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domingo, 5 de maio de 2013

Histórico da Timidez


A palavra timidez vem do latim, que significa medo. Já no dicionário Aurélio, o adjetivo significa: 1-Que tem temor / 2- Que tem dificuldade de relacionar-se com outrem; acanhado, bisonho, retraído.
A timidez é muito mais complexa do que os dicionários apresentam, a inibição é uma questão de estado do indivíduo e por essa condição pode representar um lado negativo ao mesmo.
A Universidade de São Paulo (USP) possui um centro de pesquisas em seu campus, onde o coordenador do Centro de estudos da timidez e do amor, professor Ailton Amélio da Silva, desenvolve pesquisas relacionadas ao tema. Ailton afirma que cerca de 50% das pessoas são tímidas e vítimas de sintomas como gagueira, coração disparado, aumento da pressão sanguínea, tremedeira, vergonha e medo de ser rejeitado. Fatores que acabam atrapalhando o início de uma relação amorosa, por exemplo.
No entanto, a timidez não deve ser confundida com fobia social, pois esta traz maiores prejuízos à vida do indivíduo e seus sintomas são mais intensos; como a antipatia – visto que quando a esfera da timidez é ultrapassada, e a situação de ansiedade é superada o indivíduo pode se mostrar muito afetuoso; Personalidade anti-social – a timidez incomoda o indivíduo justamente por afetar o relacionamento com outras pessoas, o que é indiferente para uma pessoa anti-social.
O caso da atriz, Bianca Salgueiro, 18, que se classificou em quatro vestibulares para o curso de engenharia química, segundo informações do G1(portal de notícias da rede Globo) é um exemplo relevante para a construção do livro-reportagem proposto. Na reportagem, Bianca afirmou ser muito mais estudiosa e tranquila do que agitada. Esse tipo de comportamento geralmente é evidente em pessoas tímidas, que mesmo com a inibição conseguem se destacar em outros aspectos, como nos estudos.
Segundo Susan Cain, que lançou o livro “Quiet: the power of introverts in a world that can’t stop talking” (Quietos: o poder dos introvertidos em um mundo que não para de falar) – os tímidos e os introvertidos mais bem-sucedidos são justamente aqueles que transformam timidez e introversão em aliados ao longo da vida.
Já Marti Olsen Laney, autora do livro: A vantagem do tímido – como alcançar o sucesso no mundo comunicativo-, acredita que há uma diferença entre os tímidos e introvertidos, e isso deve ser levado em conta, quando for analisado o perfil de cada um desses traços de personalidade.
“A timidez é uma ansiedade social, acanhamento extremo quando se está rodeado de pessoas. Pode ter raízes genéticas (na forma de um centro do medo altamente reativo), mas é normalmente adquirida a partir de experiências na escola, com amigos e com a família. (Marti, OLSEN LANEY- Psicóloga- A vantagem do tímido- como alcançar sucesso no mundo comunicativo)
Ainda de acordo com Marti, a timidez para alguns, pode se apresentar ou não em idades variadas e em determinadas situações. As pessoas tímidas podem se sentir pouco a vontade em conversas com apenas uma pessoa ou em situações em grupo. Não se trata de uma questão de energia; é uma falta de autoconfiança em situações sociais, é o medo do que os outros pensarão do indivíduo. Produz suores, tremores, vermelhidão no rosto, palpitações, excesso de autocrítica e uma sensação de que as pessoas estão rindo do indivíduo.
No Livro The perssuit of happinnes, o psicólogo David Myers, faz estudos que provam que os extrovertidos são mais felizes. Os introvertidos não descrevem a felicidade da mesma maneira, e foram observados como infelizes. (Marti OLSEN LANEY- A vantagem do tímido – Como alcançar sucesso em um mundo comunicativo pág:14)
“Quando a extroversão é admitida como o resultado natural de um desenvolvimento sadio, nada mais resta a introversão do que se tornar o “temível” oposto. De algum modo, é como se os introvertidos tivessem falhado em alcançar uma sociabilização adequada, e estão fadados a infelicidade e ao isolamento, (David MYERS- Psicólogo- The Perssuit of Happiness)
Para a psicóloga Olga Tessari, que atua na área desde 1984, pesquisadora, escritora, consultora comportamental, coach profissional e palestrante, o tímido tem dificuldade de se adaptar na sociedade quando precisa estar em contato “olho no olho”. Pela própria dificuldade de se comunicar e de se expressar, ele prefere atividades em que não se destaque, em que não seja líder e em que mantenha tudo sob o seu controle. Nesse sentido, ele se dá muito bem em informática e outros trabalhos solitários, que não necessitem da interação em equipe. A internet é uma boa ferramenta de contato para o tímido, que se expressa muito melhor atrás da telinha do computador por meio da escrita, justamente porque não tem o olhar do outro sobre ele.
Sobre o perfil de um tímido, Olga diz que geralmente são pessoas de aparência fechada, sisuda, que passam a impressão de ser arrogante (mas não são segundo ela); de pouca conversa com pessoas desconhecidas. Evitam situações onde haja muita gente, justamente porque gostam de ter tudo sob controle (quanto mais gente, menos controle). Tem medo de errar, preocupa-se com o comentário e/ou crítica dos outros, quer agradar a todos, deixando-se de lado ou em último plano. Seu comportamento colabora para a elevação da ansiedade, o que o faz ter muitos medos, insegurança e baixa autoestima.
“O tímido perde muitas oportunidades e deixa de viver a vida que gostaria de ter por causa da sua timidez. Há casos de pessoas tímidas que sabendo da sua condição e para tentar evitar o sofrimento se tornam limitados, frustrados consigo mesmos, considerando-se covardes e com baixa autoestima, justamente porque tentaram reagir, resolver esse problema e não conseguiram”. (Olga TESSARI, Psicóloga)
Alexandra Robbins (jornalista) iniciou uma pesquisa de campo com alunos tímidos. Sua experiência mostra que os rejeitados são mais interessantes intelectualmente e os que têm maiores chances de sucesso profissional no futuro. “A solidão os torna observadores e curiosos. Em vez de ir a tantas festas e encontros, eles lêem muito e criam um mundo interior vasto”, afirma Alexandra, autora do livro The geeks shall inherit the earth (O mundo será dos geeks), lançado nos EUA e sem edição no Brasil.
Para o doutor e professor Thiago de Almeida (psicólogo e pesquisador da Universidade de São Paulo, especializado em relacionamentos amorosos, palestrante e consultor sobre qualidade de vida e gestão em recursos humanos), costuma-se identificar como timidez, o desconforto e as inibições que ocorrem na presença de outras pessoas.
“Suas expressões mais óbvias são o silêncio, o retraimento, o rubor, a tartamudez e a ansiedade. O termo inibição, que estaria relacionada à timidez, é, a condição mental em que ocorre uma limitação do desempenho, e descreve a timidez que pode ser observada, como por exemplo, isolar-se das pessoas e emudecer diante de situações claramente sociais”. (Thiago DE ALMEIDA- Psicólogo e pesquisador da USP) 
Antes de 1970, todas as pesquisas sobre timidez eram focalizadas exclusivamente nas crianças, especialmente adolescentes, estudados por psicólogos do desenvolvimento que geralmente baseavam-se em testemunhos de pais e professores. Entretanto, este quadro modificou-se no final dos anos 70, com a pesquisa instituída pelo Programa de Pesquisa de Timidez de Stanford, chefiado por Philip Zimbardo.
O interesse de Zimbardo na timidez dos adultos surgiu de observações feitas em uma prisão falsa, em estudo realizado juntamente com alguns de seus colegas em 1971. Participantes pré-selecionados, saudáveis estudantes de colégio, desempenharam os papéis de guardas e prisioneiros dentro de um ambiente carcerário simulado. O experimento de duração pré-determinada de duas semanas teve que ser interrompido após apenas 6 dias, devido à patologia que se tornou evidente nas “crises” daqueles que faziam o papel de prisioneiros, em resposta ao uso sádico do poder pelos estudantes-guardas.
Muitos dos prisioneiros adaptaram-se a um nível assustador às táticas coercitivas e arbitrárias de controle do comportamento impostas pelos guardas carcerários. Eles pareciam precisar desesperadamente da aprovação e aceitação de seus “algozes”, de quem raramente as obtinham, e terminaram por trocar autonomia pelo papel do “bom prisioneiro”, internalizando imagens negativas de si mesmos no processo.
A mentalidade do “guarda” é direcionada de modo a limitar a liberdade de ação, pensamento e associação dos prisioneiros, com a finalidade de facilitar o controle sobre seus comportamentos individualmente e coletivamente.
Os prisioneiros, nesta interação diádica dinâmica, são levados de forma reativa tanto a rebelarem-se e serem punidos por seu heroísmo, como a se conformar com as regras coercitivas, e apesar de “bons prisioneiros”, desprezar a si mesmos por entregar sua liberdade, sendo desprezados pelos guardas por sua fraqueza.
Similaridades tornaram-se evidentes entre a mentalidade dos papéis de guarda e prisioneiro e o pensamento de indivíduos tímidos que incorporaram ambos os papéis. O “eu-guarda” impõe as regras de controle coercitivo que o “eu-prisioneiro” termina por aceitar, e assim, juntos, eles limitam a liberdade da pessoa tímida. A expectativa de que o outro haja como um crítico poderoso e implacável que rejeita qualquer contribuição ou ação leva o tímido a desenvolver estratégias de mínimo envolvimento na vida social e evitar situações que tragam consigo risco potencial de rejeição. Esta metáfora guarda-prisioneiro levou à conceitualização da timidez como uma prisão auto-imposta de silêncio e confinamento solitário.
Quando a busca por uma literatura acerca da timidez entre os adultos se mostrou improdutiva, Zimbardo e seus estudantes conduziram uma pesquisa em ampla escala. Primeiramente com questões abertas, seguida de um “checklist” de auto-avaliação que foi administrado a mais de mil pessoas nos Estados Unidos e em muitos outros países.
Em adição a esta pesquisa, a equipe de Zimbardo conduziu centenas de entrevistas, numerosos estudos de casos, pesquisas experimental-comportamentais e pesquisas interculturais sobre a timidez por mais de 20 anos, culminando na criação de um programa de tratamento para adultos tímidos.
Além dos 40% de sujeitos que afirmaram ser cronicamente tímidos, outros 40% indicaram que se consideravam tímidos anteriormente, 15% afirmaram ser tímidos em determinadas situações, e somente 5% declararam não ser tímidos. A estatística de 40% de tímidos aumentou em 10% em uma recente reaplicação parcial do trabalho de Zimbardo por Bernard Carducci na Universidade de Indiana Sudeste, onde 1642 estudantes foram avaliados entre 1979 e 1991. Estranhos, autoridades e pessoas do sexo oposto tanto no grupo quanto em interações um-a-um continuam caracterizando as mais difíceis situações.
Desde os esforços pioneiros de Zimbardo, a timidez tem sido estudada principalmente em populações de estudantes universitários, por teóricos da personalidade e psicólogos sociais que têm se mostrado interessados nas experiências subjetivas de pessoas tímidas; ligações entre a timidez e processos internos, respostas comportamentais a estímulos de elevação da timidez e as consequências da timidez.
Esta última questão é profundamente problemática. Pessoas que vivenciam a timidez como um problema não tiram vantagens de situações sociais, relacionam-se menos com o sexo oposto, são menos expressivas verbalmente e não-verbalmente, além de mostrar menos interesse por outras pessoas em relação aos “não-tímidos”. Estudantes tímidos, particularmente na interação com um confidente, voltam-se ansiosamente para si mesmos, em detrimento da outra pessoa presente na conversação. Indivíduos tímidos são frequentemente e dolorosamente conscientes, e apresentam mais pensamentos negativos sobre si mesmos e os outros em interações sociais, percebendo-se como inibidos, desajeitados, pouco amigáveis e incompetentes, particularmente com pessoas com quem sentem-se sexualmente atraídos. Eles também enxergam-se fisicamente pouco atraentes, apesar de pesquisas indicarem que a timidez não está relacionada com a avaliação da aparência pelo observador.
De 10% a 20% dos indivíduos tímidos podem apresentar carências de habilidades sociais básicas. Isto pode estar representado por “não saber o que falar ou o que fazer”, “como fazer” e “quando responder”.
Avaliações objetivas mostraram que alguns indivíduos tímidos falam menos, iniciam menos tópicos de conversações, desviam seu olhar com maior frequência, tocam-se nervosamente e demonstram menos expressões faciais. Eles concordam mais vezes do que discordam, entretanto, com os não-tímidos acerca do que constitui o comportamento social apropriado. Sua diminuída disposição para desempenhar comportamentos sociais parece estar relacionada à sua confiança rebaixada em sua habilidade de expressar os comportamentos requeridos, à sua falta de crenças na própria eficácia.
A pesquisa tem sido limitada pela carência dos estudos naturalísticos, e estudos recentes tanto de adultos quanto crianças mostraram uma maior variedade e especificidade  nos comportamentos relacionados com a timidez.
Por exemplo, em interações heterossexuais, homens tímidos exerciam inicialmente evitar a troca de olhares, negando às parceiras do sexo oposto oportunidades de iniciá-las e terminá-las. Ou seja, eles olhavam “para o outro lado” quando as mulheres encontravam seus olhares, o que promovia reações negativas nas parceiras.
A timidez entre mulheres também limitava a frequência da “troca de olhares”, mas, em contraste com os homens, não parecia induzir a reações negativas na interação com os parceiros ou inibir sua interação verbal. Isto sugere que o fardo cultural da timidez pode apoiar-se mais sobre os homens, de quem se espera toda a iniciativa nos encontros heterossexuais. Estudos onde a timidez feminina gerava um impacto negativo na interação com o parceiro envolviam geralmente díades do mesmo sexo.
Apesar de indivíduos tímidos serem percebidos como menos amigáveis e assertivos do que os demais, eles não são geralmente vistos tão negativamente quanto temem e imaginam. Pessoas tímidas lembram-se de “feedbacks” negativos com maior frequência do que indivíduos menos ansiosos socialmente, além de lembrar-se melhor de auto-descrições negativas do que positivas.
Eles superestimam a frequência de desagrados na interação social e são estranhamente sensíveis às potenciais reações negativas dos outros, lidando com esta ameaça com imensa preocupação. De fato, a distração cognitiva tem mostrado maior interferência do que a ansiedade com a interação social, particularmente em encontros sexuais, na forma de uma excitação prazerosa diminuída, com fóbicos sociais apresentando maior disfunção sexual do que controle, na forma de dificuldades eréteis e inibições orgásmicas.
Indivíduos tímidos subestimam sua própria habilidade para lidar com situações sociais e são pessimistas em relação a situações sociais em geral, falhando na expectativa de respostas favoráveis mesmo quando acreditam estar aptos a desempenhar apropriadamente e eficazmente.
A timidez se torna então uma estratégia de auto-mutilação, uma razão ou desculpa para o fracasso social antecipado que com o tempo torna-se uma “muleta” – “Não posso fazer isso porque sou tímido”. Homens tímidos parecem casar-se e ter filhos mais tarde do que seus colegas não-tímidos, possuir casamentos menos estáveis quando se casam, atrasar a estabilidade na carreira e conquistar menos sucesso.
Estudantes colegiais tímidos são menos propensos a utilizar as fontes de informação e apoio à carreira no planejamento da mesma, e mais propensos a experimentar a solidão. Apresentam maior probabilidade de esquecer as informações que lhes são apresentadas quando acreditam estar sendo avaliados, mas não quando pensam estar avaliando o interlocutor.
Estudantes tímidos não esperam emitir comportamentos assertivos em entrevistas de emprego, e estudantes tímidos do sexo masculino não acreditam que comportamentos assertivos receberão respostas favoráveis de empregadores potenciais. Tímidos-extrovertidos desempenham bem socialmente, mas experimentam pensamentos e sentimentos dolorosos. Descobriu-se que pessoas tímidas utilizam o álcool em um esforço para relaxar socialmente, o que pode levá-las ao abuso e a comportamentos condenáveis socialmente. Apesar de haver evidências que sugerem que indivíduos socialmente fóbicos bebem mais frequentemente, mas consomem menos álcool do que os outros. De qualquer modo, a supressão da resposta de medo pelo álcool reforça a evitação da experiência emocional.
Duas das mais profundas, apesar de menos óbvias, consequências negativas da timidez incluem: a) maior incidência de problemas de saúde pela falta de suporte social, tão essencial para a manutenção da saúde, e fracasso em expor totalmente problemas pessoais a profissionais das áreas médica e psicológica; e b) Menor sucesso financeiro em empregos menos qualificados devido à dificuldade em pedir aumentos, menor visão profissional, dificuldades em entrevistas e limites na ascensão profissional que requer maior fluência verbal e habilidades de liderança.
Se a timidez se torna crônica e persiste ao longo da vida do indivíduo, o isolamento social crônico leva a uma crescente e severa solidão e psicopatologias relacionadas, e até mesmo a doenças crônicas e menor expectativa de vida.
Comparações entre pesquisas de laboratório e naturalísticas inspiram cuidados quanto à super-generalização de resultados referentes aos padrões de comportamento de indivíduos tímidos tanto em ambientes experimentais como naturais.
Um estudo naturalístico recente com crianças que eram constantemente monitoradas em situações cotidianas, e que eram livres para tomar iniciativas, revelou que a timidez não estava relacionada com as reações do batimento cardíaco em situações não-familiares, em contraste com descobertas de situações de laboratório.
Outro estudo demonstrou que auto-estima social rebaixada não era característica da timidez crônica com estranhos durante a pré-escola ou início da escola primária, contrastando também com descobertas de pesquisadores em estudos da timidez entre adultos e adolescentes.
Uma ampla revisão da literatura referente às primeiras relações interpessoais e ajustamento posterior, publicada em 1987, indicou descobertas inadequadas que demonstravam que a timidez era preditora do ajustamento posterior. Os autores alertaram quanto à generalização de conceitualizações abstratas da timidez adulta para crianças, sustentando que as conclusões tiradas destas fontes eram prematuras. O melhor resumo de conceitualizações, pesquisas e perspectivas de tratamentos para a timidez pode ser encontrado em uma obra de 26 capítulos editada em 1986 por Jones, Cheek e Briggs.
Segundo pesquisas de Philip Zimbardo, professor da Universidade de Stanford na Califórnia (EUA) desde 1968, a timidez pode ser definida como um desconforto ou inibição em situações interpessoais que atrapalham o indivíduo na conquista de seus objetivos pessoais ou profissionais.
“Trata-se de uma forma de auto-foco excessivo, uma preocupação com os pensamentos, sentimentos e reações físicas do outro. Pode variar de uma suave ineficácia social até uma fobia totalmente inibidora. A timidez pode ser crônica e disposicional, servindo como um traço da personalidade que é central na auto-afirmação do indivíduo”  ( Philip ZIMBARDO – Psicólogo e pesquisador da Universidade de Stanford –EUA).

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