Qual livro escrito pelo psicólogo, Dr. Thiago de Almeida, você já teve a oportunidade de fazer o do

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sábado, 13 de janeiro de 2018

Terapia de casais, o que é? para que serve?




No começo de uma relação é comum que as pessoas cedam mais, se adaptem melhor aos gostos do companheiro e acabem por anular as próprias escolhas e vontades. Isso tudo é considerado uma estratégia para cortejar e agradar o parceiro. O problema, porém, surge na hora da descoberta de irremediáveis imperfeições dos seres amados.

Este é o momento ideal para buscar um terapeuta, uma pessoa neutra que poderá ajudar a resgatar os valores da relação. A presença de um profissional pode melhorar o convívio desgastado e trazer de volta o sentido da vida a dois. “A terapia é a segunda chance do casal de causar a primeira impressão no outro”, afirma o psicólogo Thiago de Almeida, considerado pela American Biographical Institute (ABI) o maior especialista em relacionamentos amorosos no Brasil.

Muitos motivos podem levar os casais a procurar auxílio: problemas sexuais, má comunicação ou até falta de empatia. A famosa “rotina”, justificativa constante para o fim de um relacionamento, também é pauta recorrente nas discussões sobre a relação. Mas, segundo o psicólogo, essa é uma desculpa comum utilizada pelos casais quando eles não entendem que, na verdade, o problema é a monotonia.

“Algum grau de rotina é indispensável para a vida, e aperfeiçoa os processos do dia a dia. A rotina em si é benéfica, nos permite cumprir com regularidade, constância e pontualidade os nossos deveres espirituais, familiares e profissionais e, dessa forma, também proporciona ao casal sentimentos de estabilidade e segurança”. Almeida afirma que o importante é não se deixar levar pela monotonia. “A monotonia sim é mortífera. Fazer as coisas do mesmo jeito acreditando que vai alcançar os mesmos resultados que tinha no início da relação mina qualquer relacionamento” diz.

Como melhorar a relação
Além da terapia, há pequenas atitudes diárias que podem ajudar o relacionamento. O esforço de ambos por uma comunicação mais efetiva é uma delas. “É importante que os parceiros façam perguntas como: ‘O que você acha que pode mudar? ’ / ‘O que não está legal para você? ’ Os casais devem percebem que o diálogo deve ser fonte de resolução de problemas e não de afastamento”, afirma.

Esse diálogo, porém, deve ser feito da forma mais clara possível, pois algumas pessoas tendem a receber a queixa do companheiro como uma crítica. Para evitar esse tipo de problema, o terapeuta recomenda três passos: primeiro tente construir os verbos no futuro do pretérito, ou seja, em vez de dizer “o que você pode mudar?” diga “o que você poderia mudar?”. Além disso, tente expressar as suas vontades da mesma maneira, para não parecer que você está dando uma ordem: “Eu gostaria que você não deixasse o lixo acumulado”. Por fim, sempre que possível tente fazer acordos com o seu companheiro. Por exemplo, se o lixo é um problema da casa que tal propor que cada um recolha o lixo num dia da semana?

Outra forma de amenizar a relação é evitar a explosão. Quando uma pessoa está muito irritada, é comum que o seu organismo apresente alguns sinais, como taquicardia e suor. O psicólogo orienta, então, que ao perceber essas mudanças, por mais que seja difícil, é hora de parar e pensar. “Muitas vezes, levamos apenas 20 minutos para voltarmos ao estado normal. As pessoas acham que no calor do momento conseguirão resolver alguma coisa, mas não é verdade, ninguém tem cabeça para isso. Elas precisam de um tempo para recuperar a sanidade, o equilíbrio” explica.

A união entre a força de vontade e o acompanhamento profissional é essencial para a recuperação de um relacionamento. Almeida acredita que essa é uma das formas mais eficazes de conseguir os melhores efeitos na vida a dois. “Viver assim é aprender o significado das palavras: companheirismo, renúncia, perdão, respeito, cumplicidade, paciência”, finaliza.

A importância da autoestima e da felicidade para o ser humano




Importância da autoestima 
A atenção dispensada a este tema não é recente. Desde a Grécia antiga, filósofos como Aristóteles já tentavam decifrar o enigma da existência feliz. Considerada como um importante aspecto na vida, a autoestima constitui um sentimento de juízo, de apreciação, valorização, bem-estar e satisfação que o sujeito tem de si mesmo e expressa pelas atitudes que toma em relação a si mesmo. Para muitos autores, a expressão autoestima, além de trazer implícito o sentido de sucesso e de ser capaz, também está intimamente relacionada à visão de uma pessoa que se ajusta às constantes mudanças da realidade. Dessa forma, a autoestima corresponde ao somatório de valorações que o indivíduo atribui ao que sente e pensa, avaliando seu comportamento como positivo ou negativo, a partir desse quadro de valores. E por que falarmos de autoestima é tão importante? A autoestima é considerada um importante indicador da saúde mental por interferir nas condições afetivas, sociais e psicológicas dos indivíduos. Interfere, portanto, na saúde, no bem-estar e na qualidade de vida da população em geral.
Enquanto filósofos ainda debatem a essência do estado de felicidade de tal forma que esses pensadores consideraram a felicidade como o bem maior e a principal motivação para a ação humana. Mais recentemente, psicólogos e demais pesquisadores empenharam-se, nas últimas três décadas, para construir conhecimento e trazer evidências científicas sobre o conceito de bem-estar.  Os primeiros estudos sobre autoestima foram realizados por William James, psicólogo de pensamento funcionalista, que estudava o quanto o organismo se utilizava das funções da mente para se adaptar ao meio ambiente. No início dos estudos da Psicologia acerca dos diversos fenômenos humanos, nos psicólogos demos pouca atenção para o estudo do bem-estar subjetivo, preferindo investigar a infelicidade e o sofrimento humano.
O termo "felicidade" passou a ser indexado no Psychological Abstracts em 1973 e o periódico Social Indicators Research, fundado em 1974, começou a publicar um grande número de artigos sobre bem-estar subjetivo (Diener, 1984). Definir bem-estar é difícil, uma vez que pode ser influenciado por variáveis tais como idade, gênero, nível socioeconômico e cultura. Muito amplamente, aponta-se que uma pessoa com elevado sentimento de bem-estar apresenta satisfação com a vida, a presença frequente de afeto positivo, e a relativa ausência de afeto negativo. 
A identificação que o indivíduo estabelece com o mundo exterior interfere na formação de sua autoestima. Os relacionamentos familiares exercem papel fundamental na visão e/ou aceitação que o indivíduo tem de si e dos sentimentos auto nutridos. Uma criança cuja mãe é super protetora, que não lhe permite sair, brincar com amigos, vivenciar costumes diferentes, adquirir outros referenciais de relacionamento e, ainda, recebe críticas por tudo que realiza, é bem provável que não acreditará em seu potencial, não se sentirá segura para executar quaisquer atividades e certamente apresentará baixa autoestima. Ao contrário, a criança, cujo comportamento é reforçado pela família, provavelmente se sentirá segura e confiante para realizar o que lhe for solicitado. Em ambos os casos, a autoestima decorre do quanto o indivíduo se sente em relação a si próprio: autoconfiante e competente ou fracassado e incompetente. Anteriormente, Rosenberg (1985) e Coopersmith (2007), autores clássicos da autoestima, já reforçavam o fator da valoração, considerando que indivíduo conduz sua vida no sentido de projetar em seus ideais o poder maior ou menor que atribui ao “outro” sobre si. 

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Função das emoções na vida das pessoas


Não existe um único momento em nosso dia a dia em que estejamos livres de emoções, ainda que não saibamos identificá-las. Tudo o que aprendemos em nossa vida está, em parte, determinado pelo nosso estado emocional de base e sua origem. Todos nós sentimos as mais diversos sentimentos e emoções em nossas vidas. Alegria, tristeza, medo, nojo e raiva são apenas algumas delas. Mas como essas emoções podem ser entendidas do ponto de vista psicológico? Como elas podem ajudar ou influenciar negativamente a nossa vida? Como fazer para termos uma vida mais equilibrada diante das nossas emoções? Assista este divertido vídeo e aprenda mais sobresuas emoções.

A questão do conformismo e da acomodação para os relacionamentos interpessoais

Eu sei, mas não devia
Eu sei que a gente se acostuma.

Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E porque à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora.

A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíches porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema, a engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às besteiras das músicas, às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À luta. À lenta morte dos rios. E se acostuma a não ouvir passarinhos, a não colher frutas do pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.
                
Marina Colasanti
nasceu em Asmara, Etiópia, morou 11 anos na Itália e desde então vive no Brasil. Publicou vários livros de contos, crônicas, poemas e histórias infantis. Recebeu o Prêmio Jabuti com Eu sei mas não devia e também por Rota de Colisão. Dentre outros escreveu E por falar em Amor; Contos de Amor Rasgados; Aqui entre nós, Intimidade Pública, Eu Sozinha, Zooilógico, A Morada do Ser, A nova Mulher, Mulher daqui pra Frente e O leopardo é um animal delicado. Escreve, também, para revistas femininas e constantemente é convidada para cursos e palestras em todo o Brasil. É casada com o escritor e poeta Affonso Romano de Sant'Anna.


O texto acima é mais uma colaboração de Francisco Panizo Beceiro, extraído do livro "Eu sei, mas não devia", Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1996, pág. 09.

A rotina e a monotonia na vida do casal




Frequentemente observa-se que, o dia-a-dia do casal proporciona uma intimidade afetiva tão grande que permite aos casais desprender algumas preocupações da vida a dois e com isso, a rotina silenciosamente se instala na vida deles. A rotina é um termo que sinaliza o hábito de reproduzir uma sequência de usos ou atos que se repetem de forma mecânica. Contudo, ao contrário do que muitas pessoas podem imaginar, nem toda rotina é prejudicial, tampouco toda a rotina é monótona. Claro que como em um grande enredo, a rotina é frequentemente acusada de ser a vilã das separações e, muitas vezes a grande responsável pelo comportamento da infidelidade. Assim fica fácil, né? Jogar na rotina a culpa dos comportamentos disfuncionais.  Não é raro ouvirmos frases como “Nosso casamento não resistiu à rotina”; “a monotonia acabou com o sonho”. Verbalizações como essas são comuns e frequentes dos recém-separados e, em parceiros infiéis, como se a responsabilidade de conduzir um relacionamento salutar estivesse fora do alcance deles. Importante ressaltar que a monotonia não entrou a vida dos casais de forma sorrateira e invasiva. Ela nasceu da maneira como foi vivida a relação. É como uma doença que não foi detectada a tempo ou não foi tratada com competência e, por isso, cresce e traz consequências maléficas.
Monotonia é uma palavra que etimologicamente quer dizer o mesmo tom, ainda que temos à disposição uma grande variedade de tantos outros, um verdadeiro arco-íris. A palavra monotonia remete à metáfora auditiva, então vale a pena lembrar que o ouvido humano normal é capaz de perceber sons de frequências entre 15 mil e 25 mil hertz, o que lhe permite transmitir ao cérebro uma imensa quantidade de sons ­ porque este precisa disso para se conectar com o seu entorno, e assim, poder compreendê-lo. Que injusto com a biologia, psicologia, ou mesmo com a poesia, aprisionar alguém a uma quantidade restrita de tons. Com esse prisma entendemos a monotonia como desumana e destrutiva não só para os relacionamentos afetivos, mas para a própria vida. Com a monotonia, erros de interpretações e crenças afloram de tal forma que fazem os casais acreditarem piamente que entrar naquela relação foi um erro. Pensamentos ruminativos crescem e afastam as pessoas uma das outras dentro das relações ao invés de encaminhá-las para serem felizes juntas e unidas por um mesmo ideal.
Dessa forma, por acreditar que a monotonia está presente em qualquer relacionamento, desencadeamos nos parceiros um conformismo tão grande que os impedem desfrutar de uma relação leve que proporciona cada vez mais distanciamento, mágoas e sofrimento.
Se de um lado monotonia é uma figura de linguagem que designa o hábito de fazer uma sequência de usos ou atos que se faz cotidianamente de forma mecânica, a rotina derivada do francês “route”, etimologicamente significa caminho. Assim sendo, o problema não está na rotina, mas sim na monotonia. Acredito que de forma leiga todos nós achávamos que rotina e monotonia fossem a mesma coisa, entretanto diante das definições percebemos ser substantivos distintos. Veja que interessante, a rotina monótona difere da monotonia rotineira. A primeira precisa apenas de mudança de atitude, já a segunda, necessita de intervenção e de tratamento.  Por exemplo, uma relação afetiva de alguns anos, deteriora-se quando não se renova, quando se permite que entre nos trilhos da monotonia. E assim, entra-se numa espécie de morte lenta. Muitas infelicidades, crises conjugais, e decepções são provocadas por esse fenômeno.
Diferente do que muitos pensam, nem toda a rotina é prejudicial ou leva a óbito uma relação. Ao contrário um grau equilibrado dela é capaz de aperfeiçoar muitos processos do cotidiano. Responsável pelos sentimentos de estabilidade e de segurança, a rotina nos beneficia por permitir em cumprir de forma regular nossos deveres profissionais, familiares, espirituais com regularidade, constância e pontualidade.
Sempre ouvimos dizer o quanto a rotina era ruim, nem imaginávamos que a tão famosa rotina poderia ser responsável em favorecer a edificação de uma estrutura de vida sólida. Ela cria um comportamento homogêneo que nos ajuda a nos emancipar da espontaneidade meramente anárquica, dos caprichos emocionais, por vezes, conflituosos e perniciosos. Também proporciona aos pares afetivos uma maior facilidade de organização espaço-temporal, e a liberta do sentimento de estresse que uma rotina desequilibrada e desestruturada pode causar.
Quando pensamos em estresse, lembramos que sua definição está relacionada com a necessidade de adaptar-se as situações novas.  Quanto maior forem as novidades e menor as adaptações, maior são as consequências excessivas do estresse emocional. Imaginem só se a rotina não existisse?  O ser humano gastaria muita energia e demais recursos para compreender e acompanhar as novas realidades com as quais interage, com sua energia exaurida, viveria mais perto das consequências negativas do estresse emocional, dentre elas, impaciência, lapsos e memória, apatia, depressão, pensamentos negativos, dores de estomago, aumento ou diminuição de apetite, diarreia, entre outros.
Dependendo de como os casais lidam com sua rotina, conseguimos avaliar em termos de durabilidade e satisfação. No caso de entenderem que a rotina é boa e se estruturarem nela, casais apresentam grandes chances de conviverem diariamente com um sem-número de pequenas rotinas que podem consideradas fatores de satisfação na medida em que se emana da relação comportamentos mais relacionados à sinergia que você tem com sua mulher ou com seu marido, e não da segurança, dos filhos, do patrimônio, das aparências.  Veja esse vídeo e aprenda mais sobre o assunto.

Gamofobia - o medo persistente de entrar de cabeça nos relacionamentos amorosos


A gamofobia, fenômeno ainda pouco estudado pela psicologia, é caracterizada por um medo persistente de estar em relações duradouras, mas propriamente o casamento. O indivíduo passa então a evitar qualquer situação que se relacione com a dinâmica matrimonial. E sendo o casamento um fenômeno muito presente em nossa cultura, nos surge a pergunta. De onde vem esse medo? Como essa pessoa se relaciona com seu parceiro(a), como posso identificar uma pessoa com gamofobia? Uma pessoa como gamofobia é bem vista socialmente? Quais critérios o profissional poderia usar para determinar a gamofobia? Nas próximas paginas você conhecerá um pouco mais sobre esse fenômeno, e as implicações que o mesmo traz para a vida do indivíduo.
Muitas pessoas têm medo em assumir um relacionamento mais sério, como um casamento. Isso implica em assumir responsabilidades que nem sempre está preparado, em assumir pessoas em sua vida de maneira séria, em constituir uma família e suas decorrências, como casa, filhos. E não necessariamente seria um caso de gamofobia. Para aqueles que não conhecem o que é a gamofobia, essas pessoas, os gamofóbicos, trazem consigo um medo excessivo e persistente de entrar em um enlace matrimonial e de interagirem com situações a ele associadas. Eles veem com muita dificuldade a ideia de manter um relacionamento de longa duração, em especial o matrimônio. Não que essas pessoas não sejam sérias, desprovidas de boas intenções e que não mantenham relacionamentos duradouros e respeitoso com seu parceiro. O medo está circunscrito somente com a dinâmica matrimonial.  Em outras palavras, o gamofóbico pode sentir extrema ansiedade ao se deparar com estímulos como convites, festas, fotos, vestidos, roupas dentre outros objetos que se relacionem com o casamento. O casamento se torna então uma situação extremante ameaçadora, sendo necessário em determinados momentos, a fuga de tal situação. Confira neste vídeo mais informações sobre o assunto.

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