Qual livro escrito pelo psicólogo, Dr. Thiago de Almeida, você já teve a oportunidade de fazer o do

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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

PALESTRA: “Auto Estima a Serviço do bem Comum”

Minha nova palestra GRATUITA falando sobre o Amor, relacionamentos e autoestima 
Data: 09.09 – Quarta-feira;
Horário: 10h00 – PALESTRA: “Auto Estima a Serviço do bem Comum”
Endereço do evento: ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO situada à Avenida Professor Luciano Gualberto, travessa 3 nº 380
CEP 05508-970 – Butantã – São Paulo – SP – Brasil – Telefone: (0XX11) 3091-5456. 
Observação: Estão todos convidados é só chegar, nem precisa se inscrever no evento.


sexta-feira, 3 de julho de 2015

Relacionamentos amorosos: o antes, o durante... e o depois (Volume 3) GRATUITO PARA DOWNLOAD

Clique no site para ter acesso ao livro Relacionamentos amorosos: o antes, o durante... e o depois (Volume 2)drive.google.com/file/d/0B6K0iiZv9saFMDVMUmRxY2pDeU0/view e o novo livro Online para download gratuito Relacionamentos amorosos: o antes, o durante... e o depois (Volume 3)http://www.thiagodealmeida.com.br/…/Relacionamentos_amoroso…Aproveitem a leitura... Ao Amor... Sempre!!

Como deixar os homens enfeitiçados por você

Pesquisa revela o que os homens buscam numa mulher. De quebra, mostramos como cultivar tais qualidades



Casal
Veja como deixar todos os homens a seus pés
Foto: Getty Images

Ingredientes para se tornar uma mulher irresistível


1. Caráter/Confiabilidade

Para passar mais confiança é preciso se manter coerente. "Falar uma coisa e agir de forma contrária pode deixá-lo desconfiado", explica a psicóloga Marina Vasconcellos. Para que o gato se sinta confortável ao se abrir com você também é importante não ser fofoqueira. "Se costuma espalhar notícias por aí e expor seus amigos, será difícil acreditar que com ele será diferente", assinala. Outra preocupação demonstrada pelos homens consultados na pesquisa foi a infidelidade. Para Allan e Barbara Pease, autores de Desvendando os Segredos da Atração Sexual (Sextante, R$ 24,90), dar detalhes sobre seus relacionamentos anteriores, paquerar outros homens e fazer sexo logo no início do relacionamento são algumas atitudes que os homens percebem como sinais de infidelidade.

2. Bom humor

O mau humor geralmente está ligado à insatisfação com algo em sua vida. Pode ser que você não esteja se sentindo realizada no trabalho, tenha problemas na família ou simplesmente não esteja bem consigo mesma. "O primeiro passo é localizar o que está tirando o seu humor", indica Marina Vasconcellos. Quer ficar mais descontraída? Procure levá-lo para programas que geralmente a animam e lhe dão prazer. Confortável, você se sentirá bem e ficará mais atraente.

3. Beleza

Segundo Thiago de Almeida, psicólogo especialista em dificuldades amorosas e autor de A Arte de Paquerar (Letras do Brasil, R$ 32), as pessoas são como mariposas, atraídas pela luz. Por isso, mulheres "iluminadas", ou seja, para cima, positivas, são mais atraentes. "Quem tem uma boa autoestima investe mais em si, por isso acaba ficando mais bonita", explica.

4. Simpatia/Sociabilidade

Não confunda timidez com antipatia! Se você é retraída, não vai conseguir (e nem deve) se tornar extrovertida só para agradá-lo. Porém, se realmente está interessada no rapaz, vale a pena dar uma atenção especial ao moço. Isso inclui esforçar-se para se integrar melhor com amigos e família do gato.

5. Inteligência

A fluidez na comunicação é essencial. Para isso, é preciso saber ouvir com atenção além de falar. "Quando alguém fala sem parar deixa o outro retraído, se sentindo  dispensável", ressalta Thiago de Almeida. Puxar assunto não é sua obrigação; não tema o silêncio, que pode apenas significar reflexão.
Atração casal
O mau humor geralmente está ligado à insatisfação com algo em sua vida
Foto: Getty Images

Comprovado!


Uma pesquisa da Universidade de Iowa, nos EUA, mostrou que quando se trata de uma companheira, os homens são mais complexos do que supõe o senso comum. Realizado a cada década desde 1939, o estudo pede que eles classifiquem, por ordem de importância, os atributos considerados na hora escolher uma parceira. Inspirada nesse estudo, VIVA! pediu que 68 homens, de diferentes idades e profissões, enumerassem, de 1 a 17, itens que mais valorizam em uma mulher - sendo 1 o mais importante. O resultado você já sabe: caráter e confiabilidade!
Universidade de Iowa (1939)

1. Caráter/Confiabilidade
2. Estabilidade emocional/Maturidade
3. Ser compreensiva
4. Atração
5. Desejo de constituir família

Universidade de Iowa (2008)

1. Atração
2. Caráter/Confiabilidade
3. Estabilidade emocional/Maturidade
4. Inteligência
5. Ser compreensiva

VIVA! (2011)

1. Caráter/Confiabilidade
2. Bom humor
3. Beleza
4. Simpatia/Sociabilidade
5. Inteligência

Retirado do site: http://mdemulher.abril.com.br

O amor, a infidelidade e a dor

O que, afinal de contas, é considerada uma traição? Mulheres contam como encaram essa situação no relacionamento

O amor, a infidelidade e a dor
“Fui muito fiel
Comprei anel
Botei no papel o grande amor
Mentira”

(Chico Buarque – Samba do grande amor)
Alguns estudos já constatam que a cultura monogâmica não é naturalmente humana. Nossos ancestrais, por viverem poucos anos, precisavam conceber o máximo de filhos para perpetuar a linhagem. Por isso, não aceitavam que as parceiras tivessem bebês de outros.
As mulheres, por sua vez, viam no homem um protetor e aceitavam a condição de meras reprodutoras, mesmo que os provedores fizessem o mesmo com outras “fêmeas”.
Milhares de anos se passaram e a cultura mudou da água para o vinho. Mas não necessariamente nosso cérebro. Daí vêm os, digamos, contratempos de percurso, que surgem na vida amorosa e enlouquecem a rotina de muitas pessoas.
A ciência
É bem verdade que os homens, fisiologicamente, estão mais amparados pela natureza na hora de justificar uma traição. Como possuem cerca de 30% a mais de testosterona, hormônio que aumenta a libido e o desejo sexual, muitas vezes acreditam que as causas de sua infidelidade são naturais.
As mulheres, por sua vez, apresentam 10% a mais de ocitocina, substância responsável pela sensação de vínculo e apego. “De cada dez mulheres traídas, sete perdoam o parceiro. Já o homem prefere exterminar o objeto do ciúme”, nos conta Thiago de Almeida, especialista em relacionamentos amorosos.
No entanto, o psicólogo é enfático ao afirmar que não dá para simplesmente resumir o assunto em: fidelidade não é natural enquanto infidelidade o é. “Isso não é verdade! Ambas derivam da cultura, religião e moral apresentadas desde cedo no contexto em que se vive”, conclui.
Os limites
“Me apaixonei por um homem casado, com uma vida dupla. Descobri apenas dois anos depois, quando a desconfiança já era grande. Cheguei até a tentar suicídio!”, o depoimento de Marcia Zamboni, protetora animal de 54 anos, apresenta apenas uma das vias nas histórias de infidelidade.
Mais do que o traído e o traidor, há sempre um terceiro fator envolvido, representado por um grande sentimento ou uma desaconselhável aventura.
Embora seja quase consenso que relação física extraconjugal já configure conduta infiel, não existem parâmetros concretos para se medir onde começa cada traição.
“Se você ama alguém, não quer machucar esta pessoa. Eu e meu marido consideramos inaceitável! Vivemos e superamos todas as crises juntos”, diz Daniela Daher, 30, casada há oito anos com Ryan.
Já Nery Rosangela, empresária de 59 anos, vai além. Para ela, a infidelidade não precisa ser carnal. Pensamento, imaginação e, até, sonho, já o são. “Por isso, acredito que todos já traíram”, conclui ela. 
Fernanda Cristóvão, relações públicas de 25 anos, é mais moderada: “Quando a traição ocorre antes do casamento e se deve a alguma insegurança, pode ser perdoada”, diz.
O coração
O fato é que a fidelidade está diretamente ligada às convenções sociais. Mesmo assim, só é traído quem espera algo de alguém, assim como só trai quem condiciona a felicidade a uma vida de paixão eterna.
Cada cabeça é uma sentença, diria o velho ditado. Mas nas coisas do amor e do perdão, nos parecemos muito mais com os outros do que imaginamos. Na maior parte das vezes, não aceitamos a mentira que nasce em uma infidelidade. Sofremos mais ou menos as mesmas dores.
Por isso, seja instigada pela emoção ou aventura, pela insatisfação ou desconfiança, o melhor caminho ainda é aceitar que as relações infiéis são muito mais um reflexo de nossa própria incapacidade em lidar com o outro do que motivada por eventos externos. E mudar.
"Ficar estagnado no sentimento de raiva, não permite que você evolua. Ao contrário disso, se você se responsabilizar pelos seus atos, poderá olhar de forma construtiva para o acontecido, e não repetir essa postura em outros momentos de sua vida", diz a psicóloga Helena Cardoso, blogueira de Babble em seu post sobre o tema (Para ler o texto completo, acesse: A outra - E quando você descobre que está sendo traída?).

Usar app de paquera namorando é traição?

Por Jacqueline Fernandes
Um estudo feito por meio do aplicativo  de pesquisa mobile PiniOn revelou que 76% das mulheres consideram que instalar um app de paquera sendo comprometido é traição, enquanto 61% dos homens acham o mesmo. Em geral, 68% das pessoas consideram o ato como infidelidade.
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(Crédito: Jacqueline Fernandes)
Para o psicólogo especialista em dificuldades em relacionamentos amorosos, Thiago de Almeida, esses aplicativos são “paqueródromos”. “Buscar novas pessoas, em uma situação de relacionamento em andamento, é uma das possibilidades de se engajar em relacionamentos infiéis que podem ferir a exclusividade da relação, tendo em vista que o(a) parceiro(a) não sabe e não concordaria com essas práticas”, afirmou o psicólogo.
Já para a estudante de veterinária Jéssica Marson, o aplicativo não passa de distração. “Namoro há dois anos, eu e meu namorado temos um relacionamento tranquilo. Eu uso o Tinder para conversar com outras pessoas. Falo com homens e mulheres e deixo claro que meu interesse é apenas jogar conversa fora. Meu namorado faz o mesmo. Nós nos respeitamos em primeiro lugar”, conta Jéssica.
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Maioria dos casais não aceita que o companheiro baixe apps de paquera. (Crédito: Jacqueline Fernandes)
Elas
Grande parte das mulheres não pensam desse jeito. Aceitar que o namorado esteja conversando com outra pessoa mesmo que seja apenas virtual não agrada nem um pouco. “Se ele está feliz comigo pra que vai ficar paquerando outra?”, é o que diz a secretária Caroline dos Santos que namora há 6 meses. Caroline afirma que nunca usou nenhum tipo de aplicativo e não aceitaria que o namorado usasse.  “Com certeza eu terminaria com ele”.
Eles
O estudante de administração R.M.A. namora há mais de dois anos e tem o aplicativo Tinder instalado no celular. “Eu uso o app constantemente, não acredito que isso seja traição, a única coisa que faço é conversar com outras pessoas. Não dou em cima de ninguém. Mas já me encontrei com duas garotas que conheci pelo aplicativo. Não rolou nada”, admite o estudante.
O que dizem os especialistas
O ser humano ao passar dos tempos foi adaptado para a monogamia. Por opção e pelo respeito ao parceiro. A dica dos especialistas para as pessoas que possuem os aplicativos escondidos dos companheiros é desinstalá-los. Isso pode evitar futuras dores de cabeça. Uma traição não precisa ser o fim, nem representar o fracasso da relação. Como tudo na vida, dependerá apenas do uso que o casal fizer da experiência e da maturidade que tenha para abordar os próprios problemas.

Erros que cometemos com os homens, quando estamos interessadas em namorar

Encontrar um namorado está cada vez mais difícil, as facilidades existentes fazem com que boa parte dos homens prefira relacionamentos passageiros, aventuras. Poucos querem compromisso e namorar parece muitas vezes parece ser algo tão complicado, que irá tolher a vida do outro, que irá tirar a liberdade.
Mas dizem que quem procura acha, e quando achamos, talvez pela empolgação, insegurança e até baixo estima, por encontrar alguém interessante e disponível, cometemos alguns erros, nada sérios, mas que podem complicar o início de um relacionamento e até abortar o mesmo.



Erro 1: Já reparou como às vezes parecemos ligeiramente histéricas quando estamos interessadas num homem?
Quando não estamos interessadas em alguém, costumamos levantar, dar de costas, recuar, ficar meio de lado, evitar o olhar do outro, certo? E quando o interesse é excessivo? Você se inclina demais, vira totalmente o corpo na direção do “alvo”, muitas vezes até excluindo quem está do lado, explica o psicólogo Thiago de Almeida, psicólogo do Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) e autor de A arte da Paquera – Inspirações à realização afetiva (Letras do Brasil). Pior, fala mais alto, ri demais, seu tom de voz fica mais agudo e você gesticula afetadamente, principalmente quando não sabe o que dizer, mas está totalmente entregue à tarefa de prender a atenção do outro.
Reconhece a cena? Pois então, na próxima vez, calma com o gestual. Esse interesse todo assim gratuito (afinal, você mal conhece o rapaz) e declarado de forma tão explícita, acaba sendo assustador.  Segundo Thiago, é preciso aprender a se comportar até na hora da conquista. Ele sugere que você tente tirar a atenção de si mesma e comece a prestar atenção no outro.
Erro 2: A verdade por trás do famoso telefonema do dia seguinte
Ligar ou não para ele no dia seguinte costumava ser o maior dos dilemas. Hoje, definitivamente, não é mais. Ligue ou não ligue, tanto faz, mas lembre de fazer direitinho o SEU dever de casa: tentar adivinhar como ele se sente após o encontro é pura perda de tempo, ao contrário, procure descobrir como VOCÊ se sente em relação a ele. E prepare-se para não dar nenhuma resposta definitiva para si mesma. Se ele telefonar será para convidar você para um próximo encontro. E a intimidade entre as pessoas, amantes ou não, se faz assim mesmo, devagar, encontro após encontro. Por isso, ligue se tiver vontade de dizer como se sente. Mas desconfie de si mesma se, além de vários SMS, já mandou um email na madrugada, contou para todas as suas amigas logo de manhã ‘como ele é O cara’ e já estiver com o clique pronto para adicioná-lo no Facebook, no Twitter e descobrir ‘tudo’ sobre ele.
Angie Royer
Erro 3: Definitivamente, o Príncipe Encantado não existe. Vivam os sapos!
Se em vez de um homem bom, você anda buscando um homem belíssimo, alto, rico e que entenda tudo de design, então você está se comportando como uma adolescente e, com certeza, os homens vão passar bem longe de você.
Esse é um dos excelentes conselhos de Tracy McMillan, no seu best-seller, Por que você não se casou...ainda? (L&PM) De fato, ficar só flertando com os bonitões e descartando os caras comuns é uma ilusão da mulherada, que se deixa fascinar por novelas de TV e acha que precisa de alguém tão melhor, mais interessante, mais bonito, mais rico, mais qualquer coisa do que ela mesma. Os rapazes apreciam nas garotas com quem escolhem se relacionar as características e os valores que são comuns a eles. 
Erro 4: O amor não tem hora para chegar
Relembre a cena: você decide que de hoje não passa e sai vestida para matar, decidida a encontrar o amor da sua vida, só para voltar, muitas horas e muitos drinques depois, frustrada consigo mesma por não ter conseguido. Os psicólogos chamam isso de autoboicote, ou seja, você estipula uma meta irreal, fantástica e impossível, apenas para se justificar depois, dizendo: “Ah, não consigo mesmo, sou uma megera horrorosa e sem graça e ninguém NUNCA vai gostar de mim!” Burrice? Pois saiba que esse comportamento é mais comum do que você pensa! Pessoas realmente bem sucedidas no amor não se encontram aos montes. E isso porque não é nada simples se dar bem no amor: requer um número considerável de fatores, do sincronismo do encontro ao investimento diário na relação. Não é rápido, não é cedo, nem basta pôr na cabeça para acontecer.
Erro 5: Se você não gosta da sua própria companhia, por que alguém, sobretudo um homem, vai gostar?
“Estar bem, mesmo estando sozinha é um aprendizado e requer treinamento, já que nossa cultura não estimula isso”, explica o psicólogo Thiago de Almeida. Está sozinha? Então aproveite seu tempo livre para investir mais nos seus interesses e começar a gostar mais de estar junto com você mesma. Faça mais ginástica e curta o seu corpo, volte para o curso de línguas e divirta-se com sua pronúncia, procure uma paixão, leia, escreva, desenhe, dance, ouça música, saia com amigos, seja uma Você melhor e mais divertida a cada dia! No mínimo, depois desse exercício de ficar bem consigo mesma você vai acabar descobrindo que consegue ser feliz sem precisar ser um par. E, aí, quem sabe, o cara que vai gostar de você do ‘jeito que você é’ aparece.
Erro 6: Sentir atração pelo cara errado é pura vaidade
Ainda existem mulheres que costumam valorizar o tipo cafajeste e vivem se apaixonando pelo ‘cara errado’. Os mais mentirosos, egoístas, manipuladores, são exatamente os que têm uma abordagem mais agressiva ou com mais “pegada” e, para algumas, isso ainda tem um quê de irresistível. De acordo com o psicoterapeuta Flávio Gikovate, esses homens obtêm sucesso com algumas mulheres porque elas se sentem envaidecidas pela forma explícita, sem rodeios  como eles demonstram seu desejo. Ou seja, não é sina se apaixonar pelo cara errado, é vaidade mesmo. Simples assim.
Erro 7: Alguém para casar? Fala sério!
Mesmo que essa seja a mais absoluta verdade e você se sinta totalmente pronta para se envolver eternamente numa relação, isso não é assunto para conversa num primeiro encontro (nem no segundo, no quarto ou no décimo, aliás). É tema de terapia, conversa com irmã ou de jantar entre amigas. Os homens têm uma visão muito prática sobre esse assunto: para eles, amor e sexo são uma coisa e casamento é outra. Casamento, inclusive, na opinião masculina, é uma obsessão feminina. Claro, casar pode muito bem fazer parte da trajetória de um casal, se e quando ambos acharem que viver a dois pode ser melhor do que viver só; mas querer “alguém pra casar” não pode ser a principal razão de um encontro, e, certamente, é um fator determinante para afugentar qualquer homem sensato.
Erro 8: Não use suas conquistas para competir com ele
Você é economicamente independente, tem vastos interesses, um belo cargo, é bonita, elegante e... está sozinha? Muitos homens podem não se aproximar porque acham que com tantos atributos, você vai querer certamente competir com eles. Ou então, vão preferir manter distância porque acham que não têm nada a oferecer para uma mulher tão ‘poderosa’ como você ou por receio de não merecer a SUA admiração. Para muitas mulheres é difícil imaginar que os homens também têm suas inseguranças. Eles têm, sim, e preferem as mulheres amáveis aos...’tratores’! Se você usa os seus atributos como uma arma apontada contra os outros, então prepare-se para ficar sozinha no seu pedestal. Quebre o “gelo”, mostrando que garota legal você é, dê o primeiro passo, mas, claro, lembrando-se de descer do salto primeiro!
Erro 9: A arte da conquista
A conquista é uma arte, alguém já disse isso, com certeza. Todos os animais sobre a Terra têm seus mecanismos para atrair o sexo oposto – então, porque o homem e a mulher não teriam também seus truques de atração? Segundo os especialistas, a feminilidade é um desses atrativos: menos a parte do decotão e mais o jeito delicado de sentar; menos o argumento ‘imbatível’ e mais o jeito de ouvir. Nessa dança da sedução, a primeira abordagem é importante. “Chegar se impondo, dando tapinhas e pretendendo ser a ‘dona’ do pedaço é um erro de cálculo feminino”, explica Thiago de Almeida. Homem nenhum gosta de se sentir desafiado ou intimidado, ainda mais na frente dos amigos. E, cá para nós, esse jeito todo agressivo não é também uma forma de insegurança?
Erro 10: Se você acha que não é boa o bastante, provavelmente não é mesmo
Entre as inevitáveis rejeições masculinas e as capas das revistas exibindo o mulherão que você não é (pouquíssimas, são, na verdade), acreditar que você não é boa o bastante é fácil. E isso acaba sendo verdade. Se você não se valoriza não está sendo boa o bastante para si mesma. Boa o bastante é a mulher tão consciente dos seus pontos fracos, quanto de suas qualidades e de seus pontos fortes. Que é tão amorosa consigo mesmo quanto é com os outros. Porque, independente de ter ou não um namorado, com a autoestima no lugar a vida vai ser boa e divertida de qualquer maneira. 
Fonte: Namorados.co - Adília Belotti e Drica Arantes 

terça-feira, 12 de maio de 2015

Saia já de casa! Veja dicas para desencalhar rapidinho

A um mês do Dia dos Namorados, dicas de quem entende do assunto podem fazer você fugir dos erros mais comuns e acertar na hora da paquera

» Terra















Se você está cansado da solteirice e de ver a maior parte dos seus amigos namorando e até se casando, calma! Você pode dar um fim nisso para não passar o dia 12 de junho a sós. A um mês do Dia dos Namorados, algumas dicas especiais de quem entende tudo sobre o assunto podem fazer você fugir dos erros mais comuns e tomar as atitudes certas na hora da paquera. Ah, o “guia prático” vale tanto para as meninas quanto para os meninos.

Saia de casa 
Quando procuramos alguém de fato, devemos estar abertos para isso. Portanto, homens e mulheres precisam sair de casa. “Aproveitem o dia de sol ou de chuva. Não deixem de ir a parques, cinemas, supermercados, shoppings, academias, bares, casas noturnas e encontrar os amigos. Vocês podem conhecer pessoas em muitos lugares”, alerta Thiago de Almeida, psicólogo, especialista no tratamento das dificuldades do relacionamento amoroso e autor dos livros "Relacionamentos amorosos: o antes, o durante... e o depois".

Tenha calma 
Muitas pessoas têm medo de encarar o outro numa paquera, enquanto outras se jogam demais. Por isso, vá com calma, veja se a aproximação vale a pena e se é isso mesmo que você deseja. O mundo não acaba amanhã, ano que vem tem outro Dia dos Namorados e não existe uma lei que diga que você tem que estar com alguém neste dia.

Nunca seja muito direto 
Ser óbvio pode causar um impacto de início, mas logo perde a força. “Melhor se aproximar sempre de forma oblíqua, indireta. Pode até armar uma situação que faça o encontro parecer uma obra do destino”, sugere Sergio Savian, psicanalista especializado em relacionamentos, autor de 14 livros, dentre eles "Paquera - brincadeira de gente grande”. Também é importante ter autocontrole. “Mesmo que você esteja muito atraído (a), não demonstre. Coloque um conta-gotas em seu desejo. Vá, pouco a pouco, ganhando a confiança do outro, e, quando for o momento certo, mude o canal e ataque”, ensina.

Seja você mesmo 
Ao se produzir muito ou assumir uma postura estudada, você parecerá falso (a). E isso não conquista. Portanto, seja único (a) e original. Seja você mesmo, não perca a naturalidade e nem leve tudo muito a sério. “O bom-humor é tudo na hora da conquista. Já chega a vida que é dura e cheia de problemas. Na sedução, alegria é fundamental”, analisa Sergio.

Conte com a ajuda dos amigos
Você é tímido? Não se sente confortável para abordar alguém sozinho? Um amigo (a) extrovertido (a) pode ser a solução, mas escolha bem! Além de facilitar a aproximação, o apoio dessa terceira pessoa poderá demonstrar que você é bem relacionado (a) e que existem pessoas legais que lhe querem bem. “Se você é alvo de tanto interesse, deve ser bom", pensará seu (sua) pretendente.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

10 dicas para se sentir melhor na cama

10 dicas para se sentir melhor na cama

Especialistas dão dicas de como se sentir mais confortável consigo mesma durante o sexo
por Redação SHAPE, em 07/05/2015
  
Fingir orgasmo, usar lingerie velha, ter vergonha de mostrar o corpo, transar só para agradar ao parceiro…A SHAPE ouviu psicólogos, psiquiatras, terapeutas e outros especialistas em sexo e descobriu quais são os maiores erros que as mulheres cometem na cama.
Saiba você também e faça direitinho a lição de casa!
10 dicas para se sentir melhor na cama
Foto: Shutterstock Images
 1. Não aceite tudo
“Sentir prazer no sexo deve ser algo normal e consensual. Portanto, a mulher tem que ser soberana nas decisões sobre o que fazer e o que não fazer na cama. É um erro grande ceder às preferências do parceiro — posição, fantasias, etc. — somente para agradá-lo. Na dúvida em relação a participar de alguma proposta mais impertinente, caia fora!!!”
Alexandre Bez, psicólogo especializado em relacionamentos pela Universidade de Miami, com consultório em São Paulo (SP) e Curitiba (PR).
2. Respeite o seu corpo e seus desejos
“Não parar quando sente dor é um sinal de que você não se respeita! Existem várias formas de mudar a posição de maneira elegante ou trocar a prática sexual se não está lhe agradando. Não se subjugue ao prazer do outro. A relação sexual tem que ser prazerosa para os dois.”
Claudio Picazio, sexólogo, de São Paulo (SP).
3.  Ame a sua vagina
“Pare de se preocupar com o aroma ou o sabor da vagina durante o sexo oral. Toda e qualquer vagina saudável tem um cheiro característico e que é erótico para os homens que desejam fazer sexo oral. Não pensar nesse tipo de coisa facilitará tudo.”
Oswaldo Rodrigues Martins Jr., terapeuta sexual e diretor do Instituto Paulista de Sexualidade (Inpasex).
4. Sem roteiros
“Seguir uma performance ensaiadinha, com roteiro e texto, é muito chato. Diversas mulheres ficam preocupadas em dar um gemido em ré sustenido na hora do orgasmo, elogiar o tamanho do pênis ou fazer determinada carícia baseada em fórmulas prontas! .”
Malcolm Montgomery, ginecologista e autor do livro Mulher: Uma Radiografia do Universo Feminino (Editora Prestígio).

10 dicas para se sentir melhor na cama
Foto: Shutterstock Images
5. Chega de vergonha
“Passar o tempo todo em uma só posição para esconder determinadas partes do corpo é um erro grave. Afinal, apesar de os homens serem muito mais visuais, atitudes valem mais do que curvas perfeitas.”
Thiago de Almeida, psicólogo especializado em relacionamentos, autor dos livros Amor, Ciúme e Infidelidade: Como essas Questões Afetam a sua Vida e A Arte da Paquera – Inspirações à Realização Afetiva (Letras do Brasil).
6. Tome a Frente
“Pode ser que vez ou outra você nem esteja tão disposta assim, mas deixar que o parceiro sempre tenha a iniciativa é demais. Querer que o homem tome partida pode até ser um fetiche, mas assuma a liderança.”
Ricardo Desidério, sexólogo e psicoterapeuta de Londrina (PR).
7.  Aproveite a luz
“Apagar a luz durante a transa empobrece – e muito – o sexo. Muitas coisas que excitam, acontecem e dão prazer são visuais. Já sem luz…”
Ailton Amélio da Silva, psicólogo, autor dos livros Relacionamento Amoroso (Publifolha) e O mapa do Amor (Editora Gente) e professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP).
8. Não finja orgasmos
“Com receio de desapontar o parceiro, muitas mulheres optam por fingir prazer e orgasmo. Elas não estão satisfeitas com a situação, mas acreditam que as coisas podem melhorar no futuro. Contudo, não enxergam que apenas contribuem para que ele continue repetindo os mesmos ‘erros’. O ideal é falar sobre o que gosta e ter consciência que ambos estão ali com objetivos comuns.”
Elídio Almeida, psicólogo, de Salvador (BA).
9. Situações embaraçosas acontecem e fazem parte do sexo
“Não aceitar situações embaraçosas é uma bobagem. Conforme-se e siga em frente. Se ele não conseguir abrir seu sutiã e desistir, apenas sorria e diga: ‘Deixe-me tentar. Esse é difícil mesmo’.”
Rodrigo Farah, consultor de paquera, dating coach e autor do blog Jogo da Conquista.
10. Diga o que gosta
“Nínguem possue bola de cristal. Por isso, não dar dicas ao parceiro (a) é complicado. Até mesmo os mais habilidosos e interessados não conseguem adivinhar de que o outro gosta. Já que o seu corpo lhe pertence, a melhor saída é aprender o que lhe estimula, começando pelo fato de se conhecer tátil e visualmente. Dessa forma, falar sobre o que deseja vai ficar bem mais fácil.”
Paulo Tessarioli, psicoterapeuta de casais, de São Paulo (SP).
Texto:  Heloísa Noronha

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Como lidar com o ciúme virtual

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Olhe à sua volta e perceberá algo impensável há 20 anos. Não é difícil achar relacionamentos amorosos – de ficadas a casamentos – que terminaram por causa de janelas de bate-papo ou um emoticon suspeito. A internet não inventou o ciúme, mas se tornou uma ferramenta poderosa para parceiros atrás de “provas” e para os inseguros, que confundem lealdade com controle.
O Facebook, por exemplo, já foi ligado a separações várias vezes nos últimos anos. Uma pesquisa de 2013, da Universidade do Missouri (EUA), concluiu que pessoas que navegam por mais de uma hora na rede social têm relações mais turbulentas. Faltam estudos no Brasil, mas os impactos se verificam na prática. Detetive particular em Curitiba, Juliana Carina Moreira diz que a internet triplicou a demanda pelo serviço e mudou o perfil da clientela: “Há oito anos, eram casados que viam mudanças no comportamento do parceiro. Hoje são até namorados que pegam papos e comentários suspeitos no Facebook e no WhatsApp”.
Segundo especialistas ouvidos pelo Viver Bem, é difícil tachar relacionamentos pelo grau de privacidade; há quem viva feliz tendo perfis conjuntos ou dividindo senhas. O problema é quando só um parceiro exige isso ou a situação faz o casal brigar sempre por bobagens. A internet não cria, mas é capaz de exacerbar um traço controlador antes sutil. E o outro parceiro, se não cria limites, entra na roda viva.
O psicólogo Thiago de Almeida, autor de Relacionamentos Amorosos: o Antes, o Durante… E o Depois, lembra ainda que as redes sociais aumentam a interferência sobre o relacionamento: “Sempre alguém vê algo, que pode ser sinal ou não de possível traição, e conta para os envolvidos”.
Exagero
Com isso, surgiram aplicativos e sites que incentivam o instinto de “stalkear” (perseguir). Eles criam redes de “informantes” ou monitoram a localização via celular, por exemplo — tudo pelas costas. Quando chega a esse ponto, melhor rever tudo, diz o psicólogo Ailton Amélio. “Quem engana o outro para controlá-lo precisa se tratar”, resume. Amélio lembra que traições podem ocorrer mesmo em relações boas e independem da rédea curta. Ou seja, o esforço é inútil e só mina a relação.
O psicólogo Pedro del Picchia avalia que, no futuro, quando o universo digital deixar de ser novidade, haverá uma maior “relativização” da interação on-line. “Com o tempo, avalio que as pessoas entenderão que uma certa conversa pela internet tem uma linguagem que é do momento, do meio. Hoje, mesmo quem tem 20 anos tem como modelo de relação a dos pais”, completa o especialista.
Depoimentos:
“Namoro uma garota que dava mostras de ser ciumenta e ficou pior quando começou a mexer no meu celular e no meu computador. Achou conversas antigas e quase acabou tudo dizendo que não confiava em mim. Daí trocamos senhas, e eu acabei neurótico e fazendo o mesmo que ela. No fim, o nível de ciúme estava tão alto que nos separamos duas vezes. Estamos juntos de novo, mas não sei até onde vai. Quem quiser ficar comigo tem que me respeitar e confiar. Senão, não faz sentido.”
José*
28 anos, analista de sistemas.
“Sempre fui ciumenta porque namorei caras meio malandros. Quando conheci meu namorado, que tem um nível de fofice acima da média, pensava: não é possível, ele deve esconder algo. Pedi a senha do Facebook, nunca encontrava nada. A única coisa foram pesquisas que ele fez pelo nome da ex enquanto eu estava viajando, no réveillon. Briguei com ele, que chorou e se disse arrependido. Relevei e não falo mais sobre isso. Como nunca acho nada, me sinto meio mal, mas pelo menos diminui a frequência.”
Isabel*
20 anos, estudante.
* Nomes fictícios para preservar os entrevistados.
“Tive um namorado que gostava de comentar perfis de moças e eu descobria tudo. Notei que a internet me deixou mais ciumenta. Antes eu só desconfiava, mas a web confirma. Pedi as senhas dele. Era tão doente que se ele ‘logava’, ficava vidrada em cada ação. Bati boca com mulheres porque, cega, achava que os outros eram o problema. Hoje nem adicionei meu atual namorado no Facebook, apesar de fuçar a timeline dele às vezes. Aprendi que um certo individualismo deve existir.”
Sol Carvalho, 28 anos, bibliotecária e blogueira

Segure as pontas
A consultora amorosa Luiza Costa, do blog Pergunte a Uma Mulher, dá dicas politicamente incorretas aos ciumentos virtuais:
1) Nunca troque senhasIsso só fará você perder tempo fuçando a vida do outro em vez de cuidar da sua própria. As horas na internet poderiam ser mais bem gastas na academia, lendo ou “até comendo pizza”.
2) ExNão fique tão preocupado se o parceiro ou parceira ainda olha o perfil do ou da ex. “Eu mesma olho, mais por curiosidade sobre familiares dele que conheci e de que gosto”, conta a Luiza.
3) CelularSer “não-me-toque” com o celular é complicado. “É polêmico. Mas lembre-se de que mexer no aparelho sem autorização é crime e pode dar ao outro argumento para ficar por cima, mesmo que seja pego no pulo”.
4) Daí não dá
Adotar subterfúgios para controlar o parceiro sem ele saber é indício de que a coisa vai mal. “Criar perfil falso para saber se o parceiro dá bola, usar aplicativo de localização… são vários os níveis de loucura. Melhor mudar o namorado ou você mesmo”.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

O RELACIONAMENTO VIRTUAL PODE SER VERDADEIRO E SINCERO



Sexo virtual e comunicação diária tornam este tipo de relacionamento menos complicado

Uma transferência de cidade por causa do trabalho ou uma temporada fora do país para estudar línguas. Esses são exemplos de situações que podem separar duas pessoas que se amam. Outras relações já nascem marcadas por essa separação, como é o caso de parceiros de lugares diferentes que se conheceram pela internet ou numa viagem de férias.

Mas independentemente do fator que causou o afastamento oi que se conhecem somente através da internet, especialistas no assunto recomendam que os casais nesta posição adotem algumas atitudes para evitar que a distância geográfica mine o relacionamento. Confira

 Sete delas a seguir:
 
Telefone e internet podem ser os melhores aliados quando seu amor está longe de casa
O que a gente quer?

“Não há duvidas que as relações à distância tenham mais dificuldade de perdurar, mas isso pode acontecer se as duas pessoas tiverem a mesma expectativa sobre o futuro do casal”, analisa Ailton Amélio da Silva, psicoterapeuta autor do livro "Relacionamento Amoroso: Como Encontrar Sua Metade Ideal e Cuidar Dela". De acordo com Ailton, os parceiros têm que conversar para ver se querem a mesma coisa desse namoro. “Não vai dar ser certo se um estiver pensando em viver junto no futuro próximo e outro achar que é só um namorico”, alerta. 

Sem confiança não dá 

A inseparável dupla ciúme e insegurança é possivelmente a maior ameaça para um namoro deste tipo dar certo, na opinião do psicólogo Dirceu Moreira, autor do livro “A Matemática do Amor” (Wak Editora). “Eles trazem sofrimento, provocam cegueira emocional e corroem os alicerces dos relacionamentos”, diz o especialista sobre esses complicados sentimentos. Para Dirceu, a única maneira de evitá-los e com bastante diálogo e a maior transparência possível. Se forem francas e constantes, essas conversas vão aumentar o nível de confiança do casal, que ficará menos vulnerável a essas emoções negativas. 

Parceria tecnológica 

Os casais contemporâneos que namoram à distância tem uma vantagem em comparação aos que viviam há 20 anos: à internet. A rede mundial tem uma série de programas gratuitos que funcionam como aliados dessas relações. “O Skype, o MSN e a webcam facilitam o contato diário entre os namorados, o que é muito importante para fortalecer o vínculo emocional entre eles”, explica Thiago de Almeida, psicólogo especializado em relacionamentos e autor do livro “A Arte da Paquera – Inspirações à Realização Afetiva” (Letras do Brasil). “Mas não vale ficar cobrando quando um dos dois não puder falar. Tem que ter espontaneidade também, não precisa ser aquela burocracia de conversar todo dia na mesma hora”, pondera Ailton. Uma boa dica é assistir um filme ou um programa de TV ao mesmo tempo e ficar comentando via Messenger. Aproxima os amados e diminui a sensação de afastamento. 

E o desejo sexual?

O vínculo sexual é muito importante para relacionamento do casal como um todo, mas como mantê-lo num namoro a distância? “O sexo virtual pela internet ou por telefone pode ajudar aliviar um pouco o desejo dos dois, mas obviamente não substitui o sexo em si”, esclarece Thiago, ressaltando que muitas pessoas conseguem sublimar mais a libido do que outras. “É uma necessidade natural de qualquer ser humano, numa relação mais longa é mais fácil de lidar com isso. Quando ela é recente, com os sentimentos mais intensos, é mais complicado”, prossegue o expert. 

Não se mortifique 

Depois um longo tempo, finalmente chegou o dia se encontrar. Mas depois dos primeiros carinhos, o casal só fica lamentando as dificuldades de amar à distância. “Quem fica reclamando, perde oportunidade de aproveitar o tempo de estar junto”, pontua Dirceu, advertindo que essa atitude é também improdutiva, já que ela não vai resolver o problema. O segredo é curtir o momento sem culpa e sem drama. 

Pirando com os detalhes 

Outro fator que pode atrapalhar os encontros é o anseio de tornar tudo impecável. Como esses momentos são raros, é quase irresistível ficar planejando cada passo para que nada dê errado na hora. Mas esse desejo de perfeição pode tornar a relação artificial e nada divertida. “Como não vivem na mesma cidade, esses casais também não conhecem plenamente os parceiros. Quando passam um tempo juntos, eles têm a oportunidade de se conhecer. Saber das qualidades e defeitos, do que incomoda ou não no comportamento de cada um”, avalia Thiago. 

Sem distância 


Os namoros à distância podem dar certo com os cuidados sugeridos pelos especialistas, mas o casal tem que planejar, mesmo que em longo prazo e sem precipitação, o momento em que vão viver juntos ou pelo menos na mesma cidade. Para isso, talvez seja necessário mudar de emprego ou pedir transferência na empresa, por exemplo. E aí é que entra o planejamento. “O que não dá é ficar eternamente nessa situação de viver separado. Além disso, a ideia de que num futuro definido essa separação vai acabar, ajuda diminuir a insegurança e a segurar a barra da situação atual”, finaliza. 

segunda-feira, 30 de março de 2015

MENTIRAS E OMISSÕES NO RELACIONAMENTO

MENTIRAS E OMISSÕES NO RELACIONAMENTO

Mentiras e omissões minimizam crises de relacionam
O ser humano mente desde criança, seja para manter sua autoestima ou para que os outros tenham uma boa imagem dele. Mas será que esta atitude combina com relacionamentos amorosos? Para muitos casais, a verdade é requisito básico para manter a união. Entretanto, psiquiatras e terapeutas alegam que levar essa tal verdade ao pé da letra pode magoar o parceiro e dar início a crises que nem sempre são fáceis de serem contornadas.
Na opinião do Dr. Thiago de Almeida, psicólogo especialista no tratamento das dificuldades nos relacionamentos amorosos, nenhum casal está imune à mentira. "Mentimos para que o nosso parceiro não sofra. Não estamos preparados para conflitos e discussões e nem para ouvir 100% da verdade. É melhor dizer para a atual parceira que você não tem mais contato com a ex, por exemplo, para não comprometer a relação", comenta. "O ser humano prefere ouvir uma mentira a uma verdade que lhe possa ser desagradável."
O especialista ressalta ainda que o ser humano precisa da aceitação do outro para se sentir melhor, uma vez que é carente de amor e elogio. "A maquiagem, o perfume, o salto alto, por exemplo, são artifícios para modificar a imagem que temos de nós mesmos", diz. "O mesmo acontece quando o assunto é o número de parceiras. Os homens, para se gabar, contabilizam mais mulheres do que realmente tiveram. Se eles conheceram duas, dizem 10. Já as mulheres são o contrário. Para não serem consideradas promíscuas, em vez de 10 contabilizam dois."
Mas como diz o ditado, a mentira pode sim ter perna curta. "Ela tem benefícios e malefícios. Confessar que a parceira está gorda pode ser positivo até determinado ponto. E quando ela para de funcionar traz muitas desvantagens. Uma mulher pode para de se relacionar com um rapaz se descobrir que ele a traiu", acredita Dr. Thiago.
Foi o que aconteceu com a enfermeira Ana Cecília, de 34 anos. Ela tentou lidar com as mentiras do namorado, mas como a confiança no rapaz chegou ao fim, o relacionamento ficou bastante comprometido. "Ele flertava com as ex-namoradas e, mesmo com as evidências, negava", conta.
Ana disse que brigou, chorou e pressionou o companheiro a dizer a verdade. E mesmo sem a confissão, decidiu manter o relacionamento, que já durava oito meses. "Só que a minha desconfiança não cessou e levou ao término do relacionamento em um ano e dois meses. Tentamos voltar, ele quis se justificar, mas não teve jeito", afirma.
Cada cabeça, uma sentença
Dentro de um relacionamento, verdade é sinônimo de fidelidade. Porém, segundo Dr. Thiago, é mais comum disfarçarmos nossas próprias imperfeições e cobrar uma boa conduta do outro. Afinal de contas, a mentira é boa para enganar a nós mesmos. "Quando dizemos que não traímos, quando na verdade traímos, estamos tentado diminuir nossa culpa, dizer que a gente comete apenas deslizes e que os erros dos outros são mais sérios."
Não existe um manual sobre como assimilar ou dizer uma mentira, mas o especialista acredita que o tempo de relacionamento pode interferir no jeito como o casal lida com ela. "O tempo ajuda sim a desenvolver a leitura do comportamento alheio. Em um determinado momento, um percebe que o outro está mentindo, mas não liga. Cada casal precisa definir seu jeito de lidar com isso", acredita Dr. Thiago.
Já no começo do namoro acontece o que o Dr. Thiago de Almeida define como a "fórmula do príncipe encantado". "Temos a tendência de melhorar a imagem do outro, enquanto o parceiro mostra o seu melhor. Com o aumento da familiaridade, passa-se a ter uma visão mais realista do outro e a mentira afeta cada vez menos a relação", explica. "Um exemplo típico é quando a mulher alega que está com dor de cabeça para não fazer sexo. É uma mentira politicamente correta, pois é mais fácil falar isso do que dizer que está com sono, deixando o parceiro chateado. Ele acaba aceitando a desculpa para não criar uma situação ruim", afirma.
Porém, quando se desmente ou se descobre a mentira do outro, dá-se início a um conflito, cujas proporções variam de casal para casal. "Nessa hora um bom diálogo pode levar o casal a uma conciliação", aconselha Dr. Thiago.
Por Juliana Falcão (MBPress)

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