Qual livro escrito pelo psicólogo, Dr. Thiago de Almeida, você já teve a oportunidade de fazer o do

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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

COMO O DESEMPREGO PODE AFETAR O RELACIONAMENTO?



COMO O DESEMPREGO PODE AFETAR O RELACIONAMENTO?

Ter, 18/02/2014 - 17h22 -
desemprego
Foto - moodboard/Corbis.
A cultura machista que ainda está em enraizada em nossa sociedade afirma que os homens precisam ser os ‘provedores’ da casa enquanto as mulheres ficam encarregadas de sua manutenção e de lidar diretamente com os filhos.
Mas com as lutas feministas no decorrer dos anos, essa divisão vem se dissipando (ainda bem!) e as mulheres, cada vez mais, equilibram a tarefa de chefes de família. Mas será que essa conquista feminina pode afetar o relacionamento do casal?
Thiago de Almeida psicólogo especialista em dificuldades no relacionamento amoroso, afirma que os rapazes ficam, sim, cabisbaixos com essa situação: "Muitas vezes surge insegurança, medo e baixa autoestima por parte do homem.
Mesmo em pleno século 21, ainda sentem-se inferiores se ficarem desempregados e dependentes da mulher".
Quando o homem já está desempregado, problemas financeiros podem surgir. O pior é quando, além disso, a mulher fica sobrecarregada lidando com todas as tarefas extras da casa, como filhos, limpeza, alimentação, compras, cuidados gerais e ainda dar suporte psicológico ao parceiro sem trabalho.
"Um relacionamento sem problemas graves entre casais já é difícil de ser levado. Quando surgem novidades desagradáveis como o desemprego do parceiro, tudo se torna mais complicado", afirma o especialista.
Diálogo é o ponto-chave!

Pode parecer clichê, mas diálogo entre os parceiros e certa dose de compreensão pode resolver muita coisa. "Além disso, é preciso considerar que muitas vezes é necessária a ajuda de um profissional para auxiliar na sustentação da relação", explica.
Almeida ainda indica: "Deve haver confiança mútua, os dois precisam manter a calma e evitar o desperdício de dinheiro para que não se acumulem dívidas e problemas".
Dê suporte ao seu companheiro como espera que ele dê a você. E, caso a situação seja invertida, cobre dele apoio e bola para frente porque não é emprego que constrói caráter.
Por Juliany Bernardo (MBPress)

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

“Separar ou dar uma chance à relação?” Especialistas falam sobre o assunto

“Separar ou dar uma chance à relação?” Especialistas falam sobre o assunto

“Separar ou dar uma chance à relação?” Especialistas falam sobre o assunto

Ultimas Noticias • 18 de Fevereiro de 2014


Os carinhos diminuíram, assim como as risadas. O sexo esfriou e as brigas são constantes. Sintomas de uma relação em crise são facilmente identificáveis. A parte difícil é perceber se tudo isso significa mais que uma fase ruim: será o fim de uma história de amor?


Para a psicóloga e terapeuta sexual Margareth dos Reis, os sinais da mudança no clima do relacionamento podem ser sutis no início, mas a distância entre o casal aparece inevitavelmente.“Fica claro quando os dois têm mais frustrações e decepções que alegrias. Eles deixam de cumprir o que imaginavam fazer quando começaram a vida juntos”, aponta.


“A gente não transava mais, não se beijava. Perdemos o pique dos passeios legais”, conta Laura Sobenes, fotógrafa, 23 anos. Ela terminou seu namoro de dois anos quando percebeu que as expectativas e a convivência não eram as mesmas do começo. Ela gostava de balada, ele era caseiro. Ela queria sair com os amigos, ele passava bastante tempo na casa da avó. As tentativas de equilíbrio deram certo por algum tempo. “Ele tentou se doar um pouco, me acompanhar, eu tentei maneirar na bebida e no cigarro”, conta ela.Mas as diferenças começaram a machucar: “Relacionamento é construir coisas juntos, mas isso ia matar nossa vida”, diz.


Em tempos de crise profunda é comum que um dos lados perceba primeiro que não há mais jeito. No caso de Laura, foi o namorado que quebrou o silêncio e questionou o futuro dos dois. Ela concordou. Para Thiago de Almeida, psicólogo especialista em relacionamentos amorosos, quando uma relação chega ao fim, as expectativas e planejamentos se esgotam.

“Acaba o que dava vontade de estar ao lado daquela pessoa”, diz.Termômetros da relação Segundo Thiago, quando o sentimento e o amor estão no fim, há sinais específicos do distanciamento emocional. “Fui percebendo que ele virou meu amigo”, conta Laura. Na fase final do namoro, o casal se encontrava apenas uma vez por semana e a rotina tomou conta do dia a dia.A diminuição dos beijos na boca, demonstração constante de casais apaixonados, serve de alerta. “O afastamento começa nessa parte e se estende ao restante do contato físico”, aponta Thiago.

As questões cotidianas também ganham um peso maior quando há conflitos emocionais. Os pequenos defeitos do outro parecem enormes, por exemplo. “Para os homens, o que era visto como bondade passa a ser visto como falta de assertividade na companheira”, aponta Thiago. Nesse clima se percebe a perda da admiração pelo outro. Assim, queixas objetivas, como as financeiras, viram motivo da discórdia e as reclamações específicas se transformam em críticas à pessoa.


Um sintoma claro de crise é questionar a exclusividade sexual. Quando o desejo de sair com outras pessoas é forte e constante, a crise provavelmente está batendo na porta.


Separar ou dar uma chance?
Se um relacionamento caminha para o fim, não quer dizer que já está enterrado. Por um lado o término é a resposta para todas as frustrações, mas há o receio da precipitação. “Às vezes as pessoas só enxergam o caminho do fim e não testam outras possibilidades”, diz Margareth. Segundo ela, o que determina se a relação tem condições de continuar é a disposição do casal em tomar atitudes e dialogar sobre as insatisfações. Sem essa renovação, a tendência é que a união “empobreça e morra”, como define a psicóloga.


Thiago concorda. Para ele, o que diferencia os casais bem sucedidos dos interrompidos é a capacidade de enfrentar e solucionar problemas.


Para dar uma chance ao amor, é preciso renovar a relação e rever projetos a dois. Segundo Lilian Gattaz, psicanalista, o fim do relacionando, em geral, não é equivalente ao fim do sentimento. Mas se o esforço para salvar um casamento ou namoro é grande demais, é possível que mesmo amando uma das partes desista de tentar. “Vale resgatar até o último segundo, mas às vezes você põe todas as suas forças e não tem salvação”, diz. E com o esgotamento, a relação não tem volta.

Fonte:IG

9 dicas para colocar um fim no parceiro grudento

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9 dicas para colocar um fim no parceiro grudento - 1 (© Foto: Thinkstock)
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Da REDAÇÃO
Ele vive grudado nela. Já a parceira não gosta de sair sem ele ao lado. Um não faz nada se o outro não estiver junto. Quem olha de longe acha que aquele casal é perfeito. Mas especialistas consultados explicam que ficar grudado, um no outro, não significa que a relação terá futuro! Muito pelo contrário, o "namoro-chiclete", onde um não dá espaço para o outro, pode transformar a relação em algo chato, enfadonho e sem futuro.
Além do "grude" em questão impedir que o outro se desenvolva como indivíduo, alerta Sergio Savian, psicoterapeuta especializado em relacionamentos e em mudanças de hábitos. "O processo de individuação é fundamental para quem deseja crescer. Quando você vive grudado em outra pessoa, sempre estará em uma posição infantil de dependência emocional", avalia Sergio.
Essa grau de grude na relação, analisa Thiago de Almeida, psicólogo especialista em dificuldades do relacionamento amoroso, depende muito dos parceiros envolvidos. "Há pessoas que gostam desse tipo de namoro e do grude do parceiro, pois sentem-se bem com isso. Mas se um dos dois gosta e outro não, o namoro provavelmente não dará certo", explica Thiago, considerado o maior especialista em relacionamento pelo American Biographical Institute (ABI).
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Marina Vasconcellos, psicóloga e também terapeuta familiar e de casal pela UNIFESP, reforça que nada em exagero é bom. Ela também ressalta que essa individualidade deve ser preservada para que cada um se desenvolva, sinta-se bem consigo próprio e se realize como pessoa.
"É necessário que, numa relação, cada um tenha seu espaço garantido e suas atividades individuais intercaladas com as atividades em comum. Só assim é possível se sentir feliz por inteiro ao lado de uma pessoa, esta que deve respeitar seu espaço e necessidades individuais. Com o tempo, essa presença imposta ao parceiro constantemente faz com que a relação se sature", diz Marina.
E atenção, o "parceiro-chiclete" não é exclusividade feminina! Se você pensava que as mulheres eram mais grudentas do que os homens, se enganou. "Acredito que não devemos dizer que as mulheres são mais grudentas. Isso independe de gênero. As mulheres têm uma personalidade mais amável, maternal e talvez isso faça com que pareça mais grudenta. Mas muitos homens agem dessa forma", opina o psicólogo Thiago de Almeida.
A terapeuta Marina Vasconcellos segue a mesma linha de raciocínio. "Em geral, as mulheres, são mais afetivas e têm mais facilidade em demonstrar e falar sobre seus sentimentos. Daí a tendência de parecerem mais grudentas do que os homens", diz. Mas afinal, qual a fórmula para colocar de uma vez um limite no parceiro grudento?
"Se você tem um parceiro deste tipo e deseja continuar com ele, imponha limites. O ideal é encaminhá-lo ainda para uma boa terapia", opina Sergio Savian. Thiago completa ao afirmar que "o diálogo deve estar sempre presente na vida do casal. Coloque os problemas para o parceiro, questione a razão desse grude, mostre ao outro que esse tipo de relação pode ser prejudicial ao relacionamento".
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