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domingo, 25 de setembro de 2011

Discutir a relação ou aplicar um 'gelo' estratégico?

Foto: Stock.xchng












Quem nunca discutiu a relação ao menor sinal de que as coisas estavam fora dos eixos? O psicólogo Thiago de Almeida, especialista em relacionamentos amorosos explica que apesar da conversa ser algo positivo nem sempre é o ideal.
“Quando pessoa percebe um comportamento estranho do parceiro a primeira reação é verbalizar, mas se percebe que o outro não está contemplando o ato a melhor maneira é promover um afastamento”, afirma Almeida. Mas nada de radicalizar, o afastamento é colocar o outro na mesma situação, aquele tradicional: sentir na pele.
Segundo o psicólogo são pequenas ações. “Quando o namorado ligar diz que está ocupado e que não pode falar no momento, por exemplo”, explica o autor do livro A Arte da Paquera – Inspirações à Realidade Afetiva. Almeida ainda adverte que o companheiro não deve se sentir manipulado.
Todas essas ações ocorrem porque as mulheres não gostam de sentir preterida e os homens não gostam de se sentir sufocados. Ao menor sinal de rejeição o primeiro passo da mulher é sufocar o outro e consequentemente acaba metendo os pés pelas mãos.
O psicólogo ainda explica que todos, independente do sexo, são sensíveis ao perceber o tratamento diferente do outro, porém algumas vezes pode não passar de uma preocupação exacerbada. “Ninguém precisa estar bem todos os dias, mas se isso passa de uma semana merece atenção”, conta Almeida.
Compromisso
Apesar da grande parcela dos solteiros afirmarem que está difícil encontrar alguém para namorar as coisas não são bem assim. Segundo o psicólogo as pessoas estão receosas de se envolverem.
“Ao final de mais um relacionamento elas percebem que perderam tempo e tempo é um investimento que não volta nunca mais. Ao menor sinal de que o novo relacionamento não dará certo elas desistem”, explica. (Colaborou Larissa Marçal)

Um comentário:

  1. Ter esse "malabarismo" todo é bem complicado. Basicamente a ideia é "não inventar DR por besteira", mas falar é mais fácil que fazer...

    No final das contas, concordo plenamente contigo.

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