quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Primeira viagem a dois

A viagem a dois é um bom test-drive para conhecer melhor o namorado?

O casal está no auge da paixão e resolve viajar pela primeira vez. Como bem sabemos, uma viagem é praticamente uma prévia de como será uma vida a dois. A tal “intimidade” parece que vem com tudo para atacar, e aí que surgem as famosas briguinhas.

“Em sua primeira viagem o casal está propício a descobertas, portanto o certo é procurar ser feliz e não querer ter a razão. Se um quer ir ao restaurante e outro ver um filme, procure conciliar isso e não se melindrar. O ideal é sempre ponderar as coisas e não agir com ‘tem que ser do meu jeito’”, explica o especialista no tratamento das dificuldades nos relacionamentos amorosos, Thiago de Almeida, autor do livro “A Arte da paquera: inspirações à realização afetiva" (Ed. Letras do Brasil).

De acordo com o psicólogo é bom analisar as tendências que o parceiro tem, porque às vezes a própria pessoa não percebe isso, já que se tornou um padrão na sua vida. Foi o que aconteceu com o casal Vinicius Junqueira e Carolina D’ambrósio, que fizeram sua primeira viagem de casal em 2008. Os dois passaram 10 dias em Florianópolis na praia da Armação, litoral sul da ilha.
Eles começaram a namorar em outubro e fizeram a viagem em dezembro, bem no início do relacionamento: “Durante a viagem comecei a descobrir alguns gostos que ela tinha do qual eu desconhecia, por exemplo, um prato bem típico de Floripa é o camarão, do qual ela detesta e na hora da refeição era aquele impasse!”, conta Vinicius.

O namoradinho ainda revela outra situação que lhe pegou de surpresa: “Ela acordava muito cedo todos os dias! Independente do horário que ia dormir ela sempre estava de pé às 8h da manhã para tomar café. Muitas vezes ela chegou a ir à praia sozinha enquanto eu continuava dormindo. Levei vários esporros do tipo ‘Pô, você vem até aqui para dormir?’ Porque eu sou desses que dorme 3h da manhã e acorda só meio-dia”.

Porém, todas estas experiências de descobertas e brigas se tornam peças fundamentais para saber como o parceiro é realmente. Thiago afirma: “Os conflitos são importantes para analisar melhor como vai ser o relacionamento em longo prazo”.

E dá a dica: “Vale lembrar que durante a viagem o parceiro não é como ele é no dia a dia. Quando viajamos, saímos do nosso contexto, da nossa rotina, e só ficamos descansados e relaxados alguns dias depois”. E foi isso que o casal descobriu: “Foi incrível ver que ela não curtia beber tanto quando bebia quando saíamos na cidade”.

O mais legal é que três anos depois da viagem o casal continua firme e forte em seu relacionamento, souberam se adaptar e respeitar as diferenças. Essa é a dica principal. E vocês, o que acham? A viagem a dois é um bom test-drive para conhecer novo boyfriend?

domingo, 27 de novembro de 2011

Dicas para você não ser traída em um relacionamento

Especialistas revelam atitudes e comportamentos que, ao serem adotados por você, reduzem a possibilidade de o gato desejar outras mulheres.

Seja menos ciumenta
Segundo pesquisa realizada por Thiago de Almeida, psicólogo especialista no tratamento de dificuldades amorosas, o ciúme é o principal fator que leva à infidelidade. "Com essa postura, a mulher acaba incentivando a traição. Afinal, o proibido tem mais sabor."
Trabalhe sua confiança. Se ele está com você - mesmo diante de tanta "oferta de mercado" - é porque quer. Então, valorize-se. Pois estímulos para o moço sair da linha sempre podem aparecer e não há como colocá-lo numa redoma.

Preste atenção
Segundo estudo de M. Gary Neuman, autor do livro A Verdade sobre a Traição Masculina (Ed. Best Seller), as amizades e os parentes exercem importante influência na hora da traição.
Tente aproximar o bonitão de casais estáveis, mas sem afastá-lo dos amigos e parentes. Esses, aliás, você deve conhecer melhor. Convide-os para a sua casa.

Fuja da rotina
A vontade de diversificar é das principais "explicações" dos infiéis. "E isso, aliado à capacidade de separar sexo de amor, configura uma das justificativas mais recorrentes", diz o terapeuta Sergio Savian.
Para ser a única, ofereça sexo com energia, criatividade e carinho. Divirta-se na cama, inove, surpreenda e separe um tempo para namorar.

Invista e escute
Cuide de si mesma e ouça seu companheiro antes de pensar que o excesso de trabalho ou falta de desejo dele signifiquem necessariamente a presença de outra mulher na história.
Segundo Thiago, o segredo é tornar-se uma mulher mais agradável e poderosa para você mesma. Isso encanta e atrai os homens! Invista tempo em você, dedique-se e verá a diferença.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Até onde vai o amasso?

 

Luciane Mediato
Especial para o Diário

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Existe coisa mais gostosa do que o amasso? A pegação é processo natural de intimidade do casal. Mas se não quer pagar mico ao ser interrompido pelos pais, inspetor do colégio e até pelo segurança do shopping, é bom ir com calma. Quem passou por isso nunca esquece. Camila Cerejeiras, 17 anos, de Santo André, foi pega na sala com o namorado. "As coisas esquentaram. Quando estava sem camiseta e ele com a calça aberta, meu pai viu. Ouvi uma hora de bronca e não pude levar meu namorado para casa durante um bom tempo."
O chato não é só ser pego pela família. A lei também está de olho na mão boba. Existe um artigo (Lei de Contravenções Penais Artigo 61) que diz que se alguém for pego se amassando em local público ou importunar e ofender alguém por isso, pode pagar multa de até R$ 200 mil.
Se não quer passar por situação constrangedora, procure lugares mais reservados para o amasso. Evite locais públicos e cheios de gente. Cuidado também com áreas comuns de prédios, como escadas. O casal Fernanda Grecco, 15 anos, e Nicolas Machado, 15, de São Bernardo, concorda que algumas coisas devem ficar na privacidade. "Beijar em público não tem problema, mas não é legal ficar se pegando em qualquer lugar. Na escola e na rua é ruim", diz Nicolas.
Do outro lado, estão os pais, que já passaram por isso quando eram mais novos. "Todo mundo já namorou, mas é preciso ter respeito. Como mãe tenho obrigação de orientar minhas filhas. Nessa idade, ninguém se preocupa com as consequências", acredita Laura Cerejeiras, 46, mãe da Camila.
O limite da mão boba - Independentemente do local da pegação, a regra básica, segundo a sexóloga Carla Cecarelho é que o casal deve estar de acordo com a situação. "Cada um sabe onde deve colocar a mão e que lugar pode ser tocado. Vale lembrar que existe diferença entre amasso, preliminar e sexo."
Para Carla, o amasso é quando as mãos tocam o corpo, não importando se está de roupa ou calcinha e cueca. "Se avançar mais um pouco e começar a ter masturbação e toques mais íntimos, isso já é preliminar. É sexo se acontece o sexo oral."
Outra coisa: "Só fica grávida se houver penetração, ou seja, é necessário que ocorra relação sexual. Também há casos em que a ejaculação acontece próximo à vagina. Se a menina estiver em período fértil, o espermatozoide pode chegar ao canal vaginal", explica Carla. Por isso, e para se proteger de doenças, é importante usar camisinha até no sexo oral.
Só o beijo também pode transmitir doenças como herpes, cárie, gengivite, hepatites A e B, HPV, faringite, gripe, sífilis, mononucleose, entre outras. "Beijar na boca de várias pessoas aumenta em quatro vezes as chances de contrair doenças", diz Carla.
Não é obrigação - Não é que os avós e pais não quisessem avançar o sinal, mas era mais difícil na época deles. Geralmente, namoravam no sofá com a supervisão dos pais. A garota tinha horário certo para voltar do baile, para onde só podia ir acompanhada do irmão mais velho. Nas décadas de 1950 a 1970, era comum os casais serem interrompidos pelos lanterninhas dos cinemas. Em muitos casos, só podia beijar na boca depois do casamento.
E não é porque seus colegas vivem se agarrando por aí que você deve se sentir obrigado a fazer o mesmo. "Cada um tem o seu tempo de amadurecimento sexual. Não é porque já tem seios ou barba que precisa virar a pegadora ou o pegador", acredita o psicólogo Thiago Almeida, especialista em relacionamentos, que complementa: "O amasso é algo natural e com o tempo vai rolar, independentemente da idade."

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Um bom casamento é como frescobol

 




A relação a dois é tema constante de palestras, entrevistas, livros e crônicas. Uma dessas crônicas, intitulada "Tênis e Frescobol", foi escrita por Rubem Alves.

Integrante do livro "Retratos de Amor", o texto faz uma relação entre o casamento e estes dois esportes.

Os casais que fazem da relação um jogo de tênis têm como objetivo derrotar um ao outro. Um tem a exata noção do ponto fraco do outro e o atinge sem piedade. Alcança-se o prazer quando um dos cônjuges é colocado fora do jogo e termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.

Já no frescobol não existe competição. Os dois ganham e a satisfação está na harmonia, no empenho para não deixar a bolinha cair. Quando um erra, pede desculpas e o que provocou o erro se sente culpado. E começa-se tudo de novo.

Na opinião de Cláudya Toledo, dona do site A2 Encontros, o jogo de tênis dentro de um casamento pode ser explicado com base nas diferenças naturais entre homens e mulheres. Ela tem uma essência mais amorosa e cooperativa, enquanto ele é naturalmente competitivo. "Quando a mulher começou a trabalhar, deixou despertar esse lado competitivo e o levou para dentro de casa, dando origem às brigas que nem sempre têm volta", explica. "Se a mulher não aprender a usar seu lado ‘jogador’ somente no trabalho e desenvolver o lado cooperativo e amoroso dentro de casa, o casamento não vai durar", completa.

José Ângelo Gaiarsa, autor do livro "Lições de Amor Para Sobreviver ao Casamento", acredita que os casamentos modernos se enquadram no jogo de tênis. Para ele, essa relação não tem jeito. "Não tenho nenhuma ilusão sobre o matrimônio. Dentro do casamento, um se acha prisioneiro do outro. Quando se chega a esse ponto, qualquer defeito serve para o casal começar a se machucar", declara.

Gaiarsa diz ainda que as pessoas são monótonas, pouco criativas e acabam caindo na rotina. Depois de um ano um sabe exatamente cada passo do outro. "Isso gera um descontentamento sem culpados. Você se vê obrigado a ficar e a morar com essa pessoa".

Os casamentos entre pessoas de idades de diferentes, segundo Cláudya, tendem a ser mais cooperativos, ou seja, baseados no frescobol. "Uma esposa de 35 anos não vai competir com um marido de 50 anos. Eles estão em fases de vida diferentes e, por isso, não há abertura para a competição. Hoje é comum vemos também mulheres mais velhas à procura de homens mais novos", afirma.

Na crônica "Tênis e Frescobol", Rubem Alves toma emprestada uma colocação de Nietzsche para enaltecer uma das bases da boa relação a dois: "Ao pensar sobre a possibilidade do casamento cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: ‘Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até a sua velhice?' Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar’".

Cláudya apóia totalmente essa colocação. "Quando se tem um bom papo com a pessoa amada, a relação pode sim durar a vida toda. O vínculo se cria por meio do diálogo afetivo. As demais coisas no casamento perdem a força com o tempo", diz. "As pessoas se relacionam melhor quando sabem expor com clareza seus sentimentos. Quem provoca ruídos de comunicação, mente e não sabe falar sobre o que sente certamente terá problemas nesse campo da vida", acredita.

Para o psicólogo Thiago de Almeida, especialista em tratamentos das dificuldades do relacionamento amoroso, o diálogo é importante, apesar de ser a porta de entrada para os conflitos. Mas tudo vai depender da forma como o casal lida com as diferenças. "Certos aspectos da vida a dois conduzem ao tédio. E sem essa troca de opiniões e palavras, o marido e a esposa passam a seguir vidas paralelas", declara.

Até mesmo as chamadas brigas construtivas, ou seja, opiniões diferentes sobre os mesmos assuntos, podem ajudar o casal a definir o jogo que rege a relação. "Quando os parceiros usam esse método para conhecer um ao outro e estabelecer um contato mais íntimo, o casamento pode seguir as regras de um frescobol. Mas quando as discussões fazem os dois perderem a cabeça, o resultado é um jogo de tênis, na qual um agride o outro sem medidas", afirma o psicólogo.

Thiago de Almeida explica que quando as pessoas se encaminham para um relacionamento, a mulher espera que o parceiro supra todas as suas carências. Porém, é preciso lembrar que o homem tem essas mesmas expectativas. Esses anseios, quando não tratados com diálogos e doses de cooperação, podem trazer resultados frustrantes. "Os casais mais felizes não são os mais inteligentes, mas sim aqueles que sabem conviver com as diferenças e eliminar, por meio da convivência e da conversa, os pontos negativos da relação", define.

A conclusão que se tira da crônica de Rubem Alves é que os casamentos podem sim começar como um jogo de tênis e terminar como uma partida de frescobol ou vice-versa. O que vai definir os bons ou maus caminhos da relação é a forma como o casal vai conduzir a bola, que nada mais é do que os sonhos individuais e conjugais. Quem apostar na cooperação e no diálogo certamente vai enxergar na bola os anseios do parceiro e pegá-los para si, tornando-os reais. Agora quem aposta na competitividade e nas brigas desmedidas, tende a ver seus sonhos e os do outro transformados em frustrações. E você, que decisão pretende tomar?

Por Juliana Falcão (MBPress)

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Felizes para sempre

Parece romantismo excessivo, mas existe uma lógica: a idéia é que, quando estamos ao lado de alguém com atributos que parecem ser únicos, tendemos a investir mais no sucesso da relação. Quem aponta é o pesquisador Thiago de Almeida, da USP. Segundo ele, na admiração está a gênese do amor: é ela que nos tira do egoísmo da solteirice e nos abre para valorizar as características do outro. "O fortalecimento da admiração nos impulsiona a investir no relacionamento", ensina.

O retorno é indispensável, como ressalta o psicólogo Gilberto Godoy. Para ele, a admiração é sinal de maturidade: é enxergar que o outro tem características positivas que nos faltam, numa espécie de projeção. "De certa forma, as características do parceiro ou parceira passam também a ser nossas, quando somos vistos como casal", contextualiza.

A imagem do casal juntinho no sofá, numa noite chuvosa, assistindo a um filme romântico, zanza pelo imaginário dos apaixonados. Entretanto, escolher o título pode ser decisivo: a trama pode empolgar um e enfadar o outro. Ou, o que é pior: levar a uma discussão desnecessária da relação. No último Valentines Day (o Dia dos Namorados americano, comemorado em 14 de fevereiro), a Blockbuster americana elaborou uma pesquisa com 1,5 mil clientes para falar sobre os melhores filmes para se assistir a dois, e também sobre aqueles que são sinônimo de briga.

Particularidades e seus graus de risco
INCOMPATIBILIDADES FAMILIARES (Alto)
Quanto mais séria for a relação, maior o envolvimento e convivência entre as famílias. Junto com o parceiro estão a orientação, o caráter, os valores e os princípios em que ele foi criado. Divergências podem levar a conflitos grandiosos - ir contra a família é tentar se impor negativamente a tudo isso.
CIGARRO, BEBIDAS ALCOÓLICAS E DROGAS (Alto)
Muitas vezes, um ponto de atração no início do relacionamento. Mas com o tempo pode sair do controle, fugir dos princípios de cada um, transformando-se em motivos de brigas e discussões. O bom andamento do namoro ou casamento está ameaçado se nenhuma providência for tomada.
ESTILO E ROUPAS PREFERIDAS (Médio)
Quando fazem parte da indumentária profissional, não podem ser vistas como diferenças. Mas se, nos eventos sociais, os parceiros insistem em trajes muito divergentes entre si, há a tendência de que um se sinta mal.
QUESTÕES FINANCEIRAS (Alto)
Nos relacionamentos mais sérios ganha muita importância. Pode ser complicado quando um gasta demais e o outro é mais controlado. A solução está na formulação de metas e objetivos em comum, com a participação de ambos, para evitar o desgaste.
GOSTO POR MÚSICA, FILMES E LEITURA (Baixo)
Não é preciso abdicar de nenhum desses prazeres nem mudar o gosto para agradar ao companheiro e a relação dar certo. Aproveite esses exemplos para demonstrar a importância da sua individualidade.
PREFERÊNCIAS GASTRONÔMICAS (Baixo)
Em vez de ponto de divergência, as diferenças gastronômicas podem ser motivo para surpreender o outro, além de ampliar a capacidade de experimentação. Vale, inclusive, descobrir novas culinárias ao mesmo tempo que o outro.
COMPORTAMENTO SEXUAL (Médio)
Sexo é uma troca de gostos, desejos e fantasias. O ideal é mostrar um ao outro o que gosta e discutir as preferências de cada um. Cabe reflexão quando as práticas sugeridas não agradam ao parceiro de jeito nenhum.
RELIGIÃO (Alto)
Há de se respeitar a individualidade e a orientação religiosa de cada pessoa, mas a questão pode se complicar com a chegada dos filhos. As discussões sobre como agir na hora de educar a criança podem acabar com o relacionamento.
PROGRAMAS DE LAZER DIVERGENTES (Baixo)
A negociação é o grande segredo. Ambos podem desfrutar do seu lazer predileto. Se preferirem que seja na companhia do outro, é recomendável estabelecer uma troca que ajude a equilibrar e evitar cobranças.
PRINCÍPIOS ÉTICOS (Alto)
Saber que o outro tem comportamentos e atitudes consideradas desagradáveis pode levá-lo à culpa e a discussões capazes de comprometer o sucesso de qualquer relação.
Dicas para amar
"Como se Fosse a Primeira Vez"
O simpático e mulherengo Henry Roth (Adam Sandler) adora a companhia de mulheres solteiras em passeio ao Havaí, até conhecer Lucy (Drew Barrymore), que sofre de uma estranha doença: a moça esquece tudo o que acontece com ela ao final do dia. Por causa disso, Lucy não reconhece Henry dia após dia. Ele aceita a tarefa de reconquistá-la diariamente, vivendo todas as manhãs o primeiro encontro.
"Casablanca"
Rick (Humphrey Bogart) é dono de um famoso bar localizado em Casablanca, no Marrocos Francês, durante a Segunda Guerra Mundial. A cidade é o refúgio para quem quer evitar os nazistas. Neste caótico ambiente, Rick encontra Ilsa (Ingrid Bergman), com quem tivera um amor interrompido há algum tempo, em Paris. Eles relembram o passado que tiveram juntos. A música imortal deste relacionamento é As time goes by.
"Harry e Sally - Feitos Um Para o Outro"
Quando ainda eram adolescentes, Harry (Billy Crystal) e Sally (Meg Ryan) se encontraram pela primeira vez, indo juntos de carro para dar início às suas carreiras em Nova Iorque. À primeira vista eles se odiaram. Com o passar dos anos cada um leva a sua vida, se vêem esporadicamente. Aos poucos e de forma um pouco assustadora descobrem que estão se apaixonando.
"A Princesa Prometida"
Uma Bela princesa (Robin Wright) faz pacto de amor com um camponês (Cary Elwes), mas quando recebe a notícia de que ele foi assassinado pelo cruel pirata Roberts, decide aceitar o pedido de casamento de um príncipe sinistro (Chris Sarandon). Nas vésperas do casamento ela é raptada. Quem aparece para resgatá-la é o camponês. A Princesa Prometida é uma fábula divertida, com muitos duelos de espada, cenas de perseguição e romance.
DICAS PARA BRIGAR
"Rambo" (voto delas), "Clube dos Cafajestes" (voto delas), "Divinos Segredos" (voto deles), "Amigas para Sempre" (voto deles)
- Reportagem de VANESSA BENCZ e JOÃO RAFAEL TORRES , da equipe do Correio Braziliense