Qual livro escrito pelo psicólogo, Dr. Thiago de Almeida, você já teve a oportunidade de fazer o do

Leia o conteúdo desse blog em teu idioma

sábado, 3 de maio de 2014

Sexo: o que fazer no primeiro encontro?


  • A pesquisadora Anne Walker Green reuniu 683 mulheres, entre 17 e 49 anos, residentes de Dublin, na Irlanda, para realizar pesquisas sobre o comportamento feminino no primeiro encontro. Durante um ano, as mulheres descreveram os sucessos e fracassos que tiveram em encontros amorosos. 
    O resultado do estudo foi surpreendente, revelando que as mulheres que praticaram sexo oral em seus parceiros na primeira noite elevaram significativamente as chances deste encontro gerar novos convites. 
    E não é só o sexo oral que estimula os irlandeses a procurar uma garota. A prática da masturbação foi citada por 46.5% dos entrevistados, seguida do ato sexual propriamente dito, com 30.9%. 
    A realidade do Brasil, porém, é bastante diferente, informa o psicólogo e especialista em relacionamentos amorosos Thiago de Almeida. Segundo Almeida, a maioria das brasileiras tem o hábito de apenas beijar no primeiro encontro, para testar o parceiro. "Ela quer saber se ele beija bem, se tem 'pegada'", exemplifica. 
    "A brasileira procura ter ao menos 10 encontros antes de topar uma relação sexual, pois ela busca ser valorizada pelo parceiro, se afastando do sexo casual." E, quando o assunto é sexo oral, o cenário é ainda mais delicado. "O ato só é realizado quando ela já tem muita confiança no parceiro", resume. 

terça-feira, 29 de abril de 2014

Selfie #aftersex: o que você acha de fotos íntimas nas redes após o sexo?


Selfie #aftersex: o que você acha de fotos íntimas nas redes após o sexo? - 1 (© Foto: Montagem Reprodução Instagram)
Próxima
Anterior
Foto: Montagem Reprodução Instagram
Anterior1 de 10Próxima
DA REDAÇÃO
O "selfie" já é moda há tempos. Todo mundo faz ­e até o presidente americano Barack Obama entrou na brincadeira. A palavra é um neologismo criado a partir da expressão "self-portrait", ou seja, "autorretrato". E ela nada mais é do que essa foto tradicional que tiramos quase diariamente de nós mesmos. E quer saber qual a capital no Brasil que mais faz selfie? Segundo um estudo publicado pelo site "Selfiecity", apoiado pela Universidade de Nova York, paulistanos são os que mais fazem "selfie" e as garotas são maioria, fazem 65,4% dos posts.
A pesquisa mostrou ainda que a idade média dos homens que fazem "selfie" em São Paulo é de 25 anos, enquanto as mulheres ficam na faixa de 22 anos. O site analisou 3,2 mil autorretratos publicados no Instagram e analisou o comportamento de usuários das cidades de São Paulo, Moscou, Berlim, Nova York e Bangcoc. Em Moscou, elas fazem 82% dos autorretratos. Já em Bangkok, na Tailândia, as mulheres representam 55%.
Mas o que surgiu nas últimas semanas vai além do tradicional 'selfie" e promete ser uma nova forma de exposição na internet: o "afterselfiesex" ou o "selfie aftersex", na qual a ideia é o casal postar uma foto se abraçando ou sorrindo após a relação sexual. Em geral, os autorretratos publicados nas redes não trazem nudez explícita. O assunto, naturalmente, provocou polêmica e também muita piada. No Facebook, há pelo menos três comunidades com o nome de "After Sex Selfies". Numa delas já há mais de 574 mil pessoas de todo o mundo participando.
No universo dos famosos, poucos deles aderiram ao "selfie aftersex". A cantora Demi Lovato é uma das que já aderiu à nova moda. Por sua vez, a ex-BBB Michelly Crisfepe é outra que publicou no seu Instagram uma foto íntima com o namorado, imagem tirada supostamente após a relação sexual. Você considera sexy ou over compartilhar uma foto íntima nas redes sociais?
A psicóloga clínica Triana Portal entende que esse "selfie" após o sexo depende do casal, ou seja, se ambos estiverem de acordo com a publicação e apreciarem esse tipo de exposição, não terão maiores problemas. "Quando exibimos nossa vida conjugal na rede ficamos vulneráveis a perigos subjetivos que podem ser bastante nocivos. Se um dos parceiros não gosta de aparecer, não sabe que a imagem foi compartilhada ou mesmo se a imagem foi compartilhada a contragosto (coisa que acontece muito), nesses casos, isso pode ser motivo para brigas, mal-estar e até rompimento", opina Triana.
Thiago de Almeida, psicólogo especialista em relacionamentos amorosos, entende que essa nova forma de exposição virtual é mais um modismo dos jovens nas redes sociais. "Quando o casal está bem num relacionamento, tudo ao redor também irradia felicidade, harmonia e eles querem compartilhar esse momento com as pessoas e os amigos. E as redes sociais propiciam esse prazer a essas pessoas. Além disso, alguns também gostam de se exibir, e nada mais natural para eles do que utilizar as redes sociais para isso. Mas chegou um momento em que a exibição já não comportava só o dia a dia, o cotidiano, e aí surgiu o modismo da exposição da intimidade nas redes sociais", afirma o psicólogo.
Por isso, ressalta o especialista, é que as relações podem acabar a qualquer momento e essa exposição da intimidade pode gerar conflito, brigas e acusações mútuas entre os parceiros. "Assim, poderá surgir o momento onde um quer continuar com a exposição e outro quer apagar das redes. Muitas vezes isso pode ultrapassar os limites do que pode ser mostrado ao público e as pessoas se machucarem", adverte Thiago de Almeida, autor do livro "Relacionamentos amorosos: o antes, o durante e o depois".
Na opinião do psicoterapeuta e psicanalista especialista em relacionamentos e em mudança de hábitos, Sergio Savian, tudo que você expõe na rede pode se propagar de forma irreversível. "Os relacionamentos costumam ter um prazo de validade e pode ser que, no calor da paixão, você divulgue sua intimidade e mais tarde se arrependa. Mas aí já é tarde. Você não consegue voltar atrás. E, por isso, terá problemas", pondera.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Relacionamento à distância pode dar certo?

Telefone e internet podem ser os melhores aliados quando seu amor está longe de casa

Uma transferência de cidade por causa do trabalho ou uma temporada fora do país para estudar línguas. Esses são exemplos de situações que podem separar duas pessoas que se amam. Outras relações já nascem marcadas por essa separação, como é o caso de parceiros de lugares diferentes que se conheceram pela internet ou numa viagem de férias. Mas independentemente do fator que causou o afastamento, especialistas no assunto recomendam que os casais nesta posição adotem algumas atitudes para evitar que a distância geográfica mine o relacionamento. Confira sete delas a seguir:

O que a gente quer?
“Não há duvidas que as relações à distância têm mais dificuldade de perdurar, mas isso pode acontecer se as duas pessoas tiverem a mesma expectativa sobre o futuro do casal”, analisa Ailton Amélio da Silva, psicoterapeuta autor do livro “Relacionamento Amoroso: Como Encontrar Sua Metade Ideal e Cuidar Dela” (Publifolha). De acordo com Ailton, os parceiros têm que conversar para ver se querem a mesma coisa desse namoro. “Não vai dar ser certo se um estiver pensando em viver junto no futuro próximo e outro achar que é só um namorico”, alerta.

Sem confiança não dá
A inseparável dupla ciúme e insegurança é possivelmente a maior ameaça para um namoro deste tipo dar certo, na opinião do psicólogo Dirceu Moreira, autor do livro “A Matemática do Amor” (Wak Editora). “Eles trazem sofrimento, provocam cegueira emocional e corroem os alicerces dos relacionamentos”, diz o especialista sobre esses complicados sentimentos. Para Dirceu, a única maneira de evitá-los e com bastante diálogo e a maior transparência possível. Se forem francas e constantes, essas conversas vão aumentar o nível de confiança do casal, que ficará menos vulnerável a essas emoções negativas.

Parceria tecnológica
Os casais contemporâneos que namoram à distância tem uma vantagem em comparação aos que viviam há 20 anos: a internet. A rede mundial tem uma série de programas gratuitos que funcionam como aliados dessas relações. “O Skype, o MSN e a webcam facilitam o contato diário entre os namorados, o que é muito importante para fortalecer o vínculo emocional entre eles”, explica Thiago de Almeida, psicólogo especializado em relacionamentos e autor do livro “A Arte da Paquera – Inspirações à Realização Afetiva” (Letras do Brasil). “Mas não vale ficar cobrando quando um dos dois não puder falar. Tem que ter espontaneidade também, não precisa ser aquela burocracia de conversar todo dia na mesma hora”, pondera Ailton. Uma boa dica é assistir um filme ou um programa de TV ao mesmo tempo e ficar comentando via messenger. Aproxima os amados e diminui a sensação de afastamento.
E o desejo sexual?
O vínculo sexual é muito importante para relacionamento do casal como um todo, mas como mantê-lo num namoro a distância? “O sexo virtual pela internet ou por telefone pode ajudar aliviar um pouco o desejo dos dois, mas obviamente não substitui o sexo em si”, esclarece Thiago, ressaltando que muitas pessoas conseguem sublimar mais a libido do que outras. “É uma necessidade natural de qualquer ser humano, numa relação mais longa é mais fácil de lidar com isso. Quando ela é recente, com os sentimentos mais intensos, é mais complicado”, prossegue o expert.

Não se mortifique
Depois um longo tempo, finalmente chegou o dia se encontrar. Mas depois dos primeiros carinhos, o casal só fica lamentando as dificuldades de amar à distância. “Quem fica reclamando, perde oportunidade de aproveitar o tempo de estar junto”, pontua Dirceu, advertindo que essa atitude é também improdutiva, já que ela não vai resolver o problema. O segredo é curtir o momento sem culpa e sem drama.

Pirando com os detalhes
Outro fator que pode atrapalhar os encontros é o anseio de tornar tudo impecável. Como esses momentos são raros, é quase irresistível ficar planejando cada passo para que nada dê errado na hora. Mas esse desejo de perfeição pode tornar a relação artificial e nada divertida. “Como não vivem na mesma cidade, esses casais também não conhecem plenamente os parceiros. Quando passam um tempo juntos, eles têm a oportunidade de se conhecer. Saber das qualidades e defeitos, do que incomoda ou não no comportamento de cada um”, avalia Thiago.

Sem distância
Os namoros à distância podem dar certo com os cuidados sugeridos pelos especialistas, mas o casal tem que planejar, mesmo que em longo prazo e sem precipitação, o momento em que vão viver juntos ou pelo menos na mesma cidade. Para isso, talvez seja necessário mudar de emprego ou pedir transferência na empresa, por exemplo. E aí é que entra o planejamento. “O que não dá é ficar eternamente nessa situação de viver separado. Além disso, a ideia de que num futuro definido essa separação vai acabar, ajuda diminuir a insegurança e a segurar a barra da situação atual”, finaliza Ailton.  Via ig.

Labels