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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Mais um livro GRATUITO PARA DOWNLOAD - E esse é sobre ciúme

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Você é exigente demais no amor? faça este teste e descubra

http://mulher.uol.com.br/comportamento/quiz/2014/04/19/voce-e-exigente-demais-no-amor.htm

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Insistir ou desistir? Eis a questão Especialistas ensinam a avaliar quando insistir em algo pode ser um erro...

Não há como fugir: mudanças ocorrem dentro e fora de nós. E o que era bom no início, pode não fazer mais sentido em um momento posterior da vida. As razões para essa transformação no nosso modo de perceber pessoas e situações são as mais variadas: por vezes nós é que mudamos nossas aspirações e descobrimos novos talentos. Em outras ocasiões, os acontecimentos simplesmente seguem em direções diferentes das que havíamos previsto – ou idealizado. Daí, quando a realidade contrapõe a expectativa que tínhamos, surge o conflito e o questionamento angustiante: insistir ou desistir?
Quando a dúvida diz respeito a um relacionamento amoroso, a decisão se torna ainda mais difícil, pois há diversos fatores envolvidos.
"As pessoas se acostumam umas com as outras, existe uma relação íntima entre elas, que passaram juntas por um período da vida que não pode ser simplesmente descartado. Isso tudo dificulta a decisão de terminar ou não a relação", explica o psicólogo especialista em relacionamentos amorosos Thiago de Almeida.
Já na vida profissional, há questões mais práticas que podem ser levadas em conta, como a necessidade de garantir um salário ao fim do mês, mesmo quando se está insatisfeito em determinada posição.
"A chegada de um filho ou as mudanças ocorridas em alguns valores pessoais ou prioridades também podem gerar questionamentos sobre o atual trabalho", diz a psicóloga Mariana Stachiu.
Tanto na vida pessoal quanto profissional, pesa, ainda,o fato de que toda mudança é uma crise e nos obriga a sair de uma situação da qual temos controle e partir para o desconhecido. Só que nem sempre estamos dispostos ou preparados para enfrentar a turbulência.
"Mesmo quando a insatisfação é grande, o movimento de buscar algo diferente, assumir riscos e lidar com um novo aprendizado, distorce a nossa avaliação e contribui para que subestimemos o desconforto", afirma a psicóloga Luci Balthazar.
Por outro lado, não há dúvidas de que todo obstáculo pode ser visto como um desafio. Mas e se você não estiver disposto a enfrentá-lo?
"Todo ser humano tem seu limite de aceitação, compreensão e tolerância determinados pelas experiências já vividas", declara a psicanalista Albangela Ceschin Machado.
De qualquer forma, diante da dúvida, seja ela qual for, vale refletir sobre o sofrimento que a situação atual está lhe causando. Continuar ou desistir de uma relação amorosa, por exemplo, dependerá da capacidade individual de conviver e administrar conflitos. Já em um impasse de ordem profissional, vale considerar que o trabalho, além de ser uma fonte de renda, também precisa ser forma de realização e uma oportunidade de exercitar os talentos e de ser reconhecido por eles.
Fazer perguntas a si mesmo, imaginando um cenário diferente do que o deixa descontente no momento, pode ajudar a encontrar o motivo da sua insatisfação, conforme orienta a coach BibiannaTeodori.
"Numa situação profissional, você pode se questionar: E se eu fosse promovido? E se recebesse um aumento? E se pudesse trabalhar em casa? E se o chefe que eu não suporto mudasse de área ou saísse da empresa? E se eu trocasse de emprego?", exemplifica.
O caminho do meio
Entre insistir e desistir, há, ainda, a opção de mudar: sentimentos, atitudes ou ponto vista.
"Numa relação, sempre é possível negociar. Mas é preciso que cada um dos dois saiba de si, de suas verdadeiras intenções, e seja capaz de estabelecer um acordo bom para ambos os parceiros, sem pender para um dos lados", diz o psicoterapeuta Sergio Savian.
"Insistir ou desistir também implica em investimento pessoal. Mas uma vez analisados os fatores e tomada a decisão, pode ser necessário conviver com aquela situação ruim por um tempo, até que seja possível colocar em prática uma estratégia para atingir a meta definida", diz a psicóloga Luci Balthazar.
Também é interessante considerar que resolver abandonar um emprego ou relacionamento não é sinônimo de fracasso. Pode significar apenas que fizemos uma avaliação e concluímos que o investimento psíquico e emocional exigido para manter a situação anterior era penoso demais.
"Desistir de algo é muito difícil, tão ou mais difícil do que investir. Algumas vezes, é mais justo assumir o que não pode fazer ou já não consegue mais continuar por algum motivo a não cumprir os compromissos adequadamente", diz a coach BibiannaTeodori.
Por fim, depois de resolvido o impasse, tente não se lamentar pelo tempo perdido. Lembre-se que toda experiência é um aprendizado, que contribui para o crescimento pessoal. Além disso, todo o fim traz a possibilidade de um recomeço.
"É a oportunidade que cada um de nós tem para fazer algo melhor do que havíamos planejado. As mudanças de percurso são importantes, pois nos preparam para atingir nossos mais nobres objetivos", declara a psicóloga Mariana Stachiu.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Desistir não é fracassar; aprenda a avaliar quando insistir é um erro

Marina Oliveira e Rita Trevisan
Do UOL, em São Paulo
  • Getty images
    Tanto na vida pessoal quanto profissional, a mudança significa uma crise
    Tanto na vida pessoal quanto profissional, a mudança significa uma crise
Não há como fugir: mudanças ocorrem dentro e fora de nós. E o que era bom no início, pode não fazer mais sentido em um momento posterior da vida. As razões para essa transformação no nosso modo de perceber pessoas e situações são as mais variadas: por vezes nós é que mudamos nossas aspirações e descobrimos novos talentos. Em outras ocasiões, os acontecimentos simplesmente seguem em direções diferentes das que havíamos previsto –ou idealizado. Daí, quando a realidade contrapõe a expectativa que tínhamos, surge o conflito e o questionamento angustiante: insistir ou desistir?
Quando a dúvida diz respeito a um relacionamento amoroso, a decisão se torna ainda mais difícil, pois há diversos fatores envolvidos. "As pessoas se acostumam umas com as outras, existe uma relação íntima entre elas, que passaram juntas por um período da vida que não pode ser simplesmente descartado. Isso tudo dificulta a decisão de terminar ou não a relação", explica o psicólogo especialista em relacionamentos amorosos Thiago de Almeida, mestre em psicologia pela USP (Universidade de São Paulo).
Já na vida profissional, há questões mais práticas que podem ser levadas em conta, como a necessidade de garantir um salário ao fim do mês, mesmo quando se está insatisfeito em determinada posição. "A chegada de um filho ou as mudanças ocorridas em alguns valores pessoais ou prioridades também podem gerar questionamentos sobre o atual trabalho", diz a psicóloga Mariana Stachiu, coach pela Sociedade Brasileira de Coaching.


Tanto na vida pessoal quanto profissional, pesa, ainda,o fato de que toda mudança é uma crise e nos obriga a sair de uma situação da qual temos controle e partir para o desconhecido. Só que nem sempre estamos dispostos ou preparados para enfrentar a turbulência. "Mesmo quando a insatisfação é grande, o movimento de buscar algo diferente, assumir riscos e lidar com um novo aprendizado, distorce a nossa avaliação e contribui para que subestimemos o desconforto", afirma a psicóloga Luci Balthazar, mestre em Psicologia do Trabalho pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
Por outro lado, não há dúvidas de que todo obstáculo pode ser visto como um desafio. Mas e se você não estiver disposto a enfrentá-lo? "Todo ser humano tem seu limite de aceitação, compreensão e tolerância determinados pelas experiências já vividas", declara a psicanalista Albangela Ceschin Machado, especialista em terapia de casal pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
De qualquer forma, diante da dúvida, seja ela qual for, vale refletir sobre o sofrimento que a situação atual está lhe causando. Continuar ou desistir de uma relação amorosa, por exemplo, dependerá da capacidade individual de conviver e administrar conflitos. Já em um impasse de ordem profissional, vale considerar que o trabalho, além de ser uma fonte de renda, também precisa ser forma de realização e uma oportunidade de exercitar os talentos e de ser reconhecido por eles.
Fazer perguntas a si mesmo, imaginando um cenário diferente do que o deixa descontente no momento, pode ajudar a encontrar o motivo da sua insatisfação, conforme orienta a coach BibiannaTeodori, coautora do livro "Coaching na Prática" (Editora França). "Numa situação profissional, você pode se questionar: E se eu fosse promovido? E se recebesse um aumento? E se pudesse trabalhar em casa? E se o chefe que eu não suporto mudasse de área ou saísse da empresa? E se eu trocasse de emprego?", exemplifica. 





Largar tudo e dar a volta ao mundo não é só para milionários; veja histórias26 fotos

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"Descobrimos que era possível viajar o mundo de carro pelo livro "Challenging your Dreams" e ficamos com essa ideia na cabeça. Decidimos viajar assim nos inspirando neles. Quando contamos sobre a viagem, a crítica era sempre em torno de largar o emprego. Somos da geração cujos pais passaram por uma hiperinflação e, para eles, a estabilidade é a chave da felicidade. Ninguém largaria um bom emprego a menos que fosse por outro". Leonardo Spencer, 29, administrador que está fazendo uma viagem de volta ao mundo com a mulher, a economista Rachel Paganotto, 28. Foto tirada à caminho para o vulcão Chimborazo, Equador Arquivo pessoal
O caminho do meio
Entre insistir e desistir, há, ainda, a opção de mudar: sentimentos, atitudes ou ponto vista. "Numa relação, sempre é possível negociar. Mas é preciso que cada um dos dois saiba de si, de suas verdadeiras intenções, e seja capaz de estabelecer um acordo bom para ambos os parceiros, sem pender para um dos lados", diz o psicoterapeuta Sergio Savian, autor do livro "Amar Vale a Pena!" (Editora Landscape).
"Insistir ou desistir também implica em investimento pessoal. Mas uma vez analisados os fatores e tomada a decisão, pode ser necessário conviver com aquela situação ruim por um tempo, até que seja possível colocar em prática uma estratégia para atingir a meta definida", diz a psicóloga Luci Balthazar.
Desistir não significa ser derrotado
Também é interessante considerar que resolver abandonar um emprego ou relacionamento não é sinônimo de fracasso. Pode significar apenas que fizemos uma avaliação e concluímos que o investimento psíquico e emocional exigido para manter a situação anterior era penoso demais. "Desistir de algo é muito difícil, tão ou mais difícil do que investir. Algumas vezes, é mais justo assumir o que não pode fazer ou já não consegue mais continuar por algum motivo a não cumprir os compromissos adequadamente", diz a coach BibiannaTeodori.
Por fim, depois de resolvido o impasse, tente não se lamentar pelo tempo perdido. Lembre-se que toda experiência é um aprendizado, que contribui para o crescimento pessoal. Além disso, todo o fim traz a possibilidade de um recomeço. "É a oportunidade que cada um de nós tem para fazer algo melhor do que havíamos planejado. As mudanças de percurso são importantes, pois nos preparam para atingir nossos mais nobres objetivos", declara a psicóloga Mariana Stachiu.

domingo, 30 de março de 2014

NAMORAR COMBATE O ESTRESSE

Você sabia que namorar ajuda a combater a ansiedade e depressão? Conheça os benefícios do relacionamento amoroso


Texto: André Bernardo/ Foto: Shutterstock/ Adaptação: Letícia Maciel 
Estar apaixonado ajuda a combater doenças, como ansiedade e depressãoFoto: Shutterstock 
Namorar faz bem ao organismo. E à autoestima também. É o que reafirma um estudo da Associação Americana para o Progresso da Ciência. A neurocientista Wendy Hill pesquisou o comportamento de 15 casais de estudantes, divididos em dois grupos. Enquanto os pares do primeiro grupo se beijaram durante 15 minutos (com direito à luz suave e música romântica), os do segundo grupo tiveram que se contentar em apenas conversar durante esse período.
Por meio da análise de sangue e urina dos participantes, a pesquisadora verificou que os níveis de cortisol — hormônio ligado ao estresse — dos membros do primeiro grupo despencaram, enquanto os do segundo grupo se mantiveram inalterados. O resultado da pesquisa não surpreendeu o psicólogo Thiago de Almeida, da USP, especialista em relacionamentos amorosos. Segundo ele, além de reduzir o estresse e aliviar as tensões, estar apaixonado ajuda a combater doenças, como ansiedade e depressão. “O amor fortalece o sistema imunológico contra agentes patogênicos, como vírus, fungos e bactérias”, confirma.

Um pouco de machismo faz bem à relação?

"Um pouco de machismo [na relação] faz bem senão vira bagunça", disse o ator Bruno Gissoni. O que você pensa a respeito? Especialistas opinam sobre o assunto!


Foto: Thinkstock
Foto: Thinkstock
Da REDAÇÃO
Uma declaração recente do ator Bruno Gissoni, em entrevista ao jornal "O Globo", deu o que falar. Para ele, "um pouco de machismo [na relação] faz bem, senão vira bagunça". O ator vive o personagem André na novela "Em Família", e namora Luíza, interpretada pela atriz Bruna Marquezine. Depois, pelo Twitter, o ator se defendeu dizendo que não é machista e que sua declaração foi tirada de contexto. A questão é que nenhuma atitude de natureza machista faz bem em relacionamentos afetivos.
Mas não estamos tão distante dessa realidade comportamental dos homens. Basta relembrar de alguns comentários típicos, como "mulher que faz sexo no primeiro encontro não serve para casar"; "cuidar da casa, lavar e passar é coisa de mulher"; "mulher minha não tem que trabalhar fora"; "mulher que gosta de usar roupas curtas é porque quer ser cantada" ou ainda a clássica "homem velho com mulher novinha é normal, mas o contrário não é legal". Essas e outras mais são algumas das afirmações machistas mais reproduzidas no dia a dia. E embora elas sejam ditas de maneira sarcástica, são atitudes como essas que definem alguém como machista, explica o psicólogo Thiago de Almeida, que também é autor dos livros "Relacionamentos amorosos: o antes, o durante e o depois" e "Ciúme e suas consequências para os relacionamentos amorosos".
Sobre a declaração de que um pouco de machismo é bom para a relação, Thiago avalia que muitos homens ainda pensam dessa forma. Ele ainda reforça que não há necessidade desse tipo de ideologia para um relacionamento se traduzir em duração e qualidade em termos de satisfação para ambos os envolvidos. "Muito pelo contrário: esse tipo de pensamento está fadado ao fracasso. Uma boa relação se constrói tendo por base amor, respeito, companheirismo e diálogo. Se o homem tem pensamentos machistas, a mulher deve considerar se realmente vale viver alicerçada nestes fundamentos. A mulher não deve aceitar viver sob a sombra de um companheiro machismo, senão ela irá se frustrar e viver infeliz na relação", explica.
Para Oswaldo M. Rodrigues Jr., que é psicólogo, psicoterapeuta sexual e membro do Conselho Científico da Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana, uma pessoa machista é aquela que vê o homem sempre de maneira superior à mulher. Mas é importante entender também que há mulheres machistas. "Muitos homens e muitas mulheres pensam assim! Um exemplo é a mulher que convida o homem para jantar e, na hora de pagar a conta no restaurante, se ele propõe dividir as despesas, ela se levanta e vai embora, deixando-o sozinho", opina Oswaldo, que também é membro dos Conselhos Consultivos da WAS (World Association for Sexual Health).
E aquela velha discussão de que os homens são machistas por conta da criação das mães? Para Thiago de Almeida, muitas famílias ainda criam seus filhos para serem os provedores. E dependendo do ambiente que crescem - comunidades, amigos ou escola - os meninos ainda acreditam que devem ser superiores às mulheres. "Nisso, algumas mães, também pela maneira como foram criadas, acreditam que seus filhos devem, sim, mandar em suas futuras mulheres, pois elas mesmas obedecem a seus maridos", analisa o psicólogo.
Para Renata Yamasaki, os filhos devem receber a educação afetiva e sexual em casa, aprendendo a conhecer valores da vida sem as distorções da cultura e da sociedade. "É em casa que eles precisam ser ensinados das virtudes morais", diz. Em relação aos problemas que um relacionamento machista pode trazer à mulher, Oswaldo analisa que isso depende de quem são as pessoas envolvidas no casal. "Uma mulher machista necessita de um homem machista. Por sua vez, uma mulher machista espera que o homem pague a conta do restaurante, do motel, da viagem de férias etc. Quando o casal não tem a mesma proposta ideológica, com certeza, haverá conflito", comenta o psicoterapeuta.
Na avaliação da psicóloga Renata Yamasaki, um homem com atitudes machistas tende a rebaixar a mulher e a derrubar sua autoestima fazendo com que ela sinta-se diminuída e por baixo. "Esta atitude pode levá-la a sentir-se fraca, sem coragem, não conseguindo reverter a situação em que se encontra, tornando-se 'refém' dessa relação doentia. Em alguns casos vale até mesmo procurar ajuda profissional especializada para ajudar essa mulher a entender e a se posicionar diante desta situação", avalia a psicóloga.
CLIQUE AQUI para saber quais sinais indicam que ele é machista!

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