Qual livro escrito pelo psicólogo, Dr. Thiago de Almeida, você já teve a oportunidade de fazer o do

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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Downloads GRATUITOS dos meus mais recentes livros

Os livros são: Enigmas do Amor http://www.thiagodealmeida.com.br/site/node/161 ; Relacionamentos amorosos: o antes, o durante e o depois. Volume 2 (http://www.thiagodealmeida.com.br/site/node/158) ; Relacionamentos amorosos: o antes, o durante e o depois. Volume 1(http://www.thiagodealmeida.com.br/site/node/147 ) e  Ciúme e suas consequências para os relacionamentos amorosos (http://www.thiagodealmeida.com.br/site/node/156)

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Assistam este vídeo

No mês de comemoração do Dia dos namorados indico este vídeo para quem não assistiu relembrar o que é o AMOR e para as pessoas descrentes dos relacionamentos amororosos: https://www.youtube.com/watch?v=iIFuh_3G2dw

terça-feira, 27 de maio de 2014

Singelo, carnal, arrebatador: saiba mais sobre os jeitos de amar

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    Estudos indicam que 92% das pessoas casam-se pelo menos uma vez na vida
    Estudos indicam que 92% das pessoas casam-se pelo menos uma vez na vida
A locomoção bípede, a verticalização da postura, o uso do polegar opositor e o desenvolvimento da linguagem estão entre os fatores que explicam a evolução dos hominídeos. Mas essas habilidades só puderam levar o Homo à condição de sapiensgraças a um sentimento que lhes conferiu sentido e motivação: o amor. Foi a ligação afetiva que diferenciou a espécie e estruturou a sociedade humana.
Para pensadores como o neurobiólogo chileno Humberto Maturana e o antropólogo francês Edgar Morin, o amor é um fundamento biológico do ser humano. Ocupando lugar central em muitas das mais sublimes obras da cultura humana, o amor é, também, a possibilidade de transcendência do tempo e da morte.  Segundo o psicólogo Thiago de Almeida, mestre em Psicologia pela USP (Universidade de São Paulo) e especialista em relacionamento amoroso, é isso o que diz a própria palavra amor: derivada do grego é uma junção do prefixo a (negação) e mors (morte). 
Para Almeida, o amor participa ativamente da estruturação da personalidade e da autoestima. "Aqueles que, por algum motivo, não cresceram em um ambiente acolhedor têm grandes chances de desenvolverem problemas com o amor próprio. Podem sofrer de depressão ou até apresentar dificuldade de levar adiante sua vida profissional e emocional", diz o psicólogo. Segundo ele, há diversos estudos que sugerem associações entre o tipo de vínculo amoroso que desenvolvemos com os pais e a maneira como amamos na fase adulta.
A flor do amor tem muitos nomes
No livro "Grande Sertão: Veredas", de João Guimarães Rosa, o personagem central, Riobaldo, fala de três amores que teve na vida: Otacília, Nhorinhá e Diadorim. Cada um representa um sentimento diferente: Otacília é o amor pela família, tranquilo e singelo; Nhorinhá é o desejo da carne, simples e natural; Diadorim é o amor irracional, confuso, mas arrebatador e divino. "A flor do amor tem muitos nomes", confessa ele, em certo trecho do livro.
O sertanejo Riobaldo percebeu algo que, séculos antes de Cristo, motivava discussões entre os gregos: que é possível amar várias pessoas ao mesmo tempo, de diferentes maneiras.
Maria de Lourdes Borges, professora de Filosofia da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e pesquisadora do tema paixão, explica que os gregos faziam a distinção de três tipos de amor. "Eros é o amor sexual; filia é a amizade, a parceria intelectual e afetiva, e ágape é o amor aos seres humanos em geral", explica a professora. Ao ser utilizada pelos cristãos para designar um amor capaz de inspirar até o sacrifício da própria vida, a palavra ágape acabou ganhando força como sinônimo de amor divino e incondicional.

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O que você procura em um relacionamento?

Você busca um relacionamento sério ou está interessado apenas em curtir? Reflita sobre isso fazendo o teste elaborado com a consultoria da psicóloga Marina Vasconcellos, professora de Psicologia Médica na Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo).

Estilos de amar
O psicólogo Ailton Amélio, professor do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo) e autor do livro "O Mapa do Amor", adota, em suas pesquisas sobre o tema, uma tipologia cunhada pelo sociólogo canadense John Alan Lee. "É uma classificação mais moderna e científica, elaborada a partir de estudos documentais e entrevistas", diz ele.
De acordo com essa classificação – utilizada para a compreensão da relação de um casal – existem três estilos primários de amor e mais três secundários. Os primários são eros (motivado pelo interesse sexual), estorge (que se desenvolve a partir da amizade) e ludos (mais casual e passageiro, do latim ludus, faz referência à diversão).
Os secundários nascem da combinação desses três: o amor mania é uma combinação de eros e ludos, e caracteriza romances possessivos; pragma, composto de ludos e estorge, é o amor pragmático, que avalia racionalmente as qualidades do parceiro; e ágape seria a composição do amor estorge e eros, onde há atração sexual, amizade e cuidado com o outro. 
Entre essas seis classificações, há uma infinidade de nuances. "A maioria das pessoas se identifica parcialmente com dois ou mais desses estilos. O amor de cada um é resultado de diferentes combinações desses jeitos de amar", diz o psicólogo.
Segundo Amélio, conhecer bem o estilo de amar do parceiro e procurar modelos compatíveis com o seu é fundamental para um bom relacionamento a dois, pois a maneira como se vivencia o amor dificilmente muda ao longo da vida. "O estilo de apego se forma na infância e deixa marcas para toda a vida", diz ele.
O psicólogo também explica que o amor entre parceiros compatíveis é mais satisfatório e esse é o objetivo da maioria. "Embora alguns sejam solteiros convictos e felizes, a maior parte busca vínculos duradouros, alguém para dividir as experiências de vida. Cerca de 92% das pessoas do mundo inteiro se casam pelo menos uma vez, não necessariamente de modo formal", afirma.
Amor sem barreiras: a compaixão
O amor é mais do que encantamento e atração sexual. "Quando falamos de amor, tendemos a imaginar um casal de apaixonados. Mas esse jeito romântico seria um sentimento nascido na Europa do século 13, com os trovadores medievais", diz o filósofo Clodomir Barros de Andrade, professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora).  Mais tarde, o Romantismo, movimento filosófico e artístico do século 19, teria cristalizado esse amor em sua forma ardente, apaixonada e sofredora: paixão, do latim, passio, significa sofrimento.
Segundo Andrade, especialista em religiões e filosofias da Índia, o ideal do amor romântico é uma construção da cultura ocidental. No mundo oriental ele não tem a mesma ênfase; ainda é comum, por exemplo, encontrar uniões estáveis e felizes que resultaram de acordos entre famílias. Por outro lado, o amor ágape disseminado pelo cristianismo encontra correlatos em todas as outras culturas e tradições religiosas, como uma condição necessária à sobrevivência. "No budismo, o karuná, que podemos traduzir para compaixão, é fruto da descoberta de que eu e o outro somos interdependentes, partilhamos de uma certa ecologia da existência", afirma.
E em qualquer campo do conhecimento humano, os especialistas concordam: o amor é essencial para a vida. Para o filósofo Clodomir Andrade, esse sentimento é o que deu condições para que a espécie humana, uma das mais frágeis, pudesse se estabelecer e se desenvolver. O psicólogo Ailton Amélio diz que o amor – em qualquer forma que se vivencie – é condição para boa saúde. "Quem tem bons vínculos afetivos é mais saudável psicológica e fisicamente e, quando doente, se recupera na metade do tempo", fala.
Mas é na arte que podemos encontrar as mais belas justificativas para amar. "Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar?", pergunta Carlos Drummond de Andrade, no poema "Amar". Ao que responde outro de seus poemas, "Diante de uma criança": "Pois o amor resgata a pobreza, vence o tédio, ilumina o dia, e instaura em nossa natureza, a imperecível alegria".

Você é exigente demais no amor?

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Você é exigente demais no amor?

Quando as expectativas são altas demais, o relacionamento pode desmoronar. Saiba se você corre esse risco, fazendo o teste realizado com a consultoria de Thiago de Almeida, psicólogo pela Universidade Federal de São Carlos e autor do livro 'A Arte da Paquera: Inspirações à Realização Afetiva' (Letras do Brasil).

Psicólogo Thiago Almeida fala sobre a dosagem do ciúme.



http://tvg.globo.com/programas/encontro-com-fatima-bernardes/videos/t/videos/v/psicologo-thiago-almeida-fala-sobre-a-dosagem-do-ciume/2082987

Homens acham que as mulheres se comparam com as exs.


Ver vídeo: http://globotv.globo.com/rede-globo/encontro-com-fatima-bernardes/v/homens-acham-que-as-mulheres-se-comparam-com-as-exs/2323023/

Casais muito jovens podem ter relacionamentos sérios e duradouros?


Recomendo que vocês assistam esta matéria no qual eu participo como entrevistado: Ver vídeo clicando aqui

sábado, 17 de maio de 2014

Como identificar que o relacionamento acabou e tomar coragem de terminá-lo

Os carinhos diminuíram, assim como as risadas. O sexo esfriou e as brigas são constantes.Sintomas de uma relação em crise são facilmente identificáveis. A parte difícil é perceber se tudo isso significa mais que uma fase ruim: será o fim de uma história de amor?
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Brigas, falta de carinho, indiferença: aprenda a identificar os sinais anunciados do final do relacionamento


Leia também:

Para a psicóloga e terapeuta sexual Margareth dos Reis, os sinais da mudança no clima do relacionamento podem ser sutis no início, mas a distância entre o casal aparece inevitavelmente. “Fica claro quando os dois têm mais frustrações e decepções que alegrias. Eles deixam de cumprir o que imaginavam fazer quando começaram a vida juntos”, aponta.
A gente não transava mais, não se beijava. Perdemos o pique dos passeios legais”, conta Laura Sobenes, fotógrafa, 23 anos. Ela terminou seu namoro de dois anos quando percebeu que as expectativas e a convivência não eram as mesmas do começo. Ela gostava de balada, ele era caseiro. Ela queria sair com os amigos, ele passava bastante tempo na casa da avó. As tentativas de equilíbrio deram certo por algum tempo. “Ele tentou se doar um pouco, me acompanhar, eu tentei maneirar na bebida e no cigarro”, conta ela. Mas as diferenças começaram a machucar: “Relacionamento é construir coisas juntos, mas isso ia matar nossa vida”, diz.
Em tempos de crise profunda é comum que um dos lados perceba primeiro que não há mais jeito. No caso de Laura, foi o namorado que quebrou o silêncio e questionou o futuro dos dois. Ela concordou. Para Thiago de Almeida, psicólogo especialista em relacionamentos amorosos, quando uma relação chega ao fim, as expectativas e planejamentos se esgotam. “Acaba o que dava vontade de estar ao lado daquela pessoa”, diz.Termômetros da relação
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Diminuição dos beijos na boca é sinal de crise no relacionamento
Segundo Thiago, quando o sentimento e o amor estão no fim, há sinais específicos do distanciamento emocional. “Fui percebendo que ele virou meu amigo”, conta Laura. Na fase final do namoro, o casal se encontrava apenas uma vez por semana e a rotina tomou conta do dia a dia. A diminuição dos beijos na boca, demonstração constante de casais apaixonados, serve de alerta. “O afastamento começa nessa parte e se estende ao restante do contato físico”, aponta Thiago.
As questões cotidianas também ganham um peso maior quando há conflitos emocionais. Os pequenos defeitos do outro parecem enormes, por exemplo. “Para os homens, o que era visto como bondade passa a ser visto como falta de assertividade na companheira”, aponta Thiago. Nesse clima se percebe a perda da admiração pelo outro. Assim, queixas objetivas, como as financeiras, viram motivo da discórdia e as reclamações específicas se transformam em críticas à pessoa.
Um sintoma claro de crise é questionar a exclusividade sexual. Quando o desejo de sair com outras pessoas é forte e constante, a crise provavelmente está batendo na porta.
Separar ou dar uma chance?
Se um relacionamento caminha para o fim, não quer dizer que já está enterrado. Por um lado o término é a resposta para todas as frustrações, mas há o receio da precipitação. “Às vezes as pessoas só enxergam o caminho do fim e não testam outras possibilidades”, diz Margareth. Segundo ela, o que determina se a relação tem condições de continuar é a disposição do casal em tomar atitudes e dialogar sobre as insatisfações. Sem essa renovação, a tendência é que a união “empobreça e morra”, como define a psicóloga.
Thiago concorda. Para ele, o que diferencia os casais bem sucedidos dos interrompidos é a capacidade de enfrentar e solucionar problemas.
Para dar uma chance ao amor, é preciso renovar a relação e rever projetos a dois. Segundo Lilian Gattaz, psicanalista, o fim do relacionando, em geral, não é equivalente ao fim do sentimento. Mas se o esforço para salvar um casamento ou namoro é grande demais, é possível que mesmo amando uma das partes desista de tentar. “Vale resgatar até o último segundo, mas às vezes você põe todas as suas forças e não tem salvação”, diz. E com o esgotamento, a relação não tem volta.

Clique Ciência: Por que os seres humanos beijam? E os animais?

Do UOL, em São Paulo

Clique Ciência53 fotos

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Existem beijos apaixonados, familiares, amistosos, corporativos... Há aqueles que refletem costumes ou uma hierarquia social. Cientistas que estudam o beijo admitem que o ato tem um componente social, mas também apontam que ele pode ser intrínseco do ser humano: há teorias que dizem que o beijo surgiu como uma extensão do ato da mãe ao alimentar seus filhotes, oferecendo - além de comida -, conforto e segurança aos bebês. Os animais também costumam alimentar seus filhotes desta maneira, e ainda vemos leões se mordendo e cães lambendo uns aos outros no momento da cópula. Assim, cientistas creem que estes comportamentos funcionam como uma pista de que o beijo humano é baseado em instintos básicos de reprodução e sobrevivência que existem no reino animal AP/Itsuo Inouye/UOL
Que beijo é bom, a gente sabe. Um beijo certo, daqueles bem dados, nos mantém extremamente ocupados: ao mesmo tempo em que interpretamos uma enorme quantidade de informações, bilhões de pequenas conexões nervosas distribuem sinais que ajudam a determinar os próximos passos, quando os lábios já não estarão tão perto um do outro.
Os impulsos neurais que fervilham entre o cérebro e a língua, os músculos do rosto, os lábios e a pele, por exemplo, produzem neurotransmissores que influenciam os nossos sentimentos. Esse beijo gostoso pode nos levar a alcançar um êxtase que, talvez, só um beijo pode causar.
Nem sempre os beijos são apaixonados. Existem beijos familiares, amistosos, corporativos... Há aqueles que refletem costumes ou uma hierarquia social. E cada sociedade tem um jeito diferente de expressar suas emoções através do beijo. Isso quer dizer que beijar pode ser um comportamento intrínseco ao ser humano: há teorias que dizem que ele surgiu como uma extensão do ato de amor da mãe ao alimentar seus filhotes, oferecendo - além de comida -, conforto e segurança aos bebês.
Outras teorias sugerem que o beijo tem a ver com uma atração natural a cores rosadas, como as cores dos lábios de outras pessoas. Ainda há pesquisadores que acreditam que beijos de cumprimentos sociais são extensões mais complexas do ato de "farejar" pessoas que não conhecemos direito.
Também há estudos sobre a relação íntima entre o beijo e o ato de comer: segundo especialistas, somos predipostos biologicamente ao beijo. Afinal, uma das primeiras e mais cruciais formas de contato com o mundo externo é o ato de sugar o leite materno.
Além disso, as terminações nervosas nos lábios e na boca são fundamentais para nossa sobrevivência: se algo tem gosto ruim, a gente não come. Pode ser perigoso para a saúde. E se algo é gostoso, a gente sente satisfação em comer. A boca funcionaria, portanto, como uma ferramenta de busca do prazer.
De qualquer forma, o beijo é um exemplo perfeito de como natureza e cultura podem se complementar para criar um comportamento. Um dos primeiros a teorizar sobre isso foi o naturalista Charles Darwin. Observando sociedades ao redor do mundo, durante sua viagem a bordo do navio H.M.S. Beagle, ele escreveu que humanos poderiam ter um instinto de beijar, mas ressaltou que os beijos são claramente influenciados por culturas e experiências pessoais.
Jeremy Button, colega de Darwin da época, refutou a teoria dizendo que a prática do beijo era desconhecida em algumas regiões, como Nova Zelândia, Taiti, Papua Nova Guiné e Austrália. Darwin foi atrás de evidências e conseguiu provar que se o beijo não ocorre em algumas comunidades, é porque ele não é culturalmente cultivado. Apoiando-se na amamentação, ele concluiu que sugar o leite é algo comum ao mundo inteiro. se o bebê deixa de beijar ao crescer, é porque este ato não é estimulado por estas comunidades.

E os animais?

Há espécies que apresentam um comportamento parecido com o beijo, mas cientistas tendem a ser cuidadosos em relação a isso. Afinal, não se pode antropomorfizar um comportamento na tentativa de entender as emoções dos animais - que podem ser bem diferentes das dos humanos.
Ao observar pássaros alimentando seus filhotes, leões se mordendo, cães lambendo uns aos outros, por exemplo, é justo dizer que eles estão expressando afeição, hierarquia social, ou até mesmo conflito. Cientistas preferem crer que estes comportamentos funcionam como uma pista de que o beijo humano é baseado em instintos básicos de reprodução e sobrevivência que existem no reino animal.
Consultoria: Sheril Kirshenbaum (autora do livro "The Science of Kissing: What Our Lips Are Telling Us" (sem edição em português) e pesquisadora na Universidade do Texas, EUA) e Thiago de Almeida (psicólogo doutorando pelo Departamento de Psicologia de Aprendizagem e Desenvolvimento Humano da USP).

segunda-feira, 12 de maio de 2014

SEU NAMORO TEM FUTURO? FAÇA O TESTE!

Sex, 09/05/2014 - 11h23
teste sobre namoro
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O início de todo namoro é permeado de sonhos e planos. Homem e mulher olham e caminham na mesma direção e com grau altíssimo de felicidade e ansiedade.
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Só que conforme a vida a dois se desenrola, é possível que os planos individuais e coletivos sofram alterações e, com isso, a vontade de continuar a relação comece a esfriar.
Por meio de sinais, uma das partes começa a demonstrar que o sentimento que acendeu a chama do relacionamento não é mais o mesmo e que talvez o melhor seja colocar um ponto final e cada um seguir seu caminho. Mas nem sempre a outra parte percebe ou quer enxergar a realidade, principalmente quando ama o parceiro.
Se você tem dúvidas de qual rumo seu relacionamento vem tomando, que tal fazer um teste? Ele foi elaborado pelo psicólogo Thiago de Almeida que, de acordo com o Portal Inovação (MEC) e a ABI (American Biographical Institute), é considerado o maior especialista em relacionamentos no tratamento das dificuldades do relacionamento amoroso do Brasil. Responda às questões corretamente e descubra a resposta:
1) Parecíamos almas gêmeas quando decidimos assumir a relação. Tudo se encaixava de maneira tão perfeita que não havia brigas nem discussões por nada. De uns tempos para cá tudo mudou. Qualquer coisinha, por menor que seja, vira motivo para desentendimentos que resultam em brigas.
teste sobre namoro
2) No começo, não era preciso pedir um beijo e outros carinhos. A felicidade por estarmos juntos era tão grande, que cada gesto era espontâneo e só ratificava nosso desejo de continuar a relação. Mas agora tudo mudou. Nossa frequência de troca de carícias não é mais a mesma...
teste sobre namoro
3) Nos primeiros meses de relação o sexo era intenso. Caprichávamos nas preliminares, buscávamos inovações para surpreender um ao outro e nos mantínhamos abraçados depois da transa. Agora o sexo entre nós é rápido sem vida e sem muito empenho...
teste sobre namoro
4) Estamos juntos há um bom tempo e nossa relação se mantém firme, forte e apaixonada. Hoje nossos beijos são tão intensos e frequentes como nos primeiros meses de nosso relacionamento.
teste sobre namoro
5) A maneira como enxergo meu parceiro dentro da relação se modificou com o passar dos meses. Se antes ele era meu grande companheiro e amante, posso dizer que, hoje, vejo meu homem mais como meu amigo do que como parceiro.
teste sobre namoro
6) Antes de começarmos o relacionamento eu tinha ciência dos defeitos dele e até achava alguns engraçadinhos. Por isso, sabia muito bem aceitá-los e lidar com eles. Mas agora tudo mudou. As diferenças entre nós passaram a me irritar.
teste sobre namoro
7) Não tínhamos reclamações um do outro quando iniciamos a relação, e todas as nossas opiniões serviam para tornar o outro melhor. Só que nosso tempo de paz e zelo com o outro acabou. Tanto da minha parte quanto da dele, qualquer reclamação ganha ares de crítica pessoal.
teste sobre namoro
8) Estávamos sempre em sintonia. Dividíamos todas as nossas alegrias e tristezas. Mas agora eu não sinto mais vontade de contar minhas coisas para ele e sinto que isso é recíproco. Há um distanciamento emocional das duas partes.
teste sobre namoro
9) Faz algum tempo que meu parceiro não perde uma oportunidade de evidenciar meus defeitos, seja dentro ou fora das discussões entre nós.
teste sobre namoro
10) No começo, quando a gente percebia a iminência de um problema, já tratávamos de resolver, antes que pudéssemos discutir ou ver nossa relação se abalar. Mas acredito que, nos últimos meses, começamos a perder a nossa capacidade de enfrentar e solucionar os problemas que nos aparecem.
teste sobre namoro
11) Não tinha dúvidas do que eu sentia pelo meu parceiro, por isso não pensei duas vezes em investir na nossa relação. Só que hoje não tenho mais tanta certeza. Em vez de me proporcionar alegrias, nosso relacionamento amoroso vem me frustrando.
teste sobre namoro
12) Meu amor e respeito por ele acabou. Hoje só sinto raiva do meu parceiro.
teste sobre namoro
Pronto? Agora some os pontos e veja a leia o resultado. Mas lembre-se: é apenas um teste, uma opinião sobre a sua situação. Independente do resultado, leve em conta o que você e seu parceiro estão realmente sentindo. Conversem, reavaliem seus planos e tentem mensurar a vontade de cada parte em levar a relação adiante. Se for preciso, procurem a ajuda de psicólogo.
72 a 84 pontos - O pior deserto é aquele que já foi um lindo jardim.
Muitas pessoas fingem que não enxergam e não assumem que não existe mais um relacionamento saudável e feliz, tentam viver com esse sentimento achando que é algo temporário, uma fase ruim que vai passar. Apenas quando um fato real acontece é que caem em si de que o amor, a paixão, o carinho e, às vezes, até o respeito acabaram. Nada pior do que permitir que um sentimento que foi tão bom um dia acabe em ódio, raiva. É muito melhor utilizar a honestidade, o diálogo e terminar mantendo uma amizade. Não mantenha uma situação apenas por medo de ficar sozinha, de não encontrar outro parceiro ou por estar acostumada com uma rotina e achar que não sabe mais viver sozinha.
61 a 71 pontos - Relação à deriva
Muitas pessoas não sabem terminar um relacionamento e, por isso dão pistas para que a outra parte perceba e termine. Por isso, ao perceber que chegou ao fim, o melhor para você é terminar, porque a falta de vontade dele, a falta de respeito e de paciência podem lhe machucar muito mais. Existe, sim, vida após o fim do namoro, do casamento, enfim, de um relacionamento. Claro que toda relação deixa marcas em nós, temos momentos bons e outros nem tanto e, geralmente, saímos magoadas do relacionamento - mesmo que não assumamos isso. Mas é preciso saber aprender a conviver com as cicatrizes que inevitavelmente ficam. Não espere para perceber que acabou apenas quando pegar seu parceiro com outra, for agredida fisicamente ou perceber que discutem por tudo e não concordam com nada. Temos o costume de olhar de maneira negativa para as experiências, mas que tal começar a mudar isso e pensar na separação como a chance real de encontrar um parceiro à sua altura ou, até, de você se encontrar?
47 a 60 pontos - Altos e baixos: onde é que isso vai parar?
Sintomas de uma relação em crise são facilmente identificáveis. A parte difícil é perceber se tudo isso significa mais que uma fase ruim: será o fim de uma história de amor? Se a relação de vocês chegou ao fim, não acredite em hipótese nenhuma de que foi você quem errou. Para um relacionamento ser durável e satisfatório para ambas as partes, ele conta com ajuda de duas pessoas. Se não durou ou não foi satisfatório para alguma das partes ou para ambas é porque os dois tiveram incompatibilidades e falhas. Esqueça esta ideia que você não é boa o suficiente para ninguém. Procure se lembrar que criatura maravilhosa você é, das suas qualidades e dos seus valores.
12 a 46 pontos - Céu de brigadeiro
Eu amo meu parceiro? Temos metas e objetivos de vida em comum? Imagino criar uma família com ele? Sinto orgulho e admiração dele e valorizo isso para todos? Percebo sinais claros de que ele me ama? Vejo a liberdade da vida de solteiro dos meus amigos e não os invejo? Consigo viver tranquilamente com seus hábitos e manias? Conheço pessoas interessantes e não sinto desejo e vontade de ficar com elas? Consigo ser eu mesma quando estou com ele? Ele nunca me coloca para baixo e trata minhas ideias como idiotas? Enquanto você tiver respostas positivas para a maioria dessas perguntas e seu relacionamento for saudável, significa que o relacionamento ainda tem grandes chances de dar certo. Alguns pontos sempre são ajustáveis através de conversa.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Como lidar com a traição de uma noite só

por Davi Lambertine


traiçãoPerdoar a pulada de cerca ou não? Ninguém está imune a passar por essa crise. O problema é saber como agir nessa hora. “Os homens têm um legado ancestral de buscarcarne nova e conseguem separar sexo de amor”, diz o psicólogo especialista em relacionamentos Thiago de Almeida. Mas calma lá: Entre ter vontade e de fato trair existe uma grande distância”, pondera o psicólogo Dínerson Fiuza. E se foi você quem caiu em tentação por uma noite apenas, o que fazer? Almeida adianta: “Homens que amam de verdade  suas parceiras e os que estão há mais tempo no  relacionamento são os que mais perdoam”. O jeito é esperar a fase da fossa passar  para então decidir entre levar ou não a relação adiante.
Ele pulou a cerca e contou para você
“Para uma traição ocorrer, alguma coisa já não ia bem com o casal, ela funciona como uma válvula de escape”, diz Fiuza. Avalie como estava a relação no momento da traição: vocês estavam mais distantes? Dá para melhorar isso?
Escute a versão dele, mas não dê mais crédito só porque ele contou. “O parceiro pode ter feito isso por puro desencargo de consciência e nada garante que ele vá agir igual se houver uma próxima vez”, fala Fiuza.
Se optar por perdoar, tem que ser de coração. “A traição vai ficar na memória, mas não pode estar no cotidiano do casal”, resume Almeida.
É normal que a confiança no parceiro fique abalada, mas dê um tempo para ele reconquistar a sua. Agora, se escolherem continuar juntos, mas você viver com ciúme e cobranças, talvez seja melhor terminar.
Vale perguntar quem é a outra, sim. Alguém com quem ele tem contato oferece mais chances de recaída. Mas, se perdoou, melhor confiar, né, gata?
Foi você quem pisou na bola
“O melhor é contar a traição para o parceiro, porque se ele descobrir pelos outros é pior”, explica Almeida. Contar também é bom para não conviver com o peso da mentira, além do da traição. Isso pode minar o relacionamento sem você perceber.
Por mais estranho que pareça, o melhor momento para dar uma notícia ruim é quando a pessoa já está passando por uma situação tensa. “Assim, a pessoa assimila as duas perdas ao mesmo tempo e é mais fácil haver o perdão”, diz Almeida. Mas não conte numa briga!
Se ele já foi traído, atenção redobrada ao começar o assunto. Seja delicada!
Cuidado ao dizer que “foi só sexo”: “O raciocínio masculino é de que para levar uma mulher para a cama existe um processo de conquista. Melhor dizer que caiu em tentação e se arrepende”.
Esteja ciente de que corre o risco de perder seu homem. Dê o tempo de que ele precisa para curar seu orgulho ferido e, só então, chame-o para conversar.
VIVA MAIS

sábado, 3 de maio de 2014

Sexo: o que fazer no primeiro encontro?


  • A pesquisadora Anne Walker Green reuniu 683 mulheres, entre 17 e 49 anos, residentes de Dublin, na Irlanda, para realizar pesquisas sobre o comportamento feminino no primeiro encontro. Durante um ano, as mulheres descreveram os sucessos e fracassos que tiveram em encontros amorosos. 
    O resultado do estudo foi surpreendente, revelando que as mulheres que praticaram sexo oral em seus parceiros na primeira noite elevaram significativamente as chances deste encontro gerar novos convites. 
    E não é só o sexo oral que estimula os irlandeses a procurar uma garota. A prática da masturbação foi citada por 46.5% dos entrevistados, seguida do ato sexual propriamente dito, com 30.9%. 
    A realidade do Brasil, porém, é bastante diferente, informa o psicólogo e especialista em relacionamentos amorosos Thiago de Almeida. Segundo Almeida, a maioria das brasileiras tem o hábito de apenas beijar no primeiro encontro, para testar o parceiro. "Ela quer saber se ele beija bem, se tem 'pegada'", exemplifica. 
    "A brasileira procura ter ao menos 10 encontros antes de topar uma relação sexual, pois ela busca ser valorizada pelo parceiro, se afastando do sexo casual." E, quando o assunto é sexo oral, o cenário é ainda mais delicado. "O ato só é realizado quando ela já tem muita confiança no parceiro", resume. 

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