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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Homens têm mais facilidade em manter relacionamento aberto


Felippe Franco | Homem | 14/08/2012 13h08
Com o tempo, novas formas de intimidade passam a ser adotadas pela sociedade e se tornam mais aceitas - ao menos aos olhos menos conservadores. Uma delas é o relacionamento aberto.
A prática consiste basicamente em uma união onde as duas partes podem ter relações sexuais com outras pessoas, desde que não haja envolvimento afetivo. Segundo o psicólogo Thiago de Almeida, especialista em relacionamentos, manter um casamento do tipo é possível, ainda que mais fácil para os homens, que têm o hormônio responsável pelo afeto em menor quantidade.
"As mulheres têm mais ocitocina, que pode gerar um apego maior. Depois, elas têm dificuldade em se desapegar", afirma o psicólogo. "Homens também têm 30 vezes mais testosterona, o que nos torna mais libidinosos", completou.
Recentemente, o colunista Léo Dias, do jornal "O Dia", afirmou que o apresentador Marcos Mion vive um relacionamento aberto com a esposa Suzana Gullo. A prática também foi usada como justificativa por Zezé di Camargo quando sua separação de Zilu começou a ser especulada. O casal, no entanto, depois, assumiu que estava de fato se divorciando.
O relacionamento aberto, segundo o especialista, é indicado quando o casal sente necessidade de sexo e não se satisfaz apenas com o parceiro. É preciso que haja aprovação das duas partes e que elas tenham noção de que estão abrindo margem para um envolvimento com outras pessoas.

A contadora Mariana Lessa*, de 31 anos, mantém um casamento aberto com o marido, Alberto Nunes*, de 34, com quem é casada há sete anos em Sergipe. A moça revelou ao SRZD que eles, desde o namoro, têm liberdade para sair com outras pessoas.
"Nós não queríamos casar por achar que não conseguiríamos viver com uma pessoa só, principalmente em relação a sexo, até que amigos nos expuseram essa forma de viver e achamos que daria certo", contou.
Mariana garante que a prática não gerou qualquer tipo de atrito entre os dois. Para isso, ela garante que existem regras. "Não pode haver nada além do desejo sexual. Se acontecer, tem que cortar a saída para preservar o relacionamento", frisou ela. Essa situação, no entanto, para o psicólogo, é mais complexa do que parece.
"Qual nível de entrega eu posso ter com uma pessoa para dizer se eu estou ou não tendo envolvimento com ela? É difícil particularizar isso", questionou Thiago.
O sucesso do relacionamento, para Mariana, também é atribuído à personalidade do casal. "A pessoa tem que ter isso como visão de vida antes de encontrar parceiro. Tem que vir de dentro", garantiu.
(*) À pedido da entrevistada, os nomes foram trocados para preservar a imagem do casal.

2 comentários:

  1. Achei o texo bem legal, notei que até o Senhor Dr. nao poe muita fé nesse tipo de relacionamento. Mais relacionamentos abertos é melhor que traiçao, traí dar muito trabalho, é preciso mentir, enganar, esconder e etc., sem contar a dor e a decepçao se quasa no outro quando se é descoberto.

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  2. Concordo com Thiago de Almeida quando el;e diz que é mais fácil para os homens manterem esse tipo de relacionamento, principalmente porque culturalmente eles foram ensinados a se blindarem à afetividade. Coisa que é quase "cobrado" na formação feminina.
    Também concordo que esse tipod e relacionamento é mais complexo, não que não possa existir. Acredito que possa sim, desde que isso seja acordado, desdo início, por ambos. Porém não há como garantir que não haverá envolvimento emocional, já que a relação não é profissional, não temos como controlar nossos sentimentos, podendo ser pegos de surpesa pela paixão.
    De certo que estabelecer algumas regras podem minimizar essa questão, contudo nunca eliminar. Você pode ainda, argumentar dizendo que mesmo num relacionamento fechado estamos sujeitos a essa fatilidade, ams pelo menos não estamos nos exposndo à isso.

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