sexual Hiperativo pode, na verdade, representar transtornos diferentes, cada qual devendo ser tratado de forma distinta, conforme sua possível causa. Existem alguns tratamentos que dependem inicialmente da própria pessoa perceber a necessidade de ajuda e procurar o acompanhamento de um terapeuta que vai tratar a sua grande ansiedade. A psicoterapia é fundamental e busca as raízes do problema. Medicamentos também podem ser usados de uma forma sintomática, diminuindo a ansiedade, dando tempo para se ter os resultados da psicoterapia. Sempre a participação do(a) companheiro(a) é essencial para qualquer terapia, pois é com ela que ele mais convive, mais confia e que nos momentos de maior ansiedade pode, por meios aprendidos pelo tempo de convívio, aliviar e relaxar o parceiro. Ela deve estimular o tratamento pela psicoterapia e deixar claro que pode contar com a sua ajuda e que espera com os bons resultados do tratamento poder curtir muitos bons e intensos momentos sexuais com muito carinho e afetividade.

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sábado, 13 de janeiro de 2018

Terapia de casais, o que é? para que serve?




No começo de uma relação é comum que as pessoas cedam mais, se adaptem melhor aos gostos do companheiro e acabem por anular as próprias escolhas e vontades. Isso tudo é considerado uma estratégia para cortejar e agradar o parceiro. O problema, porém, surge na hora da descoberta de irremediáveis imperfeições dos seres amados.

Este é o momento ideal para buscar um terapeuta, uma pessoa neutra que poderá ajudar a resgatar os valores da relação. A presença de um profissional pode melhorar o convívio desgastado e trazer de volta o sentido da vida a dois. “A terapia é a segunda chance do casal de causar a primeira impressão no outro”, afirma o psicólogo Thiago de Almeida, considerado pela American Biographical Institute (ABI) o maior especialista em relacionamentos amorosos no Brasil.

Muitos motivos podem levar os casais a procurar auxílio: problemas sexuais, má comunicação ou até falta de empatia. A famosa “rotina”, justificativa constante para o fim de um relacionamento, também é pauta recorrente nas discussões sobre a relação. Mas, segundo o psicólogo, essa é uma desculpa comum utilizada pelos casais quando eles não entendem que, na verdade, o problema é a monotonia.

“Algum grau de rotina é indispensável para a vida, e aperfeiçoa os processos do dia a dia. A rotina em si é benéfica, nos permite cumprir com regularidade, constância e pontualidade os nossos deveres espirituais, familiares e profissionais e, dessa forma, também proporciona ao casal sentimentos de estabilidade e segurança”. Almeida afirma que o importante é não se deixar levar pela monotonia. “A monotonia sim é mortífera. Fazer as coisas do mesmo jeito acreditando que vai alcançar os mesmos resultados que tinha no início da relação mina qualquer relacionamento” diz.

Como melhorar a relação
Além da terapia, há pequenas atitudes diárias que podem ajudar o relacionamento. O esforço de ambos por uma comunicação mais efetiva é uma delas. “É importante que os parceiros façam perguntas como: ‘O que você acha que pode mudar? ’ / ‘O que não está legal para você? ’ Os casais devem percebem que o diálogo deve ser fonte de resolução de problemas e não de afastamento”, afirma.

Esse diálogo, porém, deve ser feito da forma mais clara possível, pois algumas pessoas tendem a receber a queixa do companheiro como uma crítica. Para evitar esse tipo de problema, o terapeuta recomenda três passos: primeiro tente construir os verbos no futuro do pretérito, ou seja, em vez de dizer “o que você pode mudar?” diga “o que você poderia mudar?”. Além disso, tente expressar as suas vontades da mesma maneira, para não parecer que você está dando uma ordem: “Eu gostaria que você não deixasse o lixo acumulado”. Por fim, sempre que possível tente fazer acordos com o seu companheiro. Por exemplo, se o lixo é um problema da casa que tal propor que cada um recolha o lixo num dia da semana?

Outra forma de amenizar a relação é evitar a explosão. Quando uma pessoa está muito irritada, é comum que o seu organismo apresente alguns sinais, como taquicardia e suor. O psicólogo orienta, então, que ao perceber essas mudanças, por mais que seja difícil, é hora de parar e pensar. “Muitas vezes, levamos apenas 20 minutos para voltarmos ao estado normal. As pessoas acham que no calor do momento conseguirão resolver alguma coisa, mas não é verdade, ninguém tem cabeça para isso. Elas precisam de um tempo para recuperar a sanidade, o equilíbrio” explica.

A união entre a força de vontade e o acompanhamento profissional é essencial para a recuperação de um relacionamento. Almeida acredita que essa é uma das formas mais eficazes de conseguir os melhores efeitos na vida a dois. “Viver assim é aprender o significado das palavras: companheirismo, renúncia, perdão, respeito, cumplicidade, paciência”, finaliza.

A importância da autoestima e da felicidade para o ser humano




Importância da autoestima 
A atenção dispensada a este tema não é recente. Desde a Grécia antiga, filósofos como Aristóteles já tentavam decifrar o enigma da existência feliz. Considerada como um importante aspecto na vida, a autoestima constitui um sentimento de juízo, de apreciação, valorização, bem-estar e satisfação que o sujeito tem de si mesmo e expressa pelas atitudes que toma em relação a si mesmo. Para muitos autores, a expressão autoestima, além de trazer implícito o sentido de sucesso e de ser capaz, também está intimamente relacionada à visão de uma pessoa que se ajusta às constantes mudanças da realidade. Dessa forma, a autoestima corresponde ao somatório de valorações que o indivíduo atribui ao que sente e pensa, avaliando seu comportamento como positivo ou negativo, a partir desse quadro de valores. E por que falarmos de autoestima é tão importante? A autoestima é considerada um importante indicador da saúde mental por interferir nas condições afetivas, sociais e psicológicas dos indivíduos. Interfere, portanto, na saúde, no bem-estar e na qualidade de vida da população em geral.
Enquanto filósofos ainda debatem a essência do estado de felicidade de tal forma que esses pensadores consideraram a felicidade como o bem maior e a principal motivação para a ação humana. Mais recentemente, psicólogos e demais pesquisadores empenharam-se, nas últimas três décadas, para construir conhecimento e trazer evidências científicas sobre o conceito de bem-estar.  Os primeiros estudos sobre autoestima foram realizados por William James, psicólogo de pensamento funcionalista, que estudava o quanto o organismo se utilizava das funções da mente para se adaptar ao meio ambiente. No início dos estudos da Psicologia acerca dos diversos fenômenos humanos, nos psicólogos demos pouca atenção para o estudo do bem-estar subjetivo, preferindo investigar a infelicidade e o sofrimento humano.
O termo "felicidade" passou a ser indexado no Psychological Abstracts em 1973 e o periódico Social Indicators Research, fundado em 1974, começou a publicar um grande número de artigos sobre bem-estar subjetivo (Diener, 1984). Definir bem-estar é difícil, uma vez que pode ser influenciado por variáveis tais como idade, gênero, nível socioeconômico e cultura. Muito amplamente, aponta-se que uma pessoa com elevado sentimento de bem-estar apresenta satisfação com a vida, a presença frequente de afeto positivo, e a relativa ausência de afeto negativo. 
A identificação que o indivíduo estabelece com o mundo exterior interfere na formação de sua autoestima. Os relacionamentos familiares exercem papel fundamental na visão e/ou aceitação que o indivíduo tem de si e dos sentimentos auto nutridos. Uma criança cuja mãe é super protetora, que não lhe permite sair, brincar com amigos, vivenciar costumes diferentes, adquirir outros referenciais de relacionamento e, ainda, recebe críticas por tudo que realiza, é bem provável que não acreditará em seu potencial, não se sentirá segura para executar quaisquer atividades e certamente apresentará baixa autoestima. Ao contrário, a criança, cujo comportamento é reforçado pela família, provavelmente se sentirá segura e confiante para realizar o que lhe for solicitado. Em ambos os casos, a autoestima decorre do quanto o indivíduo se sente em relação a si próprio: autoconfiante e competente ou fracassado e incompetente. Anteriormente, Rosenberg (1985) e Coopersmith (2007), autores clássicos da autoestima, já reforçavam o fator da valoração, considerando que indivíduo conduz sua vida no sentido de projetar em seus ideais o poder maior ou menor que atribui ao “outro” sobre si. 

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Função das emoções na vida das pessoas


Não existe um único momento em nosso dia a dia em que estejamos livres de emoções, ainda que não saibamos identificá-las. Tudo o que aprendemos em nossa vida está, em parte, determinado pelo nosso estado emocional de base e sua origem. Todos nós sentimos as mais diversos sentimentos e emoções em nossas vidas. Alegria, tristeza, medo, nojo e raiva são apenas algumas delas. Mas como essas emoções podem ser entendidas do ponto de vista psicológico? Como elas podem ajudar ou influenciar negativamente a nossa vida? Como fazer para termos uma vida mais equilibrada diante das nossas emoções? Assista este divertido vídeo e aprenda mais sobresuas emoções.

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